Manifestantes se concentrarão em frente à Catedral de Barcelona durante visita de Bento 16
Peregrinos caminham próximo ao cartaz do papa Bento 16 em Santiago de Compostela. Internautas espanhóis estão convocando homossexuais do país para um beijaço gay para receber o papa Bento 16, que visita a cidade de Barcelona neste próximo domingo (9). O protesto está sendo convocado pelas redes sociais, para mostrar a insatisfação dos homossexuais com as declarações do papa, que pressiona governos de países católicos contra adoção de políticas gays, como a união civil entre pessoas de mesmo sexo. No site de relacionamento Facebook, 1.500 pessoas já confirmaram presença na manifestação. A comunidade diz: “Sem placas, sem bandeiras, sem gritos e sem slogans. Apenas beijar é permitido”. Uma das organizadoras, Marylene Carole, disse diz que “é estranho que um ato tão nobre como beijar assim pareça revolucionário no século 21”.
Entre os espanhóis de 20 a 24 anos, apenas 7% vão à igreja, embora 51% se definam como católicos não-praticantes. A Espanha é um dos principais alvos das críticas do papa. O atual governo socialista do primeiro-ministro José Luiz Zapatero conseguiu aprovar a legalização do aborto e o casamento gay.
Miguel Riopa/AFPMiguel Riopa/AFP
Peregrinos caminham próximo ao cartaz do papa Bento 16 em Santiago de Compostela. Internautas espanhóis estão convocando homossexuais do país para um beijaço gay para receber o papa Bento 16, que visita a cidade de Barcelona neste próximo domingo (9). O protesto está sendo convocado pelas redes sociais, para mostrar a insatisfação dos homossexuais com as declarações do papa, que pressiona governos de países católicos contra adoção de políticas gays, como a união civil entre pessoas de mesmo sexo. No site de relacionamento Facebook, 1.500 pessoas já confirmaram presença na manifestação. A comunidade diz: “Sem placas, sem bandeiras, sem gritos e sem slogans. Apenas beijar é permitido”. Uma das organizadoras, Marylene Carole, disse diz que “é estranho que um ato tão nobre como beijar assim pareça revolucionário no século 21”.
Entre os espanhóis de 20 a 24 anos, apenas 7% vão à igreja, embora 51% se definam como católicos não-praticantes. A Espanha é um dos principais alvos das críticas do papa. O atual governo socialista do primeiro-ministro José Luiz Zapatero conseguiu aprovar a legalização do aborto e o casamento gay.
Miguel Riopa/AFPMiguel Riopa/AFP
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