
URCA realiza mais uma vez o Palco Sonoro durante a Expocrato
Terça Feira - Dia 12
17:00 - Área Restrita
18:00 - 4º. Estágio
19:00 - Aécio Ramos
19:40 - B´Haves
20:00 - Elisa Moura
20:40 - Trimurti (Instrumental)
21:00 - Cariri Blues
Quarta--feira – Dia 13
17:00 - Black Out
18:00 - Sétimo Selo
19:00 - Fatinha Gomes
19:40 - Luciano Brainner
20:00 - Cícero Gnomo
20:40 – Calazans Callou
21:00 - Jord Guedes
21:00 – Cleivan Paiva
Quinta-feira- Dia 14
17:00 - Cantigar
18:00 - Zabumbeiros Cariris
19:00 - Synkrasis
19:40 - Abidoral Jamacaru
20:00 - Ermano Moraes
20:40 - João Do Crato
21:00 - Ibbertson Nobre
21:40 - Beatles Cover
Sexta-feira – Dia 15
17:00 - Tábua De Pirulito
18:00 - Dom Rasta
19:00 - Plataforma Vip
19:40 - Legalize It
20:00 - Godivas
20:40 - Liberdade & Raiz
21:00 - De Repente Blues
21:40 - Batista Trio
Sábado
17:00 - Black Boy Dance/ Filhos De Maria
18:00 - Stênio Lima
19:00 - Rinaldo
19:40 - MPB Trio
20:00 - Soul Musical
20:40 - Alvaro Holanda
21:00 - Herdeiros Do Rei
A PLURALIDADE SONORA DO CARIRI SE OUVE AQUI !
RESPONSÁVEIS PELA PRODUÇAO DO PALCO SONORO URCA/BNB:
LUIZ CARLOS SALATIEL: 9921477 e PAULO FUÍSCA e CARLOS RAFAEL DIAS
Seja colaborador do Cariri Agora
segunda-feira, 11 de julho de 2011
URCA realiza mais uma vez o Palco Sonoro durante a Expocrato
A sétima arte - Por José de Arimatéa dos Santos
| Foto extraída do Google Images |
domingo, 10 de julho de 2011
BRINCANTES DE TEATRO ABREM AS TREZE PORTAS...
EXPOCRATO: HISTÓRIA
Para melhorar a pecuária local
Genecias Noronha é a favor da emancipação de municípios
sábado, 9 de julho de 2011
Lançamento do livro “Juazeiro, Magia e Poesia”
Em Juazeiro, no dia 23 de julho de 2011 – às 19 h
Local – Hotel Cariri Plaza
Endereço: Praça Padre Cícero
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Somos folhas em branco - Emerson Monteiro

Quem dá significado aos objetos e acontecimentos, e às outras pessoas, é a cabeça da gente, a mente da gente. Por isso, preocupações sujeitam atrapalhar o compasso de esperar os minutos seguintes. Todo penso é torto, no que diz a experiência. E peru é quem morre de véspera, noutra cogitação. Fôssemos viver de pensar, renderia quase nada, vez que significados inexistem na realidade, quando eles só representam o produto do que se pensa. A gente importa as visões e as trabalha na oficina da cabeça, ferreiro insistente, quando já se tem tanta coisa para cuidar; e ainda saímos juntando troços e fazendo fogueiras no juízo, cipoal do desassossego.
Enquanto isto, o mecanismo das pessoas possui um dispositivo interno que solucionará o drama de tais preocupações. Lá bem no centro, no meio da ciranda apressada dessas coisas em atividade, mora a paz.
A fim de chegar a esse lugar importante carece, no entanto, concentrar o esforço gasto com o pensamento, a energia gasta nos movimentos que criam os sentidos na tela da imaginação. Manusear com gosto este procedimento produzirá resultados jamais vistos. No mínimo evitar-se-á as chamadas depressões mentais, os buracos sem fundo que constrangem e reduzem o peso da alegria que temos e poucos usam com rotina. Durante os quadros escuros da caminhada, precisa esquecer o que desafina o instrumento individual. Aqui ao lado de você reside a outra possibilidade de viver com satisfação cada minuto, independente da ânsia dos resultados. Limpar as leiras da responsabilidade e germinar plantas boas.
Plantar bons frutos hoje, no momento presente, e aguardar resultados favoráveis. Catar as sementes das histórias vividas, selecionar as melhores e fincar com gosto nas terras infinitas do coração. Todo tempo é tempo de felicidade. Evitar o mal e fazer o bem, aos outros, à natureza, a cada ser, inclusive a si próprio. Encher a própria bola servirá de motivo de viver bem e com sabedoria. Certos das leis da Natureza, tratemos de corrigir o rumo da viagem e conduzir o barco às águas tranquilas das estações seguras, livres dos traumas e contradições que sumiram na fumaça dos vícios de antigamente.
Essa modalidade valiosa de aplainar estradas no horizonte iluminado de sol sempre funcionará. Largar hábitos que diminuem a satisfação de crescer representa oportunidades positivas. Expulsar os insetos do território e dormir melhor, no exercício de olhar acima das perturbações desnecessárias; quanta coerência em agir desta maneira.
Ouço dizer que o olho do furacão é de pura calma. A agitação fica no entorno em que os ventos sacolejam o espaço. Mas no miolo as correntes de ar impacientes guardam inteira harmonia. A lição desse fenômeno explica como controlar a máquina do pensamento e evitar as desordens em volta. Buscar de tal modo o ponto do equilíbrio, que ocasionará surpresas agradáveis e dias abençoados.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
PROGRAMAÇÃO DO ANIVERSÁRIO DE 29 ANOS DA ACB – 04 de julho de 1982
Prezados/as Senhores/as,
Temos a honrar de divulgar e convidar as organizações parceiras governamentais e não governamentais, agricultores/as, beneficiários/as dos projetos, enfim, todas as pessoas que acreditam no trabalho da Associação Cristã de Base – ACB para as festividades alusivas aos seus 29 anos.
As comemorações tiveram inicio ainda no mês de junho/2011 durante a realização e XI EXPROAF, com os lançamentos da Cartilha do “Projeto Agroflorestação Recuperando Ambientes” e do livro: Socializando Conhecimentos.
Contamos com a presença de V.S.a durante a programação que segue abaixo:
· Café da manhã na Feira Agroecológica da ACB: exposição de publicações e apresentações artísticas.
Local: sede da ACB - Crato
Data: 08 de julho de 2011, a partir das 07:30 h.
· Encontro de Avaliação e Planejamento: Reflexão sobre os 29 anos da ACB
Avaliação dos Programas e Projetos: P1MC; PACS; ATER/ATES; Agroflorestação; Feira Agroecológica, entre outras ações.
Local: Crato
Data: 28 e 29 de julho de 2011
Atenciosamente,
Manoel Jorge Pinto da Franca
Diretor Executivo
Francisca Carla Costa Sousa
Secretária Adjunta
Maria Aparecida de Oliveira
Diretora Financeira
Show com a Banda ALMAH (Componentes da banda ANGRA) no SESC Juazeiro do Norte
OBS: A banda ALMAH não se apresentará dentro do Teatro SESC Patativa do Assaré, por conta da grande expectativa de público!
O show acontecerá na área aberta, entre a galeria de artes e a biblioteca, chamada de "Terreiro da Mestra Margarida".
A entrada para o público será às 19h mediante a entrega de 2 Kg de alimento não perecível.
Não será entregue ingresso antecipadamente!
Para os shows dos dias 21 e 22 de julho de 2011, os ingressos serão distribuídos a partir das 17h.
--
GestorTécnico do Programa Cultura
SESC Juazeiro do Norte
Tel.: (88) 3587 1065/ 3512 3355 - Rm 218
Cel.: (88) 9931 4503
antonioqueiroz@sesc-ce.com.br
toimdobaixo@gmail.com
CRATO SUBESTIMADO
O cratense anda sem ânimo pelo pesaroso desgaste ocorrido sempre pela massa política.
Há muito tempo nota-se o povo desanimado devido a falta de coesão dos políticos desta terra, que não sabem distinguir o que vem de mal para o município.
De momento a momento, as autoridades de Fortaleza, desprezando o Crato, não oferecem nada que valha a contribuir com avanço tecnológico intelectual da juventude cratense. Tudo que vem para nós é surrupiado pela massa ignóbil de outras plagas, pois levam tudo para si, como querem ser o maioral, dizendo com o pensamento obscuro que o Cariri é só o Juazeiro.
Isso é infâmia, e um desdouro ao município do Crato e aos municípios pertencentes à área metropolitana do Cariri.
Não aceitamos essas medidas descabidas por que pela lógica o Crato é o município mais viável para ser contemplado com obras relevantes e que acelerem o desenvolvimento equilibrado e com entusiasmo desse povo que vem sofrendo há anos.
Também o povo cratense deve esquecer picuinhas e venha contribuir com entusiasmo, acabando com as intrigas que sempre ocorrem durante a administração no decorrer dos anos.
Vemos um povo desanimado e desequilibrado emocionalmente. É preciso criar coragem, ser otimista, lutar com denodo a fim de ajudar e reclamar desses políticos apáticos para que deixem de lado o comodismo e venham buscar metas que nos favoreçam com o trabalho e o bem-estar da população. Para isso precisa união de forças iguais com o intuito de exigir desses políticos trabalhos eficazes para que venham contornar a situação inconstante desse povo que ora aparece sem entusiasmo e sem força de vontade.
Nós, os cratenses, não suportamos mais essa situação vexatória que nos leva ao desprezo político. Olhem, o Crato está entregue à sua própria sorte, sem eira nem beira e sem ramo de figueira. Ah, Crato velho sofredor. Agora parodiamos Luiz Gonzaga: cadê as indústrias que não vamos atrás? Cadê a nossa Universidade que foi diretamente para outra plaga, deixando o Crato à deriva e os homens não souberam reagir?
Se não nos querem, somos favoráveis a uma campanha plebiscitária desejando passar o Crato para Pernambuco, pois só assim esses carcarás se verão livres de nós e nós deles.
Agora mesmo, os comerciantes estão revoltados com a construção de calçadões nas praças, pois deixam a cidade sem ponto de estacionamento. Haja vista que a cidade do Crato precisa mais de expansão arterial, dando vias de acesso às várias localidades que querem conectar com o nosso município.
É preciso que tenham objetividade e usemos a cabeça para pensar num município gigante no futuro.
Até logo.
Crato-CE, 6 de Julho de 2011.
Prefeito do Crato quer construir avenidas para desobstruir o trânsito caótico do centro da cidade
NE - Na verdade, só quem mora no Crato sabe que a frota de veículos automotivos cresceu de tal maneira nos últimos anos, que durante certos horários, já acontecem vários congestionamentos, além de praticamente não haver mais espaços para estacionamento no centro. O projeto da construção de avenidas faz parte do projeto de ampliação do atual parque de exposições e consta no PRU - Plano de Requalificação Urbana do município, elaborado por esta administração.
O prefeito disse ainda que conta com a sensibilidade do governador Cid Gomes, que com certeza não vai negar esse benefício ao Crato, quando estiver a par de todo o projeto. O prefeito frisou ainda que a construção das avenidas talvez seja até mais importante do que o do próprio parque de exposições, já que elas trariam inúmeros benefícios à população o ano todo. Uma das avenidas partiria do Grangeiro e Lameiro, passando pelo Parque de exposições, Vila Lobo, Estátua N.S de Fátima e seguindo "por dentro" até o Centro de convenções, o que criaria novos bairros na cidade entre as avenidas, desafogaria o tráfego que vai para o parque Grangeiro, Grangeiro e Lameiro vindo de juazeiro, além da valorização de espaços urbanos próximos às avenidas. Segundo Samuel Araripe, o Crato precisa se desenvolver para estas áreas que ficam entre o Grangeiro e a Vila lobo, e a reformulação da malha viária da cidade é a pedra fundamental para o cresciemnto do Crato nos próximos 20 ou 30 anos.
Na reunião, o projeto completo foi apresentado em Datashow
As avenidas criariam novos bairros na cidade, e valorizariam espaços.
Reportagem e Fotos: Dihelson Mendonça
Agradecimentos a Christiano Siebra pelo envio dos gráficos.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
ANIVERSÁRIO DA ACB - 29 ANOS CONSTRUINDO UM NOVO MODELO DE VIDA PARA SEMIÁRIDO CARIRIENSE
Graças esta decisão acertada, nascia umas das principais organizações da sociedade civil da região do Cariri, do Estado do Ceará e do Brasil. Acham que estou exagerando na minha afirmação, vejamos, a ACB participou dos principais movimentos pela reforma agrária da região do cariri, esteve presente em movimentos que culminaram com a criação do Assentamento 10 de Abril – Crato, do Assentamento São João – Antonina do Norte.
Foi protagonista dos primeiros debates sobre as tecnologias apropriadas para a convivência com o semiárido, da agricultura alternativa e da temática ambiental na região do Cariri. Quem não se lembra das primeiras cisternas de placa construída na região, nem sonhávamos que pudesse se transformar em política pública e principalmente dirigida pelas organizações da sociedade civil. As barragens subterrâneas, tecnologias sociais de captação de água subterrânea, construídas na região e sistematizadas numa cartilha pela ACB que foram espalhadas por todos os cantos do Nordeste.
No campo ambiental, a ACB participou ativamente da criação em 1999 da ASA – Articulação do Semiárido Brasileiro, movimento da sociedade civil organizada realizado durante a COP3 – Recife- PE, articulação que conta atualmente com mais de 750 organizações. Na conjuntura local construiu junto com outros parceiros I Seminário de Combate a Desertificação da Região do Araripe, que consolidou também a criação do Fórum Araripense de Prevenção e Combate a Desertificação.
Foi precursora de um sistema de manejo da caatinga, quando em 1994 trouxe para o debate e implementação os sistemas agroflorestais ou popularmente chamados de “agroflorestas”, desde então a ACB passou a ser referência na difusão da ideologia e da técnica, construindo interativamente com agricultores e agricultoras familiares uma ação efetivamente sustentável para o semiárido brasileiro.
Esta caminhada proporcionou uma integração consciente da produção, da comercialização e de estratégias de certificação, que culminou com a criação de espaços alternativos de comercialização, a exemplo da Feira Agroecológica da ACB fundada em 2003 e de novas feiras distritais, nas comunidades de Ponta da Serra e Monte Alverne, ainda em processo de consolidação.
Para finalizar, cito também a importância da ACB nos debates conceituais dos temas relativos ao semiárido, na proposição e execução de políticas publicas, na participação e representação efetiva da sociedade civil, compondo comissões, conselhos, fóruns, no nível municipal, estadual e nacional.
Com base nestes elementos, compreendo e reafirmo que ao longo de sua existência a ACB realmente contribui para a construção de um novo modelo de sociedade para a região do Cariri Cearense.
ACB Parabéns pelos 29 anos de fundação, com muita satisfação e respeito,
Atenciosamente, subscreve,
Manoel Jorge Pinto da Franca - Engenheiro Agrônomo, mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente e atualmente Diretor Executivo da ACB.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Programa Cariri Encantado Sonoridades – 06/07/2011
Onde ouvir
Rádio Educadora do Cariri AM 1020 e www.radioeducadoradocariri.com
O conflito das duas naturezas - Emerson Monteiro
Vezes outras e imaginava o que aconteceria no íntimo dos que escolhem trilhar a vida religiosa. Deixar de lado o glamour desse filão do corpo e da carne, e entrar nos universos do imponderável absoluto. Largar as paixões, as imprevisões saborosas dos sentidos, os devaneios da satisfação imediata, e mergulhar, sem retorno, sob o manto desconhecido das aspirações profundas, inescrutáveis, do mistério divino.
Poucos dias atrás, numa folhinha de calendário li citação do jornalista e político Artur da Távola de que opção não é escolha, é renúncia. Dada tal veracidade, repito a frase, pois noto quanta renúncia existirá nas opções que se fazem no decorrer das jornadas deste chão. Ninguém trocará de lugar que não tenha de largar o sonho dos lugares antigos, pois optar implica abandonar as outras possibilidades deixadas para trás.
Ao resolver seguir o percurso da renúncia, há méritos. A prática do casamento, por exemplo, define bem tais avaliações. Ali nubentes fecham as portas das histórias individuais do que poderiam ser e abrem as portas do que acontecerá, viagem só de ida, conquanto zerem o passado a fim de começar outro presente.
Nisso, as duas naturezas, de voltar os olhos para as virtudes, que significará desistir das ilusões e dos vícios, e decidir andar certo; adeus às torturas. Eis o motivo da afirmação bíblica que ninguém servirá a dois senhores.
A alegria da carne cumpre apetites físicos fugazes, charmes da juventude, nas altas voltagens dos fliperamas das festas. Ao passo que a alegria do religioso traz o pouso das luzes suaves nas afastadas capelas, longe do burburinho de multidões infebrecidas.
Parte-se do princípio de que a virtude cruzará portas estreitas, ao tempo em que largas são as portas da perdição... Perdição face ao panorama espiritual fervoroso do outro aspecto. Duas alegrias distintas, o preço da vida física e suas emoções fantasiosas e velozes, e o custo sacrificante da imaterialidade, nos propósitos ideais da perfeição, desistência de tudo o que alimentava as saudades vencidas, escolha em si dos termos físicos rejeitados. Assunto semelhante a depositar tesouro onde a traça e a ferrugem não possam destruir, das orientações de Jesus.
A fronteira destas duas alegrias estabelece de modo particular as leis dos dois países vizinhos no campo das batalhas individuais. Padrões diferentes de práticas exigem, pois, autenticidade nos momento da grave decisão de seguir. E após o passo definitivo, a sorte resta lançada. Ainda lembro, para concluir, destas palavras: O castigo do vício é o próprio vício; o mérito da virtude é a própria virtude. Adeus às ilusões, em nome da Luz superior.
O conflito das duas naturezas - Emerson Monteiro
Vezes outras e imaginava o que aconteceria no íntimo dos que escolhem trilhar a vida religiosa. Deixar de lado o glamour desse filão do corpo e da carne, e entrar nos universos do imponderável absoluto. Largar as paixões, as imprevisões saborosas dos sentidos, os devaneios da satisfação imediata, e mergulhar, sem retorno, sob o manto desconhecido das aspirações profundas, inescrutáveis, do mistério divino.
Poucos dias atrás, numa folhinha de calendário li citação do jornalista e político Artur da Távola de que opção não é escolha, é renúncia. Dada tal veracidade, repito a frase, pois noto quanta renúncia existirá nas opções que se fazem no decorrer das jornadas deste chão. Ninguém trocará de lugar que não tenha de largar o sonho dos lugares antigos, pois optar implica abandonar as outras possibilidades deixadas para trás.
Ao resolver seguir o percurso da renúncia, há méritos. A prática do casamento, por exemplo, define bem tais avaliações. Ali nubentes fecham as portas das histórias individuais do que poderiam ser e abrem as portas do que acontecerá, viagem só de ida, conquanto zerem o passado a fim de começar outro presente.
Nisso, as duas naturezas, de voltar os olhos para as virtudes, que significará desistir das ilusões e dos vícios, e decidir andar certo; adeus às torturas. Eis o motivo da afirmação bíblica que ninguém servirá a dois senhores.
A alegria da carne cumpre apetites físicos fugazes, charmes da juventude, nas altas voltagens dos fliperamas das festas. Ao passo que a alegria do religioso traz o pouso das luzes suaves nas afastadas capelas, longe do burburinho de multidões infebrecidas.
Parte-se do princípio de que a virtude cruzará portas estreitas, ao tempo em que largas são as portas da perdição... Perdição face ao panorama espiritual fervoroso do outro aspecto. Duas alegrias distintas, o preço da vida física e suas emoções fantasiosas e velozes, e o custo sacrificante da imaterialidade, nos propósitos ideais da perfeição, desistência de tudo o que alimentava as saudades vencidas, escolha em si dos termos físicos rejeitados. Assunto semelhante a depositar tesouro onde a traça e a ferrugem não possam destruir, das orientações de Jesus.
A fronteira destas duas alegrias estabelece de modo particular as leis dos dois países vizinhos no campo das batalhas individuais. Padrões diferentes de práticas exigem, pois, autenticidade nos momento da grave decisão de seguir. E após o passo definitivo, a sorte resta lançada. Ainda lembro, para concluir, destas palavras: O castigo do vício é o próprio vício; o mérito da virtude é a própria virtude. Adeus às ilusões, em nome da Luz superior.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Qual o melhor caminho? - Por Magali de Figueiredo Esmeraldo
As histórias de contos de fada que ouvimos de nossos pais e professores na nossa infância foram de grande importância para a nossa formação. Os contos de fadas além de despertarem a criatividade e a imaginação, transmitem os valores morais, além de incentivar o hábito da leitura. A convivência da criança com fadas e bruxas, com a bondade e a maldade e recebendo mensagens que lhes dão toda a esperança de que o bem sempre triunfa sobre o mal. Quando éramos crianças não percebíamos o verdadeiro sentido dessas histórias. Entendíamos como diversão, passa tempo ou brincadeira. Depois de adultos, é que descobrimos qual o verdadeiro objetivo dessas interessantes histórias. Através delas compreendemos que no mundo existe a bondade e a maldade. Quando ouvíamos aquelas histórias, absorvíamos a verdadeira mensagem que os contos de fadas nos passavam. Esses contos ajudam a formar pessoas com valores morais e a transmitir para cada criança que ler ou escuta, a existência do bem e do mal. O melhor é escolher o caminho da bondade e, combater a maldade.
É triste saber que o mundo está cheio de pessoas que preferem trilhar pelo caminho da maldade e se afastam de Deus para fazer o mal aos outros e ao mundo. O egoísmo humano e a ambição distanciam o ser humano de Deus e o leva a praticar todo tipo de maldade contra o seu próximo: calúnias, fofocas, discriminação, preconceito e as maiores injustiças com quem não merece.
Quem deixa o coração disponível à Graça de Deus, esse sim, escolherá o caminho da bondade. Abrindo a Bíblia no Livro do Eclesiástico (27,25-27) encontraremos a seguinte mensagem “Jogue uma pedra para o alto, e ela cairá em sua própria cabeça; dê um golpe por traição, e você receberá o golpe de volta. Quem cava um buraco, nele cairá; quem prepara uma armadilha ficará preso nela. O mal se volta contra quem o pratica, e sem que a pessoa saiba de onde ele vem.” Através desse precioso ensinamento poderemos concluir que Deus nos julga de acordo com os nossos atos na vida e na história. E que a justiça é a presença do próprio Deus entre nós. Nesse caso é muito melhor seguir o caminho da bondade e nos aproximarmos de Deus. Promover a paz, a harmonia e o bem entre as pessoas, nos dará a certeza que encontraremos a felicidade.
Por Magali de Figueiredo Esmeraldo
domingo, 3 de julho de 2011
A terapia do sentido - Emerson Monteiro
Viver precisa de sentido, caso contrário a jornada terrena exigirá bem maior disposição e esforços, transformada quase numa desistência permanente. A esta conclusão chegou, como matéria científica, o psiquiatra austríaco Viktor E. Frankl, judeu que fora prisioneiro em três dos tantos campos de concentração nazistas durante a Segunda Grande Guerra.
Esse sentido para viver alimenta o ânimo qual nutriente de extrema necessidade. Isso que deverá vir das aspirações inúmeras. Do gosto de aguardar alguém que se ama. Adorar a Deus com os vigores da alma. Empregar a esperança na realização dos sonhos vários. A viabilização de projetos pessoais. Uma obra social. Concretização das ideias vitalizadoras do desejo de seguir em frente, ainda que perante vultosos desafios. Reencontrar entes queridos. Rever amores inesquecíveis. Criar condições de sentir a presença dessa potencialidade, mesmo enquanto permanecer sob pressões, insalubridades e limitações.
Dr. Frankl experimentou de perto tais restrições de sobrevivência, ele e os outros companheiros de campos, nas atrocidades nazistas. Em seu papel de observador perspicaz, analisava sistematicamente o comportamento manifesto dos milhares de prisioneiros, configurando a tese do sentido qual motivo justo de continuar a vida. Eram temperaturas abaixo de zero, péssimos agasalhos, fome, maus tratos, estados psicológicos deprimentes, expostos às surpresas da patologia gratuita da guerra; e resistiam desde que houvesse uma razão para isto em cada qualquer deles.
Quando alguém sabia das notícias da morte dos familiares que aguardava de novo encontrar, logo perdia as forças. O cientista notava que aquele se entregava ao desânimo. Desistia de sair para trabalhar. Permanecia estirado no alojamento em que dormia. E dentro de pouco tempo sucumbia às misérias das circunstâncias que até ali suportara.
Perante os quadros que estudou, Viktor Frankl reuniu elementos suficientes de avaliação do contexto radical extremo para a existência humana sadia, os quais lhe forneceram meios de criar a Terapia do Sentido, ou Logoterapia, conforme denominou. Logos, termo grego que significa razão, sentido.
O fruto dessas vivências de um psiquiatra em um campo de concentração durante a Segunda Guerra hoje possui ampla divulgação em muitos países do mundo, e forma escola de importante valor no tratamento das dificuldades mentais de grandes contingentes que a ele recorrem.
Há um livro de sua autoria, editado no Brasil com o título de Em busca de sentido, publicação da Editora Vozes, ora na 20ª. Edição, que permite conhecer mais de perto informações a respeito desse importante instrumento de ampla utilidade a quem pretende aprofundar o assunto.
sábado, 2 de julho de 2011
Departamento de História da URCA promoverá evento sobre a Comuna de Paris
Fonte: Assessoria de Imprensa da Universidade Regional do Cariri – URCA
UM FUXIQUEIRO DA CORTE
Nesses últimos meses, apareceu no bloco de pessoas amigas, um cidadão de estatura mediana, gordinho, bisbilhoteiro, inconsequente, asqueroso, provocador de intrigas, causa mal-estar a sua presença no seio dos amigos.

