Vezes outras e imaginava o que aconteceria no íntimo dos que escolhem trilhar a vida religiosa. Deixar de lado o glamour desse filão do corpo e da carne, e entrar nos universos do imponderável absoluto. Largar as paixões, as imprevisões saborosas dos sentidos, os devaneios da satisfação imediata, e mergulhar, sem retorno, sob o manto desconhecido das aspirações profundas, inescrutáveis, do mistério divino.
Poucos dias atrás, numa folhinha de calendário li citação do jornalista e político Artur da Távola de que opção não é escolha, é renúncia. Dada tal veracidade, repito a frase, pois noto quanta renúncia existirá nas opções que se fazem no decorrer das jornadas deste chão. Ninguém trocará de lugar que não tenha de largar o sonho dos lugares antigos, pois optar implica abandonar as outras possibilidades deixadas para trás.
Ao resolver seguir o percurso da renúncia, há méritos. A prática do casamento, por exemplo, define bem tais avaliações. Ali nubentes fecham as portas das histórias individuais do que poderiam ser e abrem as portas do que acontecerá, viagem só de ida, conquanto zerem o passado a fim de começar outro presente.
Nisso, as duas naturezas, de voltar os olhos para as virtudes, que significará desistir das ilusões e dos vícios, e decidir andar certo; adeus às torturas. Eis o motivo da afirmação bíblica que ninguém servirá a dois senhores.
A alegria da carne cumpre apetites físicos fugazes, charmes da juventude, nas altas voltagens dos fliperamas das festas. Ao passo que a alegria do religioso traz o pouso das luzes suaves nas afastadas capelas, longe do burburinho de multidões infebrecidas.
Parte-se do princípio de que a virtude cruzará portas estreitas, ao tempo em que largas são as portas da perdição... Perdição face ao panorama espiritual fervoroso do outro aspecto. Duas alegrias distintas, o preço da vida física e suas emoções fantasiosas e velozes, e o custo sacrificante da imaterialidade, nos propósitos ideais da perfeição, desistência de tudo o que alimentava as saudades vencidas, escolha em si dos termos físicos rejeitados. Assunto semelhante a depositar tesouro onde a traça e a ferrugem não possam destruir, das orientações de Jesus.
A fronteira destas duas alegrias estabelece de modo particular as leis dos dois países vizinhos no campo das batalhas individuais. Padrões diferentes de práticas exigem, pois, autenticidade nos momento da grave decisão de seguir. E após o passo definitivo, a sorte resta lançada. Ainda lembro, para concluir, destas palavras: O castigo do vício é o próprio vício; o mérito da virtude é a própria virtude. Adeus às ilusões, em nome da Luz superior.
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terça-feira, 5 de julho de 2011
O conflito das duas naturezas - Emerson Monteiro
O conflito das duas naturezas - Emerson Monteiro
Vezes outras e imaginava o que aconteceria no íntimo dos que escolhem trilhar a vida religiosa. Deixar de lado o glamour desse filão do corpo e da carne, e entrar nos universos do imponderável absoluto. Largar as paixões, as imprevisões saborosas dos sentidos, os devaneios da satisfação imediata, e mergulhar, sem retorno, sob o manto desconhecido das aspirações profundas, inescrutáveis, do mistério divino.
Poucos dias atrás, numa folhinha de calendário li citação do jornalista e político Artur da Távola de que opção não é escolha, é renúncia. Dada tal veracidade, repito a frase, pois noto quanta renúncia existirá nas opções que se fazem no decorrer das jornadas deste chão. Ninguém trocará de lugar que não tenha de largar o sonho dos lugares antigos, pois optar implica abandonar as outras possibilidades deixadas para trás.
Ao resolver seguir o percurso da renúncia, há méritos. A prática do casamento, por exemplo, define bem tais avaliações. Ali nubentes fecham as portas das histórias individuais do que poderiam ser e abrem as portas do que acontecerá, viagem só de ida, conquanto zerem o passado a fim de começar outro presente.
Nisso, as duas naturezas, de voltar os olhos para as virtudes, que significará desistir das ilusões e dos vícios, e decidir andar certo; adeus às torturas. Eis o motivo da afirmação bíblica que ninguém servirá a dois senhores.
A alegria da carne cumpre apetites físicos fugazes, charmes da juventude, nas altas voltagens dos fliperamas das festas. Ao passo que a alegria do religioso traz o pouso das luzes suaves nas afastadas capelas, longe do burburinho de multidões infebrecidas.
Parte-se do princípio de que a virtude cruzará portas estreitas, ao tempo em que largas são as portas da perdição... Perdição face ao panorama espiritual fervoroso do outro aspecto. Duas alegrias distintas, o preço da vida física e suas emoções fantasiosas e velozes, e o custo sacrificante da imaterialidade, nos propósitos ideais da perfeição, desistência de tudo o que alimentava as saudades vencidas, escolha em si dos termos físicos rejeitados. Assunto semelhante a depositar tesouro onde a traça e a ferrugem não possam destruir, das orientações de Jesus.
A fronteira destas duas alegrias estabelece de modo particular as leis dos dois países vizinhos no campo das batalhas individuais. Padrões diferentes de práticas exigem, pois, autenticidade nos momento da grave decisão de seguir. E após o passo definitivo, a sorte resta lançada. Ainda lembro, para concluir, destas palavras: O castigo do vício é o próprio vício; o mérito da virtude é a própria virtude. Adeus às ilusões, em nome da Luz superior.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Qual o melhor caminho? - Por Magali de Figueiredo Esmeraldo
As histórias de contos de fada que ouvimos de nossos pais e professores na nossa infância foram de grande importância para a nossa formação. Os contos de fadas além de despertarem a criatividade e a imaginação, transmitem os valores morais, além de incentivar o hábito da leitura. A convivência da criança com fadas e bruxas, com a bondade e a maldade e recebendo mensagens que lhes dão toda a esperança de que o bem sempre triunfa sobre o mal. Quando éramos crianças não percebíamos o verdadeiro sentido dessas histórias. Entendíamos como diversão, passa tempo ou brincadeira. Depois de adultos, é que descobrimos qual o verdadeiro objetivo dessas interessantes histórias. Através delas compreendemos que no mundo existe a bondade e a maldade. Quando ouvíamos aquelas histórias, absorvíamos a verdadeira mensagem que os contos de fadas nos passavam. Esses contos ajudam a formar pessoas com valores morais e a transmitir para cada criança que ler ou escuta, a existência do bem e do mal. O melhor é escolher o caminho da bondade e, combater a maldade.
É triste saber que o mundo está cheio de pessoas que preferem trilhar pelo caminho da maldade e se afastam de Deus para fazer o mal aos outros e ao mundo. O egoísmo humano e a ambição distanciam o ser humano de Deus e o leva a praticar todo tipo de maldade contra o seu próximo: calúnias, fofocas, discriminação, preconceito e as maiores injustiças com quem não merece.
Quem deixa o coração disponível à Graça de Deus, esse sim, escolherá o caminho da bondade. Abrindo a Bíblia no Livro do Eclesiástico (27,25-27) encontraremos a seguinte mensagem “Jogue uma pedra para o alto, e ela cairá em sua própria cabeça; dê um golpe por traição, e você receberá o golpe de volta. Quem cava um buraco, nele cairá; quem prepara uma armadilha ficará preso nela. O mal se volta contra quem o pratica, e sem que a pessoa saiba de onde ele vem.” Através desse precioso ensinamento poderemos concluir que Deus nos julga de acordo com os nossos atos na vida e na história. E que a justiça é a presença do próprio Deus entre nós. Nesse caso é muito melhor seguir o caminho da bondade e nos aproximarmos de Deus. Promover a paz, a harmonia e o bem entre as pessoas, nos dará a certeza que encontraremos a felicidade.
Por Magali de Figueiredo Esmeraldo
domingo, 3 de julho de 2011
A terapia do sentido - Emerson Monteiro
Viver precisa de sentido, caso contrário a jornada terrena exigirá bem maior disposição e esforços, transformada quase numa desistência permanente. A esta conclusão chegou, como matéria científica, o psiquiatra austríaco Viktor E. Frankl, judeu que fora prisioneiro em três dos tantos campos de concentração nazistas durante a Segunda Grande Guerra.
Esse sentido para viver alimenta o ânimo qual nutriente de extrema necessidade. Isso que deverá vir das aspirações inúmeras. Do gosto de aguardar alguém que se ama. Adorar a Deus com os vigores da alma. Empregar a esperança na realização dos sonhos vários. A viabilização de projetos pessoais. Uma obra social. Concretização das ideias vitalizadoras do desejo de seguir em frente, ainda que perante vultosos desafios. Reencontrar entes queridos. Rever amores inesquecíveis. Criar condições de sentir a presença dessa potencialidade, mesmo enquanto permanecer sob pressões, insalubridades e limitações.
Dr. Frankl experimentou de perto tais restrições de sobrevivência, ele e os outros companheiros de campos, nas atrocidades nazistas. Em seu papel de observador perspicaz, analisava sistematicamente o comportamento manifesto dos milhares de prisioneiros, configurando a tese do sentido qual motivo justo de continuar a vida. Eram temperaturas abaixo de zero, péssimos agasalhos, fome, maus tratos, estados psicológicos deprimentes, expostos às surpresas da patologia gratuita da guerra; e resistiam desde que houvesse uma razão para isto em cada qualquer deles.
Quando alguém sabia das notícias da morte dos familiares que aguardava de novo encontrar, logo perdia as forças. O cientista notava que aquele se entregava ao desânimo. Desistia de sair para trabalhar. Permanecia estirado no alojamento em que dormia. E dentro de pouco tempo sucumbia às misérias das circunstâncias que até ali suportara.
Perante os quadros que estudou, Viktor Frankl reuniu elementos suficientes de avaliação do contexto radical extremo para a existência humana sadia, os quais lhe forneceram meios de criar a Terapia do Sentido, ou Logoterapia, conforme denominou. Logos, termo grego que significa razão, sentido.
O fruto dessas vivências de um psiquiatra em um campo de concentração durante a Segunda Guerra hoje possui ampla divulgação em muitos países do mundo, e forma escola de importante valor no tratamento das dificuldades mentais de grandes contingentes que a ele recorrem.
Há um livro de sua autoria, editado no Brasil com o título de Em busca de sentido, publicação da Editora Vozes, ora na 20ª. Edição, que permite conhecer mais de perto informações a respeito desse importante instrumento de ampla utilidade a quem pretende aprofundar o assunto.
sábado, 2 de julho de 2011
Departamento de História da URCA promoverá evento sobre a Comuna de Paris
Fonte: Assessoria de Imprensa da Universidade Regional do Cariri – URCA
UM FUXIQUEIRO DA CORTE
Nesses últimos meses, apareceu no bloco de pessoas amigas, um cidadão de estatura mediana, gordinho, bisbilhoteiro, inconsequente, asqueroso, provocador de intrigas, causa mal-estar a sua presença no seio dos amigos.
Encontro dos Bancários do Cariri acontecerá neste domingo, 3/07
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Projeto Sonora Brasil
Gilberto Gil em Juazeiro do Norte - Emerson Monteiro
E outra vastidão de planícies oferece o tabuleiro das saudades vivas em forma de sinais acesos por dentro do peito. As portas do céu se abriram de par em par apresentando a cara dos milhões de pontos de luz que mergulharam as poças dos sabores. Frutos, flores, dores, tantos valores que as marcas do tempo fixaram quais riscos de tatuagem colorida no teto das cores, no vento que insistiu percorrer de frio morno os mesmos caminhos de si mesmo do compositor.
Houve novas alternativas de reviver e percorrera os caminhos andados, repetidos feitos de ardorosos cavaleiros dadivosos de amores e sonhos. Quantos amores extintos e nascidos outras vezes entre árvores de jardins eternos, paisagens fiel da solidão que sobrou.
Acordes e fiapos de bênçãos a percorrer o espaço azul do firmamento deram, pois, o tom das melodias. Enquanto desfilavam fantasiosos artistas de outras cenas por sobre a pele ressequida do eterno Cariri.
No palco, os músicos e seus acordes zoadeiros. O menestrel sacoleja as bases do público entregue às guitarradas que ele no passado trouxera à música popular brasileira. Gilberto Gil em Juazeiro do Norte na noite do dia final de junho de 2011 e seus retados baiões de Luiz Gonzaga, retorno aos cursos da história de quando o sertão sobrevivia só das esperanças de chuvas e poucos andavam aqui que não fosse à procura de inspiração às avessas. Poucas passagens desta fase do poeta cantor tropicalista vieram, no entanto. Ritmos, ritmos em profusão, com esmerados profissionais dos instrumentos. Isso bem no território dos romeiros, agora na fase dos melhoramento da parte do governo. O espetáculo aconteceu e agradou, porquanto a alegria envolveu todos. Festa mil das dimensões elevadas do som eletrônico de agora, força elétrica que preenche e sufoca sem deixar margem repouso ao silêncio intermediário, mania dos tempos atuais, cheio de tantas manias eletrônicas possantes.
Buscar no ele de hoje o Gil dos anos 60, tarefa quase impossível de obter sucesso. Aquele de antes, político, revolucionário, resistente, nem ele saberá dizer que mundos ou estrelas habita nos dias que chegaram no ido das suas 70 primaveras. Porém vital, coerente da própria maestria. Feliz de se saber cantado, lembrado das multidões que dançam fácil as suas composições de variação e riqueza criativa.
Mas, é isso, trazia pouca novidade posterior ao período em que ocupou o Ministério da Cultura, talvez até na época da adaptação profissional doutro momento.
Ícone, portanto, de um povo, Gilberto Gil canta no trecho intermediário do Norte ao Sul, neste Brasil de luminosidade sonora e praças abertas aos fulgores do artista popular consagrado.
Sindicato dos Bancários do Cariri convida para o Encontro Regional dos Bancários que acontecerá neste próximo domingo, 3/07
Programação
08h30m: Coffee Break
09h40: Palestra sobra Conjuntura Nacional (Palestrante a confirmar)
10h15m: Palestra da Dra. Sylvia Guterres (Dieese) sobre a Campanha Salarial 2011
10h55: Debate
12h30m: Encerramento c/Almoço
Promoção: SEEB Cariri
Data: 3 de julho de 2011
Local: Hotel Encosta da Serra (Av. Pedro Felício Cavalcante, 1898 – Grangeiro Crato-CE)
Fonte: Blog dos Bancários do Cariri
Pensamento para o Dia 01/07/2011

“A fé é como um vulcão em atividade. Dúvidas são como sementes. Nenhuma semente brotará em um vulcão ativo. Se suas dúvidas estão se multiplicando, significa que sua fé é fraca e instável, semelhante a um vulcão extinto. Onde há dúvidas, não pode haver fé. Suas dúvidas surgem ou desaparecem por causa de seu karma (ação) passado. Se sua fé é forte, nenhuma dúvida surgirá. Para realizar a Divindade, primeiro você deve se livrar de todas as suas dúvidas. De tempos em tempos, Deus sujeita você a vários testes. Esses não se destinam a puni-lo como você pode imaginar, mas para fortalecer a sua fé. Lembre-se sempre que o Divino age como testemunha. O Divino mostra o caminho para a auto-realização.”
Sathya Sai Baba
Nova reitora da Universidade Regional do Cariri toma posse
Fonte: Coordenadoria de Imprensa do Governo do Estado
quinta-feira, 30 de junho de 2011
O Contrato Social no Planeta Aquarius
Outro dia fui convidado, como de costume, para retornar ao meu planeta Natal Aquarius, depois dos procedimentos já devidamente expostos na Série Aquarianos, peguei a nave e fui ao meu velho Planeta Natal Aquarius, nem precisa dizer que tudo estava do mesmo jeito. vez lá o tempo real não existir. Entrei na conferência coloquei o chip Aquariano sentei confortavelmente na minha cadeirinha e á frente o telão em 3D, o tema a girar: O contrato social em Aquarius senti logo um dor violenta, talvez a ressonância magnética do Chip terráqueo, as lembranças das normas, das leis, das políticas, das desigualdades sociais, da infraestrutura, da educação, saúde, moradia, e para piorar a miséria como um pensamento fixo, acenei para o irmão que o meu processador estava com defeito, pois, a memória do Planeta Terra não tinha sido deletada eu estava em Aquarius, mas a memória terrena sempre a rondar minha imaginação – técnico disse que o meu chip seria virtual e real e eu como sempre, seria a cobaia mais uma vez, no meu querido Planeta natal Aquarius. Ora mensagens aquarianas, ora terrestres e a dor sempre aumentado, na verdade, uma dor imaginária visto em Aquarius não existir, o conferencista apareceu todo empolgado, já fui ficando desconfiando, vez em Aquarius não existir emoção, mesmo assim continuei a assistir atentamente a palestra, “Irmãos Aquarianos, nosso planeta, como é de conhecimento dos senhores tem a maior tecnologia do universo somos capazes de viajar a 1000 vez a velocidade da Luz e repor a matéria clara em escura, temos o Bóson de Higgs, para construção de vários universos, somos os melhores no espaço sideral na matéria ou na falta desta”. E haja palmas e mais palmas eu já estava tonto de tanta confusão, pois em Aquarius não existe emoção. O Sábio Aquariano pediu a palavra, o conferencista imediatamente repassou “Irmãos Aquarianos o que o conferencista discorreu é uma realidade, outrossim, somos assim, e seremos sempre, pois faz parte de nossa existência, porém não estou entendendo onde o irmão que chegar?”O Conferencista disse: Eu estava pensando na elaboração de um contrato social para Aquarius, pois estamos correndo o risco de abrigar outro irmão de outra galáxia aqui e ter que convier eternamente com ele, por falta de critérios técnicos, de leis específicas, enfim a continuar assim, seremos o abrigo do universo. Vamos perder nossa identidade enquanto planeta, para ser um astro de hospedagem. O Colega ao lado indagou o conferencista - isto é ruim para nós, - ruim o que? - Não ter um contrato social, - é que com as novas tecnologias seremos um alvo fácil, brevemente seremos descobertos. O Irmão disse: isto não é problema para nós vez o tempo real não existir ? Ao que o conferencista respondeu - não existe para nós, mas pode existir para eles. O irmão insistiu - este contrato social, tem um objetivo motriz- sim, respondeu o conferencista, - primeiramente vamos tratar da provável extradição dos novos habitantes. O Irmão rebateu -ainda não chegou ninguém e o senhor já pensa em expulsar o que não existe. -Meus queridos Aquarianos o tempo real não existe para nós, precisamos trabalhar com o tempo passageiro de outros planetas. Precisamos acompanhar o tempo do outro, para entender a utilidade da não existência no nosso.
Houve logo uma discussão acirrada sobre o tempo, na verdade o plenário esqueceu o contrato social, a extradição e passou a discutir a necessidade do tempo. O Conferencista perdeu o controle sobre a reunião e convidou o especialista em tempo, na verdade o velho sábio de Aquarius. O Sábio ligou o computador geral, focou a imagem tridimensional em toda platéia – Silêncio geral – O Sábio disse:- com relação à extradição o que fazem os terráqueos? Eu, a cobaia de sempre, levantei a mão e trêmulo disse: - sábio os terráqueos, aos indesejáveis, são expulsos! -O Sábio rebateu – sempre? Eu. pobre de mim. falei com a voz quase inaudível – Não – O sábio já perplexo perguntou - não como? – não sei como tive coragem de falar, mas falei – tudo depende da política. - O que é política? -não sei, ao que o sábio respondeu-primeiro nós vamos estudar a política, somente depois o contrato social, e finalmente a extradição. Pois o contrato social e a extradição são determinados pela política- Entendeu?
-Não
Alguma dúvida
-Todas
Mas é assim que a coisa funciona.
Tudo muda - Emerson Monteiro

As tais voltas que dá a vida dizem isso. O eterno movimento, que carece sabedoria para acompanhar. Ninguém vanglorie dias e coisas, turbilhão de passageiros em volta do velho trem, cinema cativo em permanentes atitudes positivas. Característica por demais das existências, a mudança reclama respeito no fim de aceitar os tamanhos que se possui. Contudo, adotar compreender o tanto que cabe, de um por um, sem invadir o território alheio e querer tomar à força o que lhe pertence.
O giro da Terra no espaço em torno de seu próprio eixo demonstra o ensino desta efetiva mudança. Olhar o céu e notar nuvens, deslocamentos do ar, os astros a correr, as posições do Sol. Saber seguir no ritmo que a natureza impõe. O humor variável das pessoas. O calor das temperaturas. Lições permanentes de flutuação, que chamam à responsabilidade os protagonistas do drama da continuidade.
Quais habitantes de enorme formigueiro, exército fervilhante de criaturas cria asas e voa, perante os cenários desta representação coletiva, às vezes, com boa vontade, conhecendo os mistérios que envolvem de perguntas assustadoras. Outras, arrancando raízes da tranquilidade e chamando a si o direito de reger a orquestra do silêncio ainda que ignorando o sabor das notas musicais.
Entretanto adotar, com humildade, o funcionamento independente das peças no tabuleiro, que reclamam qualquer norma, dos princípios e das origens. Caso contrário, o formigueiro entraria em compassos de espera ou destruição, num resultado melancólico.
Conhecer o espaço que nos cabe de herança no bolo em elaboração, e ajustar os valores que precisamos adquirir na viagem dos giros que a vida oferecer.
Por maior seja nome, posição, fama, a dimensão do freguês só comporta os conceitos de Igualdade, Liberdade, Fraternidade. Todos iguais perante a Lei comum. Seres dotados de Liberdade para criar as proporções pessoais e sociais. Irmãos entre irmãos sob teto azul do Infinito.
Deveras, como tudo muda neste chão, e ninguém se vanglorie quando há um Eu que fala disso todo tempo nas ações da Natureza perene; dentro do coração das pessoas; na luz de toda consciência. Há um núcleo de perfeição em tudo isto. Um foco dominante de claridade que indica certeza e persistência. O otimismo qual razão de trabalhar os momentos com extrema habilidade, semelhante aos artistas que produzem suas telas nascidas da inspiração pura. A arte de viver, que exige, por isso, dedicação, paz e aceitação das transformações que a vida impõe, para contar histórias felizes aos nossos filhos e aos filhos deles, os novos atores vindos alegres ao mesmo palco.
Sindicato dos Bancários do Cariri convoca categoria para a Assembleia Geral Extraordinária que acontecerá hoje, 30/06/2011
1. Escolha de Delegado ao 22º Congresso dos funcionários do Banco do Brasil, que se realizará nos dias 9 e 10 de julho de 2011, em São Paulo-SP;
2. Escolha de Delegado ao 27º CONECEF, que se realizará nos dias 9 e 10 de julho de 2011, em São Paulo-SP;
3. Escolha de Delegado à Conferência Regional da FETEC/NE, que se realizará nos dias 15 e 16 de julho de 2011, em Recife-PE;
4. Escolha de Delegado à Conferência Nacional dos Bancários, que se realizará nos dias 29 a 31 de julho de 2011, em São Paulo-SP;
5. Posse dos Delegados Sindicais do BB, BNB e CEF;
6. Apreciação do Balanço Financeiro/2010 do SEEB/CARIRI.
NOTÍCIAS DA URCA
quarta-feira, 29 de junho de 2011
PROGRAMA CARIRI ENCANTADO SONORIDADES (29/06/2011)
Onde ouvir
Rádio Educadora do Cariri AM 1020 e www.radioeducadoradocariri.com.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Notícias da URCA
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Projeto sobre cultura popular será fortalecido na URCA
O Projeto “No Terreiro dos Brincantes” desenvolvido pela Universidade Regional do Cariri – URCA, através da Pró-reitoria de Extensão, Instituto Ecológico e Cultural Martins Filho – IEC e o Coletivo Camaradas será fortalecido. O projeto é desenvolvido desde o ano passado e consiste na pesquisa, registro e divulgação das manifestações da cultura popular da região do Cariri, a partir da produção de pequenos documentários que são disponibilizados publicamente na rede mundial de computadores, a internet. O material é um importante instrumento pedagógico que pode ser utilizado nas escolas do Ensino Básico.
Já foram produzidos pelo Projeto os seguintes documentários: As Mulheres do Coco da Batateira; Mestre Cirilo; Mestra Zulene Galdino e Reisado Dedé de Luna. Estão sendo finalizados mais quatro documentários: Reisado do Sassaré de Potengi; Festa Popular da Malhação do Judas; A diversidade na Festa do Pau de Santo Antônio e o Carregamento do Pau de Santo Antônio de Barbalha.
Além dos vídeos, o projeto visa propiciar vivencias e momentos de estudos em parceria com estudiosos, mestres e brincantes da cultura popular.
No Período de 17 a 20 de agosto será realizada a primeira Mostra de Vídeos Brincantes que receberá trabalhos de diversos estados brasileiros e o acervo recebido seguirá a mesma lógica do projeto, ou seja, estará disponível para ser reproduzido para as escolas e pesquisadores.
A Pró-reitoria de Extensão da URCA visando fortalecer o projeto abriu “convocatória” para preenchimento de 20 vagas na monitoria voluntária para alunos dos cursos de graduação da Instituição. Os alunos selecionados passaram por oficinas sobre noções de fotografia e filmagens, palestras com pesquisadores e mestres da cultura popular.
Para a Pró-Reitora de Extensão, Arlene Pessoa, o projeto faz um resgate importante da cultura popular e contribui para despertar o olhar das novas gerações. Ela destaca que essa é uma experiência exitosa dos trabalhos de extensão desenvolvidos pela URCA, com investimentos de baixo custo.
Serviço:
Projeto “No Terreiro dos Brincantes”
Pro - Reitoria de Extensão – PROEX/URCA Campus Pimenta
(88) 3102-1200
Pensamento para o Dia 27/06/2011

“Se você vê o mundo com amor, ele se mostrará cheio de amor. Se você o vê com ódio, tudo lhe parecerá adverso. Os olhos cheios de amor cintilam com brilho e alegria. Olhos cheios de ódio mostram-se vermelhos e com medo. Seus pensamentos determinam suas ações - boas ou más. O mundo externo refletirá seus pensamentos. Você deve considerar todo o universo como um templo de Deus. Você deve considerar tudo que é belo e grande na natureza - as altas montanhas, os vastos oceanos, as estrelas no céu - como proclamando a glória e o poder do Divino. A doce fragrância das flores, o suco delicioso das frutas também devem ser considerados como símbolos do amor e da compaixão de Deus.”
Sathya Sai Baba
