A crise alimentar, que afeta especialmente os países subdesenvolvidos, irá afetar diretamente as pessoas que vivem com HIV/Aids. Segundo um relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Onusida), "a falta de segurança na alimentação e uma nutrição deficiente agravam os efeitos da epidemia de HIV".
A má nutrição pode acelerar a propagação de doenças relacionadas com a Aids, enquanto que o HIV dificulta que as pessoas soropositivas possam trabalhar para conseguir alimentos para si mesmas e suas famílias. Atualmente, mais de 33 milhões de pessoas vivem com HIV/Aids no mundo, quase 70% delas na África.
Apesar de os índices da doença apresentarem alguma estabilidade, e de mostrarem redução nos novos casos da infecção, os governos precisam ter plena atuação para conter a epidemia. Para que os Estados possam alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de reduzir, até
É fundamental uma nutrição adequada para se obter o máximo benefício da terapia anti-retroviral (ART), pois ela aumenta o apetite. Assim, se os medicamentos são acompanhados de alimentação adequada, é possível reduzir os efeitos colaterais e, consequentemente, ajudar as pessoas a dar continuidade ao tratamento.
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