O Tempo quebra o espaço
No grito que foi sufocado
Corpo sem vida parado
Vago no tracejado Compasso
Deixei a marca no aço
Não completei a missão
Estou noutra dimensão
Não sei o que é que faço
A matéria não cabe em mim
A luz não curva o universo
Penso que atravesso
Um Horizonte sem fim
Estás próximo de mim
Mas como manter contato
Não sou um ser de fato
Mas uma onda sem fim
Falta o ponto linha ou cruz
Ou uma voz para falar
Não posso sempre vagar
Numa atmosfera sem luz
Poesia de Luiz Domingos de Luna
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