CENTRO CULTURAL BANCO DO NORDESTE - CARIRI
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Foto: Heládio Duarte



Lula chamou a ex-candidata do PV a presidente, senadora Marina Silva (PT-AC) - cujo apoio agora os petistas cobiçam - de "extraordinária companheira". "Entrou (no governo) quando eu quis e saiu quando ela quis. Quando ela decidiu sair do governo eu compreendi, quando saiu do PT compreendi, quando quis ser candidata eu compreendi, e agora compreendo que vá demorar um pouco para tomar a decisão. E talvez nem tome decisão, vá ficar um pouco neutra. Mas é importante lembrar que os eleitores vão-se movimentando, não estão parados." O presidente afirmou que, se conhece o tipo de voto dado a Marina, avalia que boa parte vai para Dilma. "Qual foi o recado que a população deu no dia 3? Diferentemente do que diziam, que o povo tinha medo de votar em mulher, 67% dos votos foram para as mulheres. Significa que o povo deu um recado: queremos uma mulher na Presidência da República", declarou.
Chegou o momento de você usar novamente a velha calça desbotada, boca-de-sino, a camisa Cacharrel (nesse calor?), sapato cavalo-de-aço, cordão-de-são-francisco, camisa Hang Ten, polaina, anel de brucutu, colar com o símbolo paz e amor e tamanco Dr. School. Não exagerem no perfume Lancaster, para os homens, e Contouré, para as mulheres. Vocês certamente vão escutar shame, shame, shame, Lady Marmalade, don't let me down, “Baila Comigo” e outros grandes sucessos das paradas. Não levem o lança perfume, pois não estamos no carnaval e ainda é proibido rsrsr
Eu vou de macacão LEE, procurar uma menina pra "tirar um sarro" e, quem sabe, tomar uma cuba libre dançando "My mistake"! rsrsrsr
Essa festa vai ser um barato! Venha à caráter para o espetáculo ficar mais bonito. Faça parte da decoração e do encantamento da noitada! (a vestimenta não á obrigatória, mas certamente vai ficar "de cinema" se você for vestido(a) com a moda dos anos 60, 70 ou 80).

O saber natural em sua ação persistente criou as condições de gerar filhos e os seres humanos em sua ignorância os expelem a sangue frio natimortos, quais eliminassem animais desnecessários, seus próprios semelhantes.
Houvesse leis pela preservação da vida em soberbas características de contenção dos desmandos praticados em redor do mundo e, decerto, a história mostraria inegáveis oportunidades de felicidade a esses tontos mortais esfomeados de prazer imediato.
Jamais, senão agora, demonstrações de ausência de lucidez parecerem crescer no horizonte esfumaçado da destruição na flor da idade, em meio aos escombros da barbárie que toma conta dos séculos. Símbolos de paz viraram motivos de ausência de critério, nas promoções desencontradas de minorias vencidas.
Mas falávamos da covardia do aborto... Que pouca honestidade para com os semelhantes a nascer essa atitude dos legisladores lusitanos... Nem de longe se deve imaginar uma coisa dessas para o Brasil, povo originário dos avôs do outro lado das marés, que desta vez desistem de querer renovar a espécie. Exemplos melhores já nos deram, com certeza... Lições práticas de vida, a língua, o sentimento latino, o fervor, a musicalidade. Agora, contudo, quebraram a cara e nós nos negamos a segui-los.
Tirar a vida, como querer? Não sabemos repor o viver de quem morre, por isso não se devem eliminar os seres humanos que aguardam as mesmas chances de brotar, crescer e conhecer.
A morte dos inocentes em gestação clama consciência, portanto. Falar na esperança dessas vidinhas em sumidouro, desejos de viver na lama dos ausentes, dói e requer disposição de ânimo aos que lutam pela paz. Aquilo que seria a festa das famílias, chegar de novos filhos, torna-se chama apagada no vento abusivo de vazias palavras soltas, derramadas.
E falar em amor exige coerência a uma civilização bandida, revirada nos laços das armadilhas, caminhos tortuosos, vilã matreira de poucas luzes. Gritos de promessas, entretanto, rasgam o espaço de sombra. A força de sobreviver, falando alto nas entranhas das gentes, indica o valor carinhoso de novos sonhos.
Quisessem reverter os quadros fantasmagóricos da indigência e praticassem hábitos justos e alegres de salvar os que, mais que antes, precisam nascer...
Tradição e inovação são características do Reisado Dede de Luna no Bairro Muriti no Cidade do Crato. O reisado teve sua primeira formação em 1955, no sítio Cobras constituída por homens que animavam as renovações em sítios do Município, as brincadeiras duravam de um dia para o outro. A segunda formação ocorreu em 1984 já no Bairro Muriti e tendo a frente as filhas do Mestre José Francisco Luna popularmente conhecido como Dedé de Luna.