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sábado, 21 de novembro de 2009
GUERRILHA É PRESTIGIADA PELO POVO
Uns querem negar, outros tentam esconder, alguns alienígenas incham de raiva, mas a verdade é que a Guerrilha do Ato Dramático Caririense é a grande unanimidade quando se fala em artes cênicas do Cariri. Iniciada no dia 7 e rumando até o dia 22 de novembro, é a vitrine da criatividade cênica regional. É a mostra do Cariri! Quase 4.000 pessoas na Guerrilha até agora!!!
Hoje, sábado, 21, a Allisson Amâncio Companhia de Dança apresenta o consagrado espetáculo "BR 116", uma das maiores expressões da dança cearense e nordestina, às 19h30min, no Teatro Rachel de Queiroz, em Crato-CE.
O CARIRI NÃO SE RENDERÁ JAMAIS!!!
Nada nem ninguém poderá deter a força do gesto coletivo. As companhias que formam a Guerrilha desde já agradecem a simpatia popular.
Ontem, sexta-feira, dia 20, a peça "ESPERANDO COMADRE DAIANA", dirigida por Renato Dantas, com a Cia. Livremente de Teatro, carregou grande público superlotando o Teatro Rachel de Queiroz em duas sessões.
A guerrilha do ato dramático caririense
É a seguinte a apresentação da iniciativa de nossos artistas, que transcrevo ipsis literis: “Grupos de resistência realizam a mais audaciosa operação de defesa das artes cênicas do Cariri cearense. Os guerrilheiros reúnem dezesseis espetáculos de teatro e dança, demonstrando enorme poder artístico e já conquistaram a simpatia de amplas massas populares. Durante o movimento, as companhias serão premiadas com o Troféu Juscelino Leal Lobo Júnior.”
Ao tentar resumir nesta crônica a grandiosidade e o significado desse movimento cultural de silencioso e já vitorioso protesto, quero iniciar com os seguintes destaques, cujas meritórias atuações foram decisivas para a concretização do movimento:
DIVANE CABRAL, mentora e diretora maior do Teatro Raquel de Queiroz, de cuja inauguração tive a honra de participar, como ator nos ensaios da peça “A Raposa e as Uvas”, do escritor Guilherme de Figueiredo. Divane dispensa apresentação, componente ilustre de famosa família de nossa terra, conhecida e admirada por todos os cratenses, que muito lhes devem na difusão da arte musical e de nossa cultura em geral. Ela concedeu gratuitamente aos guerrilheiros as trincheiras do Teatro Raquel de Queiroz, para que lhes servissem de anfiteatro durante a grande batalha.
Resta apenas dizer o porquê de tudo isso: discriminação na seleção dos grupos para o festival do SESC, que excluiu os nossos de suas exibições, provocando a guerrilha de protesto. Bendita guerrilha!
Fazemos um apelo ao seu Comando para que, além de “Os Três Porquinhos” e “O Pecado de Clara Menina”, seja reprisada também a peça “Fogo Fátuo”, encenada com enorme sucesso, no último sábado, pela Companhia Teatral Anjos da Alegria.
Crônica de Olival Honor
Bispo compra biografia de padre Cícero para o papa Bento 16
Da FolhaonlineO bispo de Crato, dom Fernando Panico (CE), comprou cinco cópias, incluindo a sua e do núncio apostólico dom Lorenzo Baldisseri. Os outros três exemplares vão para o Vaticano: um para o papa Bento 16, outro para o cardeal brasileiro dom Claudio Hummes, prefeito da Congregação para o Clero do Vaticano, e também para o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertoni. Dom Fernando Panico é um dos entusiastas da ideia de transformar em santo o padre Cícero Romão Batista (1844-1934), excomungado no passado devido a seus relatos de milagres. A biografia de Lira Neto , lançada neste mês, vasculha os arquivos secretos do Vaticano. Ele descobriu a estratégia da Igreja Católica de absolver o padre e colocá-lo na fila rumo a uma beatificação, com a intenção de conter o avanço evangélico no maior país católico do mundo. Lira Neto contou à Livraria da Folha que escreveu dedicatórias em cada um dos livros. A mensagem, escrita em português, para o papa era: "Este livro é uma pesquisa em busca de uma verdade histórica e de justiça".
Enviado por Renato Casimiro
As Terreiradas
Texto Jorge Carvalho
Pensamento para o Dia 21/11/2009

“O progresso do universo está interligado ao progresso do homem. Qualquer desenvolvimento nos campos científico, econômico e social não será de muita utilidade sem a transformação mental. Como podemos gerar essa transformação? Vigiando as paixões e as emoções. Uma vez que a tensão mental é a mais prejudicial à saúde do ser humano, ele deveria aprender a arte de controlar suas paixões e emoções, que causam tensões e estresses. O homem deveria fazer um esforço sincero para levar uma vida serena e pura. Ele deveria compreender a verdade de que os problemas e os tumultos são temporários, como nuvens passageiras. Não há espaço para as agitações surgirem quando se compreende essa verdade. Aquele que compreende essa verdade não permitirá que sua mente oscile pelos sentimentos de raiva, crueldade etc.”
Sathya Sai Baba
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Albert EINSTEIN:
“O capitalismo suscitou os progressos da produção, mas também os do conhecimento, e não por acaso. O egoísmo e a concorrência continuam infelizmente mais poderosos do que o interesse de todos ou que o senso do dever”(p.97).
“O engenho dos homens nos ofereceu, nos últimos cem anos, tanta coisa que teria podido facilitar uma vida livre e feliz, se o progresso entre os homens se efetuasse ao mesmo tempo que os progressos sobre as coisas. Ora, o laborioso resultado se assemelha, para nossa geração, ao que seria uma navalha para uma criança de três anos. A conquista de fabulosos meios de produção não trouxe a liberdade, mas as angústias e a fome” (p.78).
EINSTEIN, Albert. Como Vejo o Mundo, 3 ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
O CHAMADO QUE VEM DO ESPÍRITO E O ENTARDECER DA VIDA: VIVA A CONSCIÊNCIA ALTERNATIVA!
Todos nós sabemos que um dia teremos que atravessar uma ponte e partir para um outro lugar-consciência-mundo. E ninguém escapa do “trem” que sempre passa nesse nosso mundo familiar e deixa alguns na estação e leva outros para uma travessia numa viagem incomum. Nos acostumamos a aceitar naturalmente que o “trem” passe enquanto estamos em nossas atividades cotidianas automáticas.
É o outro que se vai e não eu! – assim pensa a maioria.
Poucas vezes refletimos sobre o significado desse momento de rompimento com a vida concreta - familiar e social. A dinâmica da vida profissional, ideológica e social não nos dá muitas chances para refletir e sentir.
Na universidade poucas vezes realizamos comentários filosóficos profundos a respeito desses momentos tão incomuns do sol-vida caindo-morrendo no horizonte dos sentidos comuns. Tomamos mais ciência sobre essa questão quando estamos doentes ou diante da perda de um parente ou amigo, ou mesmo diante de uma guerra ou catástrofe inesperada.
Então, nos sensibilizamos da existência da função da morte e do valor da vida, por isso queremos continuar vivos e com saúde (adiando cada vez mais o entardecer da vida) com os nossos membros inteiros e nossos órgãos em perfeito funcionamento mecânico, elétrico e psicológico.
Quando estamos jovens não queremos nem pensar nesse entardecer e decaimento – isso é coisa de velho! – infelizmente pensamos assim.
A cultura do jovem sarado e da juventude moderna, que adora uma aventura e um padrão de comportamento de consumo fácil, cria a ilusão de que a vida é um estado de ânimo e crença na modernidade dos costumes e consumos imediatos e fáceis sem calcular suas conseqüências evolutivas.
Até que chega um dia da prova final e a verdade do Espírito é captada finalmente pelos nossos sentidos e corpos sutis. De repente somos chamados e não conseguimos fingir que não ouvimos o convite. Ele se aproxima e nos diz, através de um verbo-princípio, que só nos realizamos de fato numa nova travessia de uma experiência inédita da consciência alternativa que jamais havíamos se quer imaginado existir. Surge o conflito e o medo na relação metafísica buberiana do Eu-Tu.
No início caimos num vazio da existência e assim perdemos temporariamente a força psicológica que nos prendia à conexão da gravidade racional terrena – ficamos sem rumo! Constatamos surpresos que existe uma outra realidade paralela ao nosso ser – tão invisível e tão próxima!
Como é difícil ver e aceitar esse paradoxo sutil! A morte física é um acontecimento (o outro lado da moeda existencial) e não um fim em si mesmo. Viver em dois mundos – eis o desafio do Espírito na relação com a Alma e o Corpo!
Por que não estamos familiarizados com esse epifenômeno multidimensional?
Porque nos falta sensibilidade fina ou desenvolvida para se despertar e encontrar o Sentido Verdadeiro de Evolução ou Ascensão Ontológica (Metafísica-Espiritual). O hábito da auto-reflexão racional cria um mundo sem os parâmetros sutis e doces da sensibilidade pura e suave.
Charles Chaplin no último discurso do filme O Grande Ditador, nos deixou esta preciosa mensagem de grande sensibilidade:
“O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens...levantou no mundo as muralhas do ódio...e tem nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será violência e tudo será perdido”.
Então, nos recordamos da mensagem do poeta e cantor:
“Tenha fé em Deus, Tenha fé na vida.
Tente outra uma vez...
Não diga que a canção está perdida.
Beba pois a água viva está na fonte.
Você tem dois pés para atravessar a ponte.
Há uma voz que canta.
Há uma voz que dança.
Há uma voz que gira bailando no ar.
Basta ser sincero e desejar profundo.
Você será capaz de sacudir o mundo.
...Viva ...viva a Sociedade Alternativa” Raul Seixas
Prof. Bernardo Melgaço da Silva –
Pensamento para o Dia 20/11/2009

“Não há qualidade maior no homem que o amor altruísta, que se expressa no serviço aos outros. Tal amor pode ser a fonte da verdadeira bem-aventurança. A relação entre Karma e Karma Yoga deveria ser adequadamente compreendida. A ação (Karma) feita com apego ou desejo produz a escravidão, enquanto a ação altruísta, desprovida de desejo, se torna o caminho que leva à libertação (Karma Yoga). Nossa vida deveria tornar-se uma Comunhão Divina (Yoga), em vez de uma doença (Roga).”
Sathya Sai Baba
PÉROLAS DE SENSIBILIDADE: EU GOSTAVA TANTO DE VOCÊ (PADRE FÁBIO DE MELO) - TEXTO RECEBIDO PELA INTERNET

Eu acho que a gente vive tão mal, que às vezes a gente precisa perder as pessoas pra descobrir o valor que elas têm. Às vezes as pessoas precisam morrer pra gente saber a importância que elas tinham, e isso aconteceu uma vez na minha vida.
Estava eu na minha casa, de manhã, quando recebi um telefonema dizendo que minha irmã estava morta. Minha irmã mais nova, cheia de vida... de repente não existe mais.
Fico pensando assim, que às vezes, na vida, o ensinamento mais doído seja esse: quando na vida nós já não temos mais a oportunidade de fazer alguma coisa, o inferno talvez seja isso - a impossibilidade de mudar alguma situação. E quando as pessoas morrem, já não há mais o que dizer, porque mortos não podem perdoar, mortos não podem sorrir, mortos não podem amar, nem tão pouco ouvir de nós que os amamos.
Eu me lembro que uma semana antes de minha irmã morrer, ela havia me ligado. Foi a última vez que eu falei com ela, e eu me recordo que naquele dia eu estava apressado, com muita coisa pra fazer, e fiz questão de desligar o telefone rápido. Sabe quando você fala, mas fala na correria, porque você tem muita coisa pra fazer? E foi assim... se eu soubesse que aquela seria a última oportunidade de ver minha irmã, de olhar nos olhos dela, de falar com ela, eu certamente teria esquecido toda a pressa, porque quando a vida é assim, e você sabe que é a ultima oportunidade, você não tem pressa pra mais nada. Já não há mais o que eu fazer, e essa é a beleza da última ceia de Jesus.
Não há pressa, o momento é feito para celebrar, a mística da última ceia está ali, Jesus reúne aqueles que pra ele tinha um valor especial, inclusive o traidor estava lá.
E eu descobrir com isso, com a morte da minha irmã, que eu não tenho o direito de esperar amanhã pra dizer que amo, pra perdoar, para abraçar, dizer que é importante que é especial.
O amanhã eu não sei se existe, mas o agora eu sei que existe, e às vezes, na vida, nos perdemos... Eu me lembro quantas vezes na minha vida de irmão com ela, nós passávamos uma semana sem nos falarmos, porque houve uma briga, uma confusão. A gente se dava o luxo de passar uma semana sem se falar, e hoje eu não tenho mais nem 5 minutos pra conversar com alguém que foi importante, que foi parte de mim.
Não espere as pessoas morrerem, irem embora, não espere o definitivo bater na sua porta. Nós não conhecemos a vida e não sabemos o que virá amanhã. Viva como se fosse o último dia da sua história. Se hoje você tivesse que realizar a sua última ceia, porque é conhecedor que hoje é o último de sua vida, certamente você não teria tempo pra pressa. Você celebraria até o fim, e gostaria de ficar ao lado de quem você ama.
Viver o cristianismo é fazer a dinâmica da última ceia todos os dias. Viva como se fosse o último dia da sua vida; viva como se fosse a última oportunidade de amar quem você ama, de olhar nos olhos de quem pra você é especial.
E depois que minha irmã morreu, um tempo bem passado, eu descobrir porque eu gostava tanto dessa música que vou cantar agora. Ela não fala de um amor que foi embora; o compositor fez para a filha que morreu em um acidente; então, fica muito mais especial cantá-la e descobrir o cristianismo que está no meio das palavras, porque é assim, quando o outro vai embora é que a gente descobre o tamanho do espaço que ele ocupava.
Não sei por que você se foi,
Quantas saudades eu senti,
E de tristezas vou viver,
E aquele adeus não pude dar...
Você marcou a minha vida
Viveu, morreu
Na minha história;
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado,
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato.
Não quero ver pra não lembrar,
Pensei até em me mudar...
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Agora o triste da música é que a gente precisa conjugar o verbo no passado, a pessoa já morreu, já não há mais o que fazer. Mas não tem nenhum sofrimento nessa vida que passe por nós sem deixar nenhum ensinamento...
Tem que nos ensinar, não dá pra sofrer em vão. Alguma coisa a gente tem que extrair...
Extraia o sofrimento e descubra o ensinamento. Se ele algum dia me tocou e me deixou algum ensinamento, eu faço questão de partilhá-lo com você agora. Depois da morte da minha irmã eu faço questão de viver a vida como se fosse o último dia.
Já que o passado é coisa do inferno, e a gente não está no passado, muito menos no inferno, resta a possibilidade de mudar o verbo, de trazê-lo para o presente e de cantá-lo olhando para as pessoas que são especiais. Quem sabe cantando pra ela nesse momento...
Se ela está ao seu lado, se você tem algum amigo que mereça ouvir isso de você, alguém que faz diferença na sua história...
Ao invés de você dizer que gostava, você diz que gosta!
Vamos mudar o verbo! Vamos amar a vida! Vamos amar as pessoas antes que elas vão embora!
E eu...
EU GOSTO TANTO DE VOCÊ! EU GOSTO TANTO DE VOCÊ!
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
NOTÍCIAS DA GUERRILHA
GUERRILHA SE CONSOLIDA COMO ESPAÇO DAS ARTES CÊNICAS DO CARIRI
A Guerrilha do Ato Dramático Caririense é um projeto de grande repercussão e aceitação popular, consolidando- o como um importante veículo de difusão dos espetáculos locais.
Na noite de quinta-feira, a Cia. Mandacaru de Arte e Eventos apresentou a peça "AS IRMÃS CASTANHOLAS", escrita e dirigida por Joylson John Kandahar. O teatro estava lotado, demonstrando o prestígio da Guerrilha junto à população.
Cacá Araújo, coordenador do evento, adianta que, nestes 13 dias, mais de 3.500 pessoas assistiram aos espetáculos. Estima-se que até o dia 22, pelo menos 4.500 pessoas tenham participado da Guerrilha.
Sexta-feira, 20 de novembro, a Cia. Livremente de Teatro entrará em cena com o espetáculo "ESPERANDO COMADRE DAIANA", às 19h30min, no Teatro Rachel de Queiroz, em Crato-CE. O texto é de Emannuel Nogueira e a direção de Jean Nogueira.
Programa Cariri Encantado com Salete Libório
A apresentação é de Luiz Carlos Salatiel e Carlos Rafael Dias
Mostra Sesc Cariri de Cultura - Programação de Hoje, 19 de Novembro, no Crato - Por Valdenio
Mostra nos Bairros - 17H
Bairro: São Miguel
Cidade das Donzelas
Troupp Pas D’argent - Rio de Janeiro - RJ
Franzilino Sertanejo Peregrino Conta a historia de Carolino Que sem lenço, documento ou certidão, Chega na Cidade das Donzelas no meio do sertão E se espanta ao ouvir falar Que não existe nem homem ou mulher bonita naquele lugar E que as moças feias que habitam por lá Matam qualquer um que arrisca se aproximar Tentando desvendar esse mistério acolá A gente embarca nessa história, temendo nunca mais voltar...
RFFSA - Centro Cultural do Araripe
17h - - A Farsa do Panelada
Cia Artes Cínicas de Teatro - Tauá – CE
Um paneleiro conhecido popularmente como Panelada usa de má fé e se aproveita da ingenuidade de sua freguesa para conseguir ascender ao poder. A Farsa começa de fato quando, para ajudar Dona Marica e Dona Maroca, Santa Edwiges, a Padroeira dos Endividados, alinha-se à estirpe de personagens como Ferrabrás e Panelada. É uma história que mostra a convivência atual entre as figuras do corrupto, fraudador de impostos e ludibriador e, de outro lado, do inocente, esperançoso e alienado. A Farsa do Panelada mostra uma vitória dos oprimidos na derrubada do Paneleiro revestido de mau-caratismo.
18h - Treminhão
Recife - PE
Treminhão: grupo instrumental que trabalha as influências de outras culturas como a música eletrônica e jazz etc, de forma singular junto com os ritmos regionais de Pernambuco.
Teatro Municipal 20:00hs
Levantado do Chão
Usina de Artes - Rio Branco - AC
O roteiro de "Levantado do Chão" é uma adaptação feita pelo dramaturgo Juarez Dias do romance de mesmo nome escrito pelo renomado escritor português José Saramago. Na história, mergulhamos na luta, amor, dor e sofrimento de 4 gerações de uma mesma família: Domingos Mau-Tempo, o seu filho João e os netos António e Gracinda, casada com Manoel Espada e mãe de Adelaide. Eles representam o povo do Alentejo. Um povo do campo, pobre, trabalhadores da terra, que lutam contra as forças opressoras (os latifundiários, as forças da ordem e a Igreja). Vários ambientes serão representados no espetáculo.
Sesc Crato - 22:00hs
A Noite dos Palhaços Mudos
La Mínima - São Paulo - SP
Os palhaços Mudos são seres que habitam a cidade e dedicam-se a praticar palhaçadas. Existe uma seita, no entanto, que os considera uma ameaça alarmante e os persegue, na tentativa de extingui-los. Numa noite de caça a dois palhaços, conseguem capturar apenas um na tentativa de matá-lo, conseguem apenas arrancar seu nariz. O pobre mutilado escapa, e não conseguindo suportar a vergonha ele se desespera. Surge então o segundo Palhaço Mudo, que entende o que aconteceu e arrasta-o para um ousado resgate nasal. Perseguições em meio às sombras misturam-se a truques de magia, números musicais e outros absurdos cômicos, para apresentar os conflitos entre intolerâncias contemporâneas e a lógica do palhaço, se é que ela existe.
Galpão das Artes - 23:00hs
A Margem
Cia do Gesto - Rio de Janeiro - RJ
A história de dois moradores de rua, que dividem o cotidiano em uma relação criativa com o mundo, vivendo situações que vão do grotesco ao lírico é o mote do espetáculo A MARGEM. Criado para comemorar os 20 anos de pesquisa do teatro gestual da Companhia do Gesto, a montagem, sem nenhuma fala, é a síntese da trajetória de criações do grupo e reúne técnicas de máscaras, teatro de sombras, teatro de animação e cinema.
Crato Tênis Clube– Banquete Dionisíaco
22h Mangiare
Grupo Pedras - Rio de Janeiro - RJ
O espetáculo apresenta o tema da comida como num menu. O público é convidado a se sentar em três grandes mesas com capacidade total de 70 pessoas. De entrada uma salada oriental é preparada e servida ao público por uma mãe e duas filhas com seus conflitos e intimidades. O prato principal é feito por divertidas máscaras balinesas que sonham com a fortuna ao preparar um nhoque de inhame. Histórias e segredos culinários são confidenciados ao público por personagens que se sentam à mesa e o tema da compulsão é abordado com música, tragédia e humor. No final as sobremesa são oferecidas numa brincadeira de tentação e desejo. A música ao vivo que alimenta todo o espetáculo finaliza essa farra gastronômica. Bom apetite!
23h Tem Juízo Mas Não Usa
Lula Queiroga - Recife – PE
O pernambucano Lula Queiroga é nome de destaque no cenário da música brasileira. É parceiro de Lenine em várias músicas, com quem dividiu o Prêmio Sharp de melhor música (A Ponte) em 1998. o album Tem Juizo mais não Usa mescla samba, maracatu, pop e rock.
Mamelo Sund System
São Paulo – SP
Entidade sônica urbana movida a batidas, rimas & a vida, capitaneada pelos microfones de Lurdez Da Luz e Rodrigo Brandão, o Sound System original da Babilônia ganhou as ruas no fatídico ano 2000, com a missão de pavimentar novas avenidas no imaginário do hip hop brasileiro.
Farra no Cariri
Convidados - Várias
Por Valdenio (para o Blog do Crato)
Grupo de flautas da Escola Rotary se apresentará hoje no Rotary Club do Crato
COMPOSITORES DO BRASIL

Por Carlos Rafael e Zé Nilton
Luiz Carlos Salatiel é um dos mais importantes, atuantes e influentes artistas do cenário cultural cearense. Nado e criado no Cariri cearense, é desse solo, onde estão fincadas suas raízes familiares e culturais, que ele cria, recria, inova, revigora e vanguardiza sua arte extraída das entranhas multiculturais do povo cariri.
Cantor, compositor, ator de teatro e cinema, poeta, comunicador, militante e produtor cultural desde os anos de 1970, fazendo ainda incursões esporádicas no campo das artes plásticas e gráficas.
Iniciou sua carreira artística já no final dos anos de 1960 como “crooner” da banda de baile The Hunters, de Juazeiro do Norte.
Viveu intensamente os anos sessenta e setenta, antenado nas revoluções musicais (ouvia Beatles, Rollingstone, Jimmy Hendrix, Jane Joplin, Luiz Gonzaga e iniciou o gosto pela música cubana e caribenha... acompanhou daqui os ecos do Festival de Woodstock), feminina ( fazia eco aos revolucionários apelos de Bette Friedman em favor da libertação da mulher), estudantil ( maio de 1968 na Europa e seus desdobramentos no Brasil e no mundo) e, principalmente, foi um fiel admirador da contracultura hippie.
Achamos mesmo que Luiz Salatiel encarnou todas as determinações que criaram um novo mundo e suas múltiplas tendências, pela permanência dos fartos cabelos e barba, sem falar no modo de se vestir, sempre solto e descompromissado, que muito o destaca na seara humana e cultural desses Cariris.
Ao longo da década de 1970, Luiz Carlos Salatiel desponta, enfim, para toda região, como vencedor de vários festivais da canção, que aconteceram em Crato. Simultaneamente, participou do Grupo de Artes “Por Exemplo”, ao lado de Rosemberg Cariry, Cleivan Paiva, Jackson Bantim, Jefferson Júnior e outros, movimento cultural que sacudiu a cena local com a publicação de antologias de poesia e conto. O ponto alto de sua inquietação cultural foi a promoção do histórico Salão de Outubro. Esse acontecimento chamou a atenção do mundo cearense e selou o Crato como “capital da cultura”.
Ainda na década de 1970, participou como cinegrafista e produtor de vários projetos cinematográficos realizados na região, a exemplo de um documentário sobre Patativa do Assaré. Como ator, em 1992, fez papel de destaque no Filme “Corisco e Dadá”, do premiado cineasta caririense Rosenberg Cariry.
Obrigado a migrar para outros centros urbanos, como Recife, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro,- Salatiel, não obstante, sempre se manteve conectado com o que acontecia no Cariri. No final dos anos de 1970 e início dos anos de 1980, foi um dos fundadores e principais colaboradores do jornal Nação Cariri, que além de editar o referido periódico, editou discos, filmes e livros, e promoveu diversos eventos artísticos de integração dos artistas do Cariri com artistas de outras regiões.
Retornando ao Cariri, em meados dos anos de 1980, Salatiel integrou-se de corpo e alma ao movimento cultural que se desenvolveu em torno do Jornal Folha de Piqui. Apresentou o hoje lendário programa radiofônico Terra Brasilis e fundou a OCA - Officinas de Cultura e Artes & Produtos Derivados – responsável dentre outras realizações, pela gravação e edição de Avallon, primeiro disco do cantor e compositor cratense Abidoral Jamacaru.
Nos últimos vinte anos, Salatiel mantém-se incansável na sua militância cultural, mas com o diferencial de ter retornado aos palcos, atuando em eventos musicais e teatrais, a exemplo dos shows “Soy Loco por ti América Latina” e “Contemporâneo.” Eeste último tendo como base o repertório do disco homônimo que lançou em meados desta década.
Este homem de muitas faces e produto de muitas fazes é um exemplo de generosidade e de desprendimento. Debaixo dos caracóis de seus cabelos há uma cabeça voltada para viver a vida, mas, com responsabilidade. Foi, por muitos anos, um exemplo de servidor público, exercendo destacadas funções no Banco do Brasil.
Vamos estar, hoje, a partir das 14 horas, na Rádio Educadora, conversando e tocando as músicas desse excelente compositor brasileiro, no Programa COMPOSITORES DO BRASIL.
Limite (Pachelly Jamacaru e Luiz Carlos Salatiel), com Luiz Carlos Salatiel (Disco “Contemporâneo”, de Luiz Carlos Salatiel)
Dona Rute, Meu Amor (Luiz Carlos Salatiel e Geraldo urano), com Luiz Carlos Salatiel (Disco “Contemporâneo”, de Luiz Carlos Salatiel)
Luar de Oslo (Luiz Carlos Salatiel e Geraldo Urano), com Luiz Carlos Salatiel e João do Crato (Disco “Contemporâneo”, de Luiz Carlos Salatiel)
Leia na minha camisa (Luiz Carlos Salatiel e Geraldo Urano), com Pachelly Jamacaru (Disco “Com as palavras, as músicas”, de Pachelly Jamacaru)
Besame Mucho (Consuelo Velásques). com Luiz Carlos Salatiel (Disco “Fui”, de Manel D’Jardim)
Porque não cantar? (Pachelly Jamacaru), com Luiz Carlos Salatiel (Disco “Balaios da vida”, de Pachelly Jamacaru)
Visões do Paraíso (Zé Nílton), com Abidoral Jamacaru, Zé Nilton e Luiz Carlos Salatiel (Disco "De onde olho”, de Zé Nilton )
Sagração de Mateus (José Flávio Vieira e Luiz Carlos Salatiel), com Abidoral Jamacaru (Disco “Bárbara”, de Abidoral Jamacaru)
Girassóis (Calazans Callou e Geraldo Urano), com Luiz Carlos Salatiel (Disco “Perfeita mistura”, de Calazans Callou)
Limite -(Pachelly Jamacaru e Luiz Carlos Salatiel), com Banda Tchopo – RJ (Disco “Crias minhas”, inédito, de Pachelly Jamacaru)
Nossa Canção (Luiz Ayrão), com Luiz Carlos Salatiel (Disco “Timbres”, de Manel D’jardim)
Quem ouvir, verá!
Informação.
Programa Compositores do Brasil
Pesquisa, Produção e Apresentação de Zé Nilton
Sempre às quintas-feiras, a partir das 14 horas
Rádio Educadora do Cariri – 1020 klz
Apoio Cultural: CCBN
Pensamento para o Dia 19/11/2009

“O que precisamos salvaguardar e proteger atualmente são a Verdade e a Retidão, não a nação. Quando a Verdade e a Retidão forem protegidas, elas protegerão a nação. Portanto, a Retidão deveria ser nutrida em cada lar. Um lar não é um lugar trivial: ele é a morada da Retidão (Dharma), que protege e salvaguarda o país. O lar é o farol que ilumina e sustenta o mundo. As mulheres deveriam compreender que, independentemente de sua educação ou de sua posição, sua obrigação principal é proteger o lar. Onde as mulheres são honradas, há prosperidade e felicidade. As mulheres nunca deveriam ser menosprezadas ou tratadas com desrespeito. Um lar onde uma mulher derrama lágrimas estará privado de toda prosperidade.”
Sathya Sai Baba
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Crato, vocações e potencialidades - Por Océlio Teixeira
Aprovado no concurso, assumi, em agosto do mesmo ano, o cargo para o qual concorri. Logo comecei a fazer amigos e a conhecer o Cariri. Li sobre a história da região. Visitei cidades. Pesquisei sobre a festa do pau da bandeira de Barbalha. Acompanhei e acompanho as romarias de Juazeiro. Conheci e fiz aulas de campo no Caldeirão do Beato Zé Lourenço. Mantive contatos e li sobre as bandas cabaçais, reisados, penitentes, e tantos outros grupos representativos da cultura popular tradicional. Enfim, procurei conhecer o lócus que escolhi para viver, trabalhar e constituir família.
Ao longo desses quinze anos e alguns meses, percebi que o Cariri, não pode ser concebido com uma região homogênea, com uma história, uma economia e uma cultura únicas. Cada cidade tem sua história, sua cultura e seu jeito de ser. Cada cidade tem suas especificidades. E aqui quando falo cidade não estou me referindo aos prédios, às ruas e às praças, mas aos seus moradores, às pessoas que nela habitam, trabalham e constroem a sua dinamicidade nos mais diversos aspectos. Cada município tem a sua vocação, legada pela sua formação histórico-cultural. Nesse sentido, me pergunto: qual a vocação(ou vocações) do Crato?
Conforme iniciei o texto, o Crato é a Cidade da Cultura. Eis a vocação histórica do Crato. Essa vocação se deve, sobretudo, à vasta produção literária e histórica que aqui existe desde o século XIX, com a presença, por exemplo, de João Brígido que fundou o primeiro jornal do interior da Província do Ceará, O ARARIPE, em 1855, e produziu o livro: Ceará, homens e fatos, um clássico da historiográfica cearense, publicado já no século XX(1919). Ainda no século XIX, podemos destacar a fundação do Seminário São José, que representou o inicio do ensino superior no Crato e na região. Somem-se a esses eventos culturais, as lutas libertárias e republicanas comandadas pelos Alencar.
No século XX, quero destacar três grandes estudiosos. O primeiro, Irineu Pinheiro. Dentre seus diversos estudos destaco: O Cariri: seu descobrimento, povoamento e costumes(1950) e Efemérides do Cariri (publicado dez anos após sua morte, em1964). O segundo, Padre Antônio Gomes, também autor de diversas obras sobre a nossa história local e regional. Dentre suas obras enfatizo: Um civilizador do Cariri(1955) e A cidade de Frei Carlos(1971). O terceiro intelectual que faço menção é José Alves de Figueiredo Filho, grande estudioso da cultura e história do Crato e do Cariri. Dentre seus trabalhos, evidencio: História do Cariri(4 volumes, sendo o último publicado, não tenho certeza, em 1964).
No ano de 1953, esses intelectuais fundaram o Instituto Cultural do Cariri (ICC) e no ano de 1955 a Revista Itaytera, que é uma fonte inesgotável para se estudar e conhecer a história do Crato e do Cariri. Já nos anos de 1960 foi fundada a Faculdade de Filosofia do Crato, pertencente à Diocese de Crato. Em 1986, houve a criação da Universidade Regional do Cariri. Não podemos esquecer também a fundação da Diocese de Crato, em 1914, e do seu importante papel na educação da nossa cidade através dos colégios Diocesano, Santa Tereza e Pequeno Príncipe.
Ao longo do tempo, no entanto, este conceito de Cidade da Cultura foi ampliado, passando a incorporar também as manifestações da cultura popular e das artes. Hoje, quando falamos “cidade da cultura”, logo nos vem à mente esse rico legado historiográfico, cultural e literário, mas também as bandas cabaçais, os reisados, os manêro pau e tantas outras experiências populares. Mas será que todos os cratenses compreendem a importância dessa riqueza histórico-cultural? E mais: será que a atual geração está fazendo jus a ela? Quantos prédios históricos são conservados na cidade? Qual a política desenvolvida para manter os grupos da cultura popular e incentivar os mais jovens a se engajarem nesses grupos? Quantos cursos superiores foram criados nos últimos anos na cidade? Quantas faculdades aqui se instalaram?
A essa vocação cultural, artística e educacional, acrescento a vocação turística. O município de Crato possui uma potencialidade turística enorme. Aqui, podem ser desenvolvidos diversos tipos de turismo: o ecológico, o histórico-cultural, o científico, o religioso e outros mais. Deus nos deu de presente essas potencialidades. O que estamos fazendo com elas? É a pergunta, no meu entender, que todos nós nos devemos fazer.
Não quero aqui menosprezar as possibilidades econômicas, com a aquisição de empresas e indústrias. Muito pelo contrário. Devemos lutar para trazer para o Crato mais e mais investimentos privados e públicos. Agora, as duas vocações a que me referi acima podem atrair muitos investimentos e gerar riqueza para a cidade e seus habitantes. Há muitos exemplos de pequenas cidades, sobretudo na Europa, que vivem basicamente do turismo cultural, histórico, religiosos, etc.
Nesse sentido, me pergunto (e aqui não vai nenhuma crítica ao prefeito Samuel Araripe e demais administradores): porque o Crato não tem uma secretaria exclusivamente dedicada à cultura? E quero aqui registrar o excelente trabalho que a Daniela Esmeraldo está fazendo a frente da pasta da Cultura. Mas ela tem que cuidar também do esporte e da juventude. É muita coisa pra uma secretaria só. Uma segunda pergunta: porque o Crato não possui uma secretaria de turismo, ao invés de um departamento dentro da Secretaria de Desenvolvimento Econômico? Sei que existem as dificuldades financeiras do município, sobretudo neste ano de crise. Mas, não custa nada ousar e quebrar paradigmas.
Amigos leitores, amigos cratenses, esta é uma reflexão de um cratense de coração (e sempre digo que sou um caririense, pois adoro todas as cidades da região), com o objetivo de provocar uma discussão sobre a cidade que escolhi para viver. O olhar para o passado que fiz não é numa perspectiva saudosista, mas sim numa perspectiva de se aprender com nossos antepassados e planejarmos um presente e futuro promissores. E para isto devemos cada vez mais arregaçar as mangas e trabalharmos.
Escrito por Océlio Teixeira de Souza
12° DIA DE GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO
HOJE - 18.11.2009
DENTRO DA NOITE ESCURA, Cia. Livremente de Teatro (Juazeiro do Norte-CE), 19h30min , Teatro Rachel de Queiroz, Crato-CE

GUERRILHEIROS DO ATO DRAMÁTICO MOSTRAM O TEATRO CARIRIENSE!
Desde o dia 7 último, a Guerrilha do Ato Dramático Caririense, realizada no Teatro Rachel de Queiroz, em Crato-CE, mostra as principais produções das artes cênicas da região. Peças infantis, dramas, comédias, dança... É o universo Cariri revelado para si e para os visitantes de todas as partes do país e do planeta.
Ontem Wanderley Tavares encantou o público com o monólogo "COQUETEL", demonstrando a força da dramaturgia caririense.
Hoje, quarta-feira, dia 18 de novembro, será apresentado o espetáculo "DENTRO DA NOITE ESCURA", de Emannuel Nogueira, com a Cia. Livremente de Teatro, de Juazeiro do Norte-CE, dirigido por Jean Nogueira, às 19h30min, no Teatro Rachel de Queiroz, Crato-CE.
A Guerrilha do Ato Dramático Caririense é uma realização da Sociedade Cariri das Artes e Sociedade de Cultura Artística do Crato, Pontos de Cultura do Brasil, em parceria com grupos e companhias de artes cênicas do Cariri. A programação segue até o dia 22 de novembro de 2009.
Guerrilheiro Cacá Araújo
Coordenador Geral da Guerrilha do Ato Dramático Caririense
Programação da Mostra SESC em seu sexto dia de realização no Cariri, dia 18/11 (quarta-feira)
Mostra Sesc Cariri em seu sexto dia, não so movimenta o turismo na região: agrega história, arte e cultura; diversifica talentos e expande conhecimentos.Hoje destaque especial ao Seminário Arte & Pensamento , Márcia Tiburi, conversa com o público sobre Mulheres Místicas e Mulheres Reais: Uma Fratura Sertão".
Em Juazeiro, o destaque é a peça O Cantil, encenado pelo Teatro Máquina, a partir das 20h, no Teatro Municipal do SESC Crato. O espetáculo é uma metáfora a manipulação.Utiliza ventrículos atores e narrador manipuladores para falar da relação de poder. No Crato vale a pena conferir A segunda Toada para João e Maria, pela segunda vez no Cariri e em sua segunda apresentação musical. Encenam músicas de Chico Buarque, brincam com a platéia e dialogam entre si: dançam, bebem, refletem a vida e improvisam problemáticas atuais de maneira descontraída e bem humorada. Acontece a partir das 18h no RFFSA, penúltima apresentação do grupo de Dois antes do encerramento Overdoze - horas interruptas de espetáculo. Outro destaque musical vai para o Grupo Brasov (RJ) e Dani Trucheto(SP).
A Praça da Sé, em Crato, por sua vez, continua com a Feira de Livros. O evento começa às 10h e tem não só venda, mas também troca de publicações. Das 18h às 21h, acontecem intervenções de música e poesia. Às 16h, Manoel Ricardo Lima, doutor em teoria literária lança o livro: Quando todos os acidentes acontecem.
Já os moradores da cidade de Nova Olinda podem ouvir, a partir das 20h30, no Armazém do Som na Praça, O trio instrumental, Treminhão, mistura no palco ritmos como jazz, blues, música africana e música eletrônica em um som original de Pernambuco. E em Barbalha, o teatro se transforma nas dependências de um hospício feminino carioca, a Escola de Artes Reitora Violeta Gervaiseau torna-se palco para “Hysteria”. Cenicamente, abdica-se do palco e dos recursos de sonoplastia e iluminação, optando-se por um espaço não convencional, no qual a platéia masculina é separada da platéia feminina que é convidada a interagir com as atrizes. Esta interação, aliada a textos previamente elaborados, gera uma Dramaturgia híbrida, única a cada apresentação.
>Juazeiro do Norte:
. Memorial Padre Cícero
10h: João e o pé de Feijão (Turma do Papum- SC).
- 20h30: O Dragão ( Cia Amok- RJ).
. Largo do Memorial
- 17h: O Santo Guerreiro e Herói Desajustado (Cia São Jorge de Variedades- SP).
. Marcus Jussier
- 17h: Reprise(La Mínima- SP).
. Teatro Marquise Branca
- 18h: O Velho da Horta ( Cia Pequod de Teatro- RJ).
. Conexão Brasil CCBNB
- 19h: Inventário (Roda Gigante - RJ).
. Teatro Patativa do Assaré
- 23h: Império Love To Love (Ricky Seabra- RJ).
. Terreiro de Mestra Margarida e Armazém do Som
- 18h: Banda Cabaçal(Mestre Elias - Cariri).
- 20h30: Viagem Instrumental : Mandrágora - DF).
. Casa da Rua da Cultura
- 11 as 21h: Residência da Casa da Rua da Cultura (Cia de Teatro Stultífera Navis-SE).
- 22h: Abajú Lilás( Gupo Imagens- CE).
. Programação Especial (Sesc Juazeiro)
- 18h: Laboratório Trocas de Afetos - LATA ( Conversas Gravdas na UFC)Entrevistas com Ricardo Guilherme
- 14h: Seminário Arte & Pensamento – Dra. Márcia Tiburi -" Mulheres Míticas e mulheres reais: Uma Fratura do Sertão"
15h15min:Seminário Arte & Pensamentos –Dra. Nina Velasco e Cruz: " Paulo Bruscky : Um Artyista nordestino?
16h e 15 min : Debate com o público
Mediação : Dr. Dr. Luís Manoel Lopes.
LANÇAMENTO REVISTA LITERARIA POLICHINELLO no. 11 + Exposição das gravuras que ilustram este número da Revista
>Crato:
. Teatro Municipal
-10h: Tá Namorando! Tá Namorando! (Bagaceira-CE).
- 20h: O Cantil ( Teatro Máquina - CE)
. Praça da Sé
- 10h: Feira de Livros (Comercialização e Troca de Livros).
- 16h: Lançamentos de Livros – Música Popular (Dilmar Miranda/Izaíra Silvino).
- 18h às 21h: Performance Poética (Intervenções performáticas de música e poesia: Paulo Scott/Carlito Azevedo/Manoel Ricardo de Lima e Poetas do Cariri).
. Terreiradas
- 16h: Terreiro de Mestra Zulene Galdino – Bairro Vila Novo Horizonte. Guerreiro. Santa Madalena/ Pastoril da Mestra Galileia/ Banda Cabaçal Santo Expedito.
. Mostra nos Bairros
- 17h: Bairro Ponta da Serra. Reprise (La Mínima-SP).
- 18h30: Soldadinho do Araripe (Aquasis-CE).
. RFFSA
- 17h: O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado (Cia São Jorge-SP).
- 18h: Tributo a Marinês (João do Crato-CE).
. Sesc Crato
- 22h: Velôsidade Máxima (Fábio Vidal-BA).
. Galpão das Artes
- 23h: Império, Love To Love You Baby! (Ricky Seabra-RJ).
. Crato Tênis Clube
- 22h: Mangiare (Grupo Pedras-RJ).
- 23h: De La Raiz a La Eletrônica (Gaby Kerpel y Balvina Ramos-Argentina).
- 01h: Sem Nostalgia (Lucas Santtana –BA).
>Nova Olinda:
. Teatro Violeta Arraes
- 08h: O Rio que vem de Longe (Teatro Vneto Forte - SP).
- 19h: O Hiopnotizador de jacarés (Circo Girassol- RS).
. Armazém do Som na Praça
- 20h30: Treminhão - PE
. Artes Visuais
- 14h: Exposição Pina Bausch (Fotografia Dada Petrole).
>Barbalha:
. Praça Central
- 18h: Silencio Total- Cia Riso da Terra (PB)
. Teatro Neroly
- 19h: Roliude(João Ricardo Oliveira-RJ).
. Escola de Artes Reitora Violeta Arraes Gervaiseau – URCA
- 15:30h: Hysteria (Grupo XIX de Teatro - SP).
Enviado por ELIZANGELA SANTOS
Centro Cultural BNB Cariri: Programação Diária
Dia 18/11, quarta-feira
Música – Blues (com Michel Macedo)
14h Programa de Rádio na Educadora do Cariri AM. 60min.
Especiais - Atividades Infantis - ARTE RETIRANTE
16h Sessão Curumim: A Fuga das Galinhas. 84min.
Local: Caririaçu
19h Especiais - MOSTRA CONEXÃO BRASIL CCBNB (Mostra SESC - Cariri)
Centro Cultural BNB Cariri
Rua São Pedro, 337 - Centro - Juazeiro do Norte
Fone (88) 3512.2855 - Fax (88) 3511.4582
Professores, alunos e funcionários do Curso de Ciências Econômicas da URCA prestam homenagem a Alderico Damasceno
Menos de 12 horas após ser sepultado, Alderico de Paula Damasceno foi alvo de uma singela, porém significativa homenagem dos professores, alunos e funcionários do Curso de Economia da URCA.Na noite de ontem, 17/11, em vez de aula e trabalho, os corpos docente, discente e os funcionários do Curso de Ciências Econômicas da Urca prestaram um merecido e inadiável tributo a Alderico de Paula Damasceno, que durante sua profícua e longeva permanência como professor do Departamento de Economia dessa Universidade, construiu uma sólida relação de amizade e respeito para com todos.
O Salão da Terra, no Campus do Pimenta, permaneceu lotado durante a solenidade, que durou 90 minutos. Muitos estudantes permaneceram todo o tempo em pé, devido à grande quantidade de presentes.
O Coordenador do Curso de Economia, prof. Lima Júnior, que foi aluno de Alderico, coordenou o evento e apresentou outros professores do curso, muitos dos quais também foram alunos do saudoso professor.
O professor Marcos Eliano, atual decano desse Curso, relatou a longa convivência que teve com Alderico, destacando que essa relação antecedeu a própria Faculdade de Filosofia do Crato (instituição embrionária da URCA), pois uma irmã do falecido, Madre Damasceno, era diretora de um educandário de Mauriti, cidade caririense onde Eliano nasceu.
Na sequência, usaram da palavra os professores Felisberto Nunes, Rosemeire Matos, Valéria Pinho, João Luís da Mota, Carlos Rafael, Pedro Veras, Lima Júnior e Micaelson Lacerda, quando foram destacadas várias situações de puro ensinamento ministrado pelo Mestre Alderico, a exemplo da paixão e do amor com os quais exercia o magistério, sua imensa competência no ensino da História e da Economia, além da Geografia e da Filosofia, e sua imensa generosidade para com os colegas, alunos, funcionários e com a própria URCA.
Alderico dedicou cerca de sessenta dos seus noventa anos de vida à educação, quando contribuiu diretamente na formação de várias gerações de estudantes que hoje, na sua grande maioria, são profissionais de proa.
Por tudo isso, Mestre Alderico é merecedor de eternos votos de gratidão e homenagem.





