
“Recentemente, ouvir palestras e discursos tornou-se um modismo, uma mania. Quando eles são ouvidos uma vez, as pessoas imaginam que sabem tudo. Não se contente meramente em escutar de conselhos. O que você ouviu deve mais tarde ser contemplado e, assim, impresso na mente depois de vivido e expresso em pensamento, palavra e ação. Só assim pode a Verdade ser um tesouro no coração, só então ela pode fluir através das veias e manifestar-se em todo seu esplendor através de você.”
Sathya Sai Baba
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“Se a filosofia védica (Vedanta) é pronunciada como um papagaio, sem qualquer tentativa de colocá-la em prática em sua própria conduta, isso não apenas corresponde a enganar os outros, mas enganar a si mesmo, que é ainda pior. Portanto, você deve ser do modo como você gostaria que os outros fossem. Não é a natureza de um aspirante espiritual (Sadhaka) procurar defeitos nos outros e esconder seus próprios. Se seus defeitos são apontados para você pelos outros, não argumente e tente provar que está certo, e não tenha rancor contra essa pessoa. Avalie internamente como você está errando e corrija seu comportamento. Por outro lado, racionalizar isso para sua própria satisfação ou armar uma vingança contra quem lhe mostrou seus erros — esses certamente não são os traços de um aspirante ou de um devoto (Bhaktha).”
Sathya Sai Baba
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sábado, 22 de maio de 2010
Pensamento para o Dia 22/05/2010
Projeto Ficha Limpa - Emerson Monteiro
Afinal o Congresso aprovou (dia 19 de maio de 2010) o projeto Ficha Limpa, dificultando assim o registro de candidatos às eleições brasileiras que hajam sido condenados por crimes graves após decisão colegiada da Justiça (mais de um juiz). A inelegibilidade do político será de oito anos.
Eis medida das mais prudentes, que de há muito reclamava definição, porquanto lugar de apenado é sob a guante da Lei e não a representar faceiros a coletividade, numa atualização das melhores, pois, com ênfase neste ano eleitoral.
Filtrar ao máximo vira assim palavra de ordem na política brasileira e afasta do cenário graves ameaças que circulam livres nos corredores das urnas, a cada pleito.
Sabe-se, no entanto, que a decisão final da política veem dos eleitores. As práticas carecem de urgentes mudanças no trato com o voto, sobretudo por parte dos responsáveis diretos pelo assunto, no caso os votantes.
Inexistiriam corruptos não houvesse corruptores. No caso da política, o procedimento torna-se de mão dupla. Corruptos e corruptores tendem a se confundir no decorrer da dramatização, palco eivado de vícios crônicos.
Quando candidatos inescrupulosos aliciam batalhões de eleitores para chegar e permanecer nos mandatos agem premidos pela solicitação das benesses fruto da inanição secular do mercado em que se tornou o território das madrugadas eleitoreiras.
O mesmo tanto ocorre no instante em que eleitores estendem as mãos para receber benefícios, inconscientes do poder auspicioso que tem o voto na determinação do futuro da sociedade.
Aspira-se, por isso, diante da recente decisão que os fichas limpas honrem o vigor da nova legislação e que o panorama da política nacional mereça valores proporcionais à grande carência de líderes comprometidos mais com o povo do que consigo próprios e suas camarilhas ambiciosas.
“Se Deus é por nós quem será contra nós?”- por Magali de Figueiredo Esmeraldo
A pessoa que coloca Deus em sua vida, não tem que temer nada, pois o sim dado a Ele, protege-a de todo mal, das forças e de pensamentos negativos lançados na sua direção. A confiança no amor de Deus faz a pessoa enfrentar no dia a dia da vida, tribulações, sofrimentos, injustiças e mesmo assim saber que está amparada por Deus. Quem vive de acordo com o projeto de Deus tem a certeza de que Ele está sempre ao seu lado e que a força vinda Dele o torna muito mais capaz de enfrentar o sofrimento.A sociedade se afasta cada vez mais de Deus e de seu projeto, que é um projeto de amor, justiça e paz. Por isso muitas pessoas não possuem mais amor, respeito e consideração pelos seus semelhantes. Entretanto acreditando em Deus e se dispondo a fazer a sua parte, pode-se ajudar a construir um mundo mais humano e fraterno. Se nos inspirarmos na fé do apóstolo Paulo, um autêntico cristão, ajudaremos a construir uma sociedade mais justa.
Paulo em sua carta aos romanos diz que: “Se Deus está a nosso favor, quem estará contra nós?” Diz também: “Quem poderá nos separar do amor de Cristo?” “Deus não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós.” (Rm 8, 31-39) O que poderemos temer, quando sabemos que Deus manifestou seu amor em Jesus Cristo? Essa certeza Paulo tinha de que como cristão, não podia ter medo de passar por dificuldades, por perseguições, por martírio ou por qualquer forma de dominação, pois nada poderá desfazer o que Deus já realizou.
Paulo sofreu muitas tribulações e perseguições por anunciar o Evangelho. Enfrentou fome e nudez quando estava na prisão e teve consciência de que o seu caminho o levaria a morte.
Para viver o projeto de Deus o cristão enfrenta uma série de conseqüências. Paulo viveu numa sociedade repressora e injusta que perseguia os cristãos. O cristão tem que lutar com uma atitude vitoriosa contra essas forças que querem destruir o projeto de Deus. Para Paulo, “nada, nem ninguém poderá nos separar do amor de Deus que está presente em Cristo Jesus, nosso Senhor”. (Rm 8,39)
O apóstolo Paulo é um exemplo para todos. De perseguidor dos cristãos, ele se tornou um discípulo de Jesus e divulgou o Evangelho através das suas viagens. Tinha uma fé tão forte que percorreu o mundo enfrentando todas as dificuldades para anunciar o Evangelho. E graças a Paulo a mensagem de Jesus Cristo chegou até nós.
Por Magali de Figueiredo Esmeraldo
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Relembrando Quintino Cunha – Por Carlos Eduardo Esmeraldo
Eu ainda sou daquele tempo em que andávamos nas velhas “Sopas do Anselmo” pela poeirenta estrada velha do Crato ao Juazeiro. Época em que os mais jovens, quando sentados nos ônibus ou lotações, se levantavam para oferecer o lugar aos mais velhos ou às mulheres. A não observância desse princípio de boa educação era tida como uma grande indelicadeza. Depois, estudando em Salvador, observei uma transição. Em vez de cederem o lugar para senhoras e idosos, os jovens pediam apenas para segurar os embrulhos dos mais velhos e senhoras. O que convenhamos, já era alguma coisa se comparada ao procedimento dos jovens de hoje.Atualmente, quando estou em Crato, e me desloco de ônibus do São José ao centro da cidade, não vejo os jovens oferecerem seus lugares aos mais velhos, como eu fazia, então. Talvez seja porque meus cabelos teimam em permanecerem castanhos escuros. Graças a isso, conforto-me pensando ser ainda uma criança. Aliás, a cada visita ao Crato, sinto que retorno um pouquinho mais jovem.
Outro dia, numa calçada, vi duas senhoras conversando enquanto caminhavam. Uma delas aparentava mais de 70 anos. Como eu caminhava um pouquinho atrás, sem querer escutei a conversa. A mais velha mostrava-se indignada pelo fato dos jovens não respeitarem os mais velhos. E contava à amiga que, juntamente com o irmão que tem mais de 85 anos, estavam no terminal de ônibus da Praça da Estação, para seguirem até a Parangaba. Quando o ônibus chegou, um grupo de estudantes do Liceu furou a fila e tomou a frente dela e do seu irmão, ocupando todos os assentos do ônibus, sem nenhuma preocupação com o coitado do velhinho, que ia em pé se lastimando das dores nas pernas e na coluna. A essa altura, pedindo desculpas às duas idosas me intrometi na conversa delas:
– O seu irmão deveria ter feito como fez Quintino Cunha há mais de sessenta anos – Disse-lhe eu.
– E o que foi que ele fez? – Indagou a velhinha. Então eu respondi:
– Ele entrou num ônibus lotado e ninguém lhe ofereceu o lugar. Chegou perto de uma mocinha que estava despreocupadamente sentada no banco da frente e lhe disse:
– “Moça, eu vou me sentar no seu colo!”
– “Com essa carinha?” – Indagou a jovem.
– “Não, com a minha bundinha!” Completou o genial Quintino Cunha
As duas senhoras esboçaram um risinho tímido e antes que dissessem qualquer coisa comigo, apressei meu passo e segui em frente. De longe olhei para trás e elas sorriram para mim.
Por Carlos Eduardo Esmeraldo
REPÚBLICA DOS ACOMODADOS - Pedro Esmeraldo
Não têm objetividade, não reagem aos estímulos negativos, não se impulsionam em defesa da terra, simplesmente esperam que caiam manás do céu como no tempo de Moisés.
Vivem com a consciência perturbada, temendo não cumprir com o dever dignamente e não satisfazerem com o trabalho digno a fim de impulsionar o desenvolvimento firme e equilibrado.
Declaramos que com muita firmeza o que mais desejamos é vermos o Crato crescido economicamente e intelectualmente, caminhando no caminho reto e exercer a prática democrática sem cambalacho que surgem nas profundezas das voçorocas malignas que ora aparecem aqui, principalmente no bairro do seminário, agravando a situação do povo com ameaças de danificar as residências desse bairro, atemorizando a situação desse mesmo povo os políticos nada fazem a não ser em épocas eleitorais pondo em si as palavras insalubres, pois o seu objetivo é enganar o povo com banana e bolo.
Cratenses, agora aproximam as eleições "das esferas federal e estadual" e nós, os cratenses, deveremos tomar cuidado com os carcarás que vêem de fora buscar votos tirando a oportunidade de elegermos os nossos representantes. Tomamos isso como uma afronta, já que andam completamente fora do eixo e nada fazem por nós e ainda impedem que os filhos desta cidade de elegerem, porque eles são bem dotados de dinheiro vivo para a compra de votos, vivem enganando o povo incauto colocando-o completamente fora do eixo da terra, não fazem nada por nossa cidade. Constantemente ouvimos os filhos desta cidade dizerem: Ora essa, os filhos daqui não fazem nada por isso vamos dar oportunidade aos de fora pra ver se fazem alguma coisa.
Enganam o povo sem sinceridade e dizem asneiras, observando portanto que o povo usa o pessimismo doentio, entregando a cidade aos carcarás e fiquem sabendo esses bichos, são os que não fazem nada mesmo, visto que não vão deixar de trabalhar pela sua terra em benefício da nossa. Por isso empregamos essa palavra popular: Mateus primeiros os teus e portando não vamos descuidar dos filhos da terra porque ruim com eles, pior sem eles.
Senhores é possível orientar o povo, mostrando o caminho verdadeiro que é o caminho da sinceridade, do amor a terra e queremos que seja tudo em torno de nós os cratenses, legítimos e adotivos e com certeza teremos amor a cidade.
A nossa opinião, e de falarmos que todos os cratenses não deverão dar apoio moral e eleitoral a esse pessoal que nos sugar, levando o bom desta cidade para outras plagas.
Crato - Ce, 21 de maio de 2010
Dialogando com Elmano Rodrigues Pinheiro - por José do Vale Pinheiro Feitosa
Também é interessante o próprio uso do substantivo idiotice que é a qualidade de quem é idiota. Mas certamente o Elmano não falava do substantivo idiota como está dicionarizado, aquele do pouco discernimento. O mais provável é que falasse do oportunismo, do puxa-saquismo, da palhaçada de atos e manifestações. Claro que na política.
Por conta da postagem foi muito interessante o grande número de comentários. O Armando Rafael politizou a discussão de fato e acho que não caiu na bobagem de achar a política idiotice. O Carlos Rafael acusou o problema de transformar política em apenas briga de vizinhos, tipo aquela que se mata até por um problema de lixo na calçada. Já a Alessandra Bandeira, demonstrando o quanto os blogs são ricos para desvendar as diferentes visões, se mostrou cansada com a política.
Mas continuo achando que o Elmano, literalmente pisando em ovos, pois trás uma mensagem de racionalidade, traduzida como paz, na verdade não interdita o debate político. Ao contrário dar ao debate uma dimensão real, tem rostos como aquele painel de gentes, que vai desde o Padre Ágio a Dom Nilton, de Humberto Cabral aos Vaqueiros Encourados.
A política é, na essência, o próprio discurso humano. E o discurso humano já é, de cara, a interação, no mínimo, entre duas pessoas. E quando duas pessoas interagem, começa a política. Quando normalmente se escuta alguém dizendo que não gosta de política que não a compreende, logo imagino que tem dificuldade é com debates públicos. Às vezes familiares e até mesmo entre colegas.
Política não apenas se faz nos entes públicos. As empresas privadas, as Organizações Sociais, os blocos de Carnaval ou as organizações das Quadrilhas de São João fazem política e decidem através da política. A outra coisa é o comportamento social e, portanto, político das pessoas.
A ética é o centro deste comportamento. A ética de qualquer natureza, especialmente aquela que sustenta o direito do outro em divergir e de receber melhores argumentos sobre aquilo de que discorda. Talvez o que o Elmano tenha dito é que a idiotice seja o desconhecimento da ética por parte de alguns discursos políticos ou de alguns “métodos” empobrecidos de argumentos e que visam apenas denegrir o adversário.
O Elmano, acho que de modo consciente e muito inteligente, abordou a pluralidade através das fotos. Uma pluralidade que segue na contramão da exclusão, da interdição, da hegemonia de certos discursos políticos. Enfim, o Elmano trata a rigor dos espaços plurais, onde a política deixe de ser compreendida como apenas o veículo para uma única idéia. Especialmente em se tratando de anos eleitorais.
Aliás, mais do que nunca em anos eleitorais é necessários o bom embate e a exposição das diferenças. Se tem uma coisa que é favorável à humanidade é que ela pode até ser errática em tentativas diferentes, mas esta multiplicidade de visões tem sido um eixo fundamental da sua sobrevivência na natureza deste planeta terra.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Espetáculo promete ser "estopim" no Crato
Muitas surpresas poderão acontecer na próxima quinta-feira, dia 27, no Espetáculo “Nós, o estopim”. O espetáculo faz parte de uma experiência artística que envolve interação, engajamento e diversãoA arte e vida são duas coisas inseparáveis para o pensamento artístico contemporâneo. A vida às vezes confunde-se com a arte e vice-versa, foi a partir desse conceito que surgiu a idéia de montar o espetáculo “Nós, o estopim” que será apresentado em exibição única na próxima quinta-feira, dia 27, a partir das 19 horas, no Sesc Crato.
“Nós, o estopim” é um espetáculo contemporâneo, engajado e interativo que levanta temas polêmicos e atuais, além de reunir o popular e a cultura de massa, através de várias linguagens artísticas, como vídeo, teatro, música, dança, performance e poesia.
O Espetáculo tem um elenco de cerca de 50 de pessoas a maioria são alunos da Escola de Ensino Fundamental e Médio Gov. Adauto Bezerra que há cerca de dois meses vem se preparando através de ensaios e oficinas com artistas ligados ao Coletivo Camaradas.
Durante o espetáculo serão recitadas poesias de cunho social de Cacá Araújo, Rosemberg Cariry, Patativa do Assaré, Salete Maria, Geraldo Gonçalves e Alexandre Lucas.
A aluna do Polivalente, Waleska Lima ressalta que essa é uma forma nova e diferente de abordar a arte. “Estou aprendendo que arte envolve muita reflexão sobre a sociedade”, diz aluna.
A aluna Jessíca Evandra que participa do elenco destaca que a forma do espetáculo trabalhar a questão da mulher é dignificante. Ela acredita que o “Estopim” será impactante.
Já o estudante Eduardo Lima diz que será um desafio e cita que essa será uma oportunidade para quem nunca foi ao Teatro. “Eu nunca vi algo desse tipo. É diferente de tudo que já vi”, enfatiza.
O espetáculo faz parte do projeto desenvolvido pelo Sesc denominado Performance Poética que visa divulgar os trabalhos de poetas da região do Cariri.
A família Patativa estará no espetáculo

O poeta que deixou uma grande contribuição para a poesia engajada no país Antônio Gonçalves da Silva o Patativa do Assaré será uma das figuras lembradas no espetáculo. A filha do poeta Geraldo Gonçalves e sobrinha do Patativa do Assaré, Poliana Gonçalves destaca que sente-se privilegiada em poder contribuir com a difusão do trabalho poético da sua família. Ela enfatiza que o espetáculo é algo provocativo e tem uma preocupação social em todo o seu processo. "Patativa deve está aplaudindo com seus versos esse trabalho"
O CRATO, A COPA, AS ELEIÇÕES... – Por Jorge Carvalho
Jorge Carvalho / Maio 2010
AQUIETA-TE E SAI BABA: TU ÉS DEUS – NÓS SOMOS DEUSES DE VERDADE!
Imagine um dia em que todos os homens e mulheres reconhecerem que fazem parte de um Grande Propósito Cósmico, de uma Única Verdade Cósmica e de um Fantástico Projeto Cósmico. Nesse dia, as guerras cessarão, as diferenças religiosas e ideológicas desaparecerão e o ser humano finalmente se perceberá participando de um maravilhoso Processo de Criação Cósmica. E assim nesse dia todos se abraçarão e pedirão perdão pelo passado de injustiças, calúnias, conflitos, vinganças, ofensas e ataques ao outro irmão. Sinto a clareza da minha convicção de que esse dia chegará. E assim nos aquietaremos e unidos pelas consciências esclarecidas de quem somos nós agradeceremos ao Criador e choraremos copiosamente (como eu fiz um dia!) por termos nos iluminado de sabedoria Dele. Então, um novo dia surgirá de evolução amorosa e nunca mais nos desentenderemos porque a intuição Dele agirá em cada um guiando-nos para o caminho da eternidade onde só existe Vida Feliz.
Nesse momento, sentiremos porque foi importante termos primeiro passado pelo que passamos com doenças, sofrimentos, incertezas, angustias e crises psicológicas. As palavras dos homens e mulheres (santos, profetas, filósofos, cientistas, místicos etc.) que haviam compreendido o significado transcendental da existência humana farão sentido e ganharão uma interpretação renovada. Seremos verdadeiramente sábios de fato – incontestável! O conhece-te a ti mesmo deixará de ser uma mera afirmação filosófica e será a nossa base de autoconhecimento e sucesso espiritual. Viveremos o paraíso na Terra. E com certeza alcançaremos a dimensão supra-humana Dele.
O nosso espelho será a nossa própria consciência evoluída! O trabalho ganhará um novo sentido: realização espiritual. E o silêncio interior terá vez e voz em nós. Seremos Uno e nunca mais servidores partidos em políticas, ciências, religiões, classes, raças, nações e cores. A nossa bandeira será o AMOR CÓSMICO! E o significado de sucesso será a felicidade manifestada nos chakras do “coração”. E saberemos com certeza a Origem do Universo e o Princípio da Vida. E todas as formas de saber se convergirão para um único ponto: a Sabedoria do Amor!
Acredite se quiser: Todos são Deuses de Verdade – lá no fundo da alma, na fronteira entre a alma humana e o Espírito Divino! Eu sou testemunha desse acontecimento fabuloso. E sejam Felizes e Alegres – repletos de Verdade – para sempre. A Verdade Cósmica liberta e nos nutre com AMOR DELE!
Bernardo Melgaço da Silva
Professor e Pesquisador do Núcleo de Estudos sobre Ciência, Espiritualidade e Filosofia – NECEF – Departamento de Ciências Sociais – Universidade Regional do Cariri (URCA) - Ceará
Os liberais estão perdidos! - por José do Vale Pinheiro Feitosa
Nesta semana, o Professor Armando Rafael publicou num dos blogs da região, um artigo do Mailson. Normalmente estes textos são reproduzidos com o viés ideológico de um debate que efetivamente ocorre, especialmente agora, ano eleitoral. Aliás, o blog em que foi publicado o texto do Mailson, se torna, cada vez mais um blog da rede do PSDB na campanha pró-Serra.
Acontece que neste artigo do Mailson ele se apequena, apenas se cuida em trocar farpas com a esquerda e nitidamente se encontra perdido. Como, aliás, a maior parte dos economistas e das pessoas em geral. A crise continua, a Europa se encontra a perigo, os EUA parecem de manhã renascer e entardece com uma melancolia de fim de mundo. O vigoroso capitalismo japonês se eclipsou no oriente, ninguém ouve mais a não ser lamúrias.
Se o Mailson fosse um velho bolchevista vendo o fim da URSS, não analisaria de modo diferente o que ocorre à sua frente e muito além da sua compreensão. Acontece que não adiante usar a “gracinha” do trenzinho do Corcovado, quem à esquerda do Mailson vestir a carapuça, pode sentar-se ao lado do ex-ministro, não muito brilhante, e, também, chorar. A situação não se encontra bem e sabem o motivo?
Tudo bem salvaram os bancos, não promoveram o protecionismo e desequilibraram os orçamentos. E agora, quem paga a conta das três medidas? Não era mesmo dos liberais a frase de que “não há almoço de graça”? Alguém terá de pagar. Os trabalhadores de modo geral já estão no sacrifício. As famílias com dívidas altas e redução de renda. Sem as famílias o consumo cai e a economia? Recessão. Mais arrocho, que agora o estilo “stalinista” de camuflar, chama de “Ajuste Fiscal” e tudo é puro nervosismo.
Ninguém nesta grei do Mailson diz coisa com coisa. Os governos socialistas da Europa vão pagar uma conta amarga. Na Grécia e na Espanha serão eles a exigir o estômago da população. Mas os conservadores não têm a varinha mágica da solução da crise e também pagarão caro. Hoje as bordunas brandem para a cabeça da Angela Merkel. O nervosismo sincero dela neste dias deixou os “mercados nervosos”.
Aliás, um dos obstáculos dos assemelhados ao Mailson da Nóbrega foi ter “personalizado” o mercado. Do mesmo modo que os antigos fizeram Deus à imagem e semelhança dos homens (sei que inverto, mas olhem os afrescos da Capela Sistina). Ora substituíram economia e classes sociais pela imagem de um burguês pançudo, mal humorado e desconfiado com quem quer mais. Resultado: perderam a capacidade de enxergar além da companhia deste senhor bem de vida e muito apegado aos seus bens e valores.
Esta gente aí está muito parecida com a corte de Luis XV, têm a sensibilidade para as mudanças do clero francês às vésperas da Revolução ou dos aristocratas de província olhando para as suas glebas e os camponeses famintos a rodeá-las.
A questão é que não se trata, simplesmente, de ondas de esquerda ou direita nos sistemas eleitorais, o centro mesmo é a crise do sistema que produz, distribui e consome. E as pessoas estão sofrendo.
Pensamento para o Dia 20/05/2010

“A consciência (Chittha) deve ser primeiro removida do mundo objetivo e direcionada para o interior, em direção à consciência do Ser Eterno, o Atma. As sementes podem germinar rapidamente somente quando plantadas em uma terra bem arada. Do mesmo modo, a semente do Auto-Conhecimento (Vidya Átmico) pode brotar no campo do coração somente se ele passar pelo processo necessário de refinamento (Samskaras).”
Sathya Sai Baba
quarta-feira, 19 de maio de 2010
COMPOSITORES DO BRASIL

CARTOLA
“O lirismo na melhor tradição
da poesia popular”(José Ramos Tinhorão)
Por Zé Nilton
Muita gente torce o nariz para as predileções musicais do crítico José Ramos Tinhorão. Ele é, diz-se, nacionalista demais, regionalista demais, popular demais quando o assunto é música.
Cá pros meus botões, eu gostava de ver Tinhorão franzir a testa, ficar possesso, furibundo mesmo quando entrava na defesa da Música Popular Brasileira de raiz. E para ele música de raiz é aquela música que nasce do telurismo dos vários brasis. Ele amava Patativa do Assaré.
A meu ver Tinhorão refundou uma escola tipificada numa crítica ácida na defesa da música brasileira seguindo as pegadas de um Ary Barroso, continuada num Flávio Cavalcanti, num Zé Fernandes, numa Aracy de Almeida, para citar alguns que me chegam à memória neste momento.
Não nego uma certa queda por sua posição ideológica de víeis intransigente na defesa da nossa musicalidade diversa. Ou seria melhor dizer: de sua intransigência de víeis ideológico... Para mim dá no mesmo. Certo é que tenho muita confiança em pessoas que aliam teoria e prática como discurso e vivência.
Bem, Tinhorão, ao falar de Cartola, e de tantos outros compositores brasileiros, o faz de forma coerente com sua visão materialista da História, situando o sujeito na sua condição de pertença às diversas classes sociais hierarquizadas no capitalismo.
Sobre Agenor de Oliveira – Cartola – escreveu no encarte da História da Música Popular Brasileira: “Negro, pobre, desprovido de beleza física, educação escolar limitada ao primário e jamais integrado de forma duradoura à estrutura do trabalho (foi aprendiz de tipografia, pedreiro, pintor de paredes, guardador e lavador de carros, vigia de edifícios e contínuo de repartição pública), o compositor do morro de Mangueira parece ter tirado exatamente de todas essas desvantagens o vigor de sua criação”.
E que criação a desse compositor de voz temporã na Música Popular Brasileira!
Sobre Cartola há muita informação nos sites de música, letras e vídeos na grande rede. Vale a pena saber mais sobre esse homem que “cultivou o lirismo na melhor tradição da poesia popular”.
No programa musical desta quinta-feira, na Rádio Educadora do Cariri, de 14 as 15 horas, Compositores do Brasil comentará algumas obras do mestre Cartola, tais como:
DIVINA DAMA, de Cartola com Chico Buarque
O SOL NASCERÁ, de Cartola e Elton Medeiros, com Nara Leão
TIVE, SIM, de Cartola com Ciro Monteiro
TEMPOS IDOS, de Cartola e Carlos Cachaça com Cartola e Odete Amaral
NÃO QUERO MAIS AMAR A NIGUÉM, de Cartola, Carlos Cachaça e Zé da Zilda com Paulinho da Viola
ACONTECE, de Cartola com Gal Costa
QUEM ME VER SORRINDO, de Cartola e Carlos Cachaça com Carlos Cachaça
ALVORADA, de Cartola e Carlos Cachaça com Carlos Cachaça
O MUNDO É UM MOINHO, de Cartola com Cartola
AS ROSAS NÂO FALAM, de Cartola com Cartola
ENSABOA, de Cartola com Cartola e Creusa
AUTONOMIA, de Cartola com Elizeth Cardoso.
Quem ouvir verá!
PROGRAMA COMPOSITORES DO BRASIL
Pesquisa, produção e apresentação de Zé Nilton
Rádio Educadora do Cariri – 1020
Quintas-feiras, de 14 às 15 horas
Apoio: Centro Cultural Banco do Nordeste – Cariri
Retransmissão: www.cratinho.blogspot.com
Pensamento para o Dia 19/05/2010

“Toda pessoa está propensa a cometer erros sem se dar conta disso. Por mais brilhante que seja o fogo, alguma fumaça está fadada a emanar dele. Do mesmo modo, em qualquer boa ação que se possa fazer, é provável que nela haja algum traço de mal. No entanto, esforços devem ser feitos para garantir que o mal seja minimizado, de modo que o bem seja maior e o mal seja menor no devido tempo. Você também deve pensar cuidadosamente sobre as conseqüências do que você faz, fala ou executa. Da mesma forma que você quer que os outros o honrem ou se comportem com você, da mesma forma, você primeiro deve assim se comportar com os outros, amá-los e honrá-los. Só então eles o honrarão. Em vez disso, se você não ama e respeita os outros e reclama que eles não o estão tratando corretamente, essa é certamente uma conclusão equivocada.”
Sathya Sai Baba
DEVEMOS BRIGAR PELA CIDADE
Atualmente, a nossa cidade vive esquecida, afastada do desenvolvimento por causa do comodismo desses políticos, já que não se coadunam com o processo democrático satisfatório e não se comportam como homens sérios, honesto e só desejam macular o nosso processamento democrático. Desde há muito, o Crato sofre pela falta de bons valores que não procuram trabalhar em defesa da cidade. Ficam atoleimados, quietos, não reagem diante das circunstâncias sombrias que vêem constantemente provocar por pessoas indignas, de outras plagas que só desejam tornar o Crato uma cidade desequilibrada, com o conhecimento pífio, sem levarmos vantagens dos grandes melhoramentos que deveriam ser nossos.
Notamos que há muita indiferença desses homens, pois não se movimentam em defesa de nosso património público. Nada fazem, deixam tudo cair no esquecimento, o que consideramos um atraso sistemático em não querer lutar pelo bem do progresso desta cidade. É de se notar que esses homens permanecem dormindo, já que não procuram ocupar os cargos integralmente e não querem absolutamente afastar-se dessas obrigações em defesa de outras pessoas que tenham amor ao trabalho. Teimam em não querer impulsionar o barco desenvolvimentista, mas caminham lentamente empurrando a cidade para o atraso. Tudo leva a crer que o digno chefe do poder público considera esses maiorais como pessoas qualificadas e de boas prestadoras de serviço, acreditando que essa gente ajuda com grande parcela de trabalho, contribuindo com uma boa administração, com isto, lembramos de um programa humorístico de televisão que diz: "Ele acreditou!", pois assemelhamos esse senhor àquelas pessoas humorísticas e ao mesmo tempo vamos dizer, imitando a esse ator: "Ele acredita nesses homens!".
Que tristeza, meu Deus! Que comodismo este estado de vida mambembe em que todos riem de nós chamando de cidade dormitório sem avançar o sinal, sem criarmos coragem e permanecermos navegando na maré mansa? Que falta de respeito ao Crato esquecido, pensando que estamos bem, sem evoluirmos em que faz medo até comentarmos em praça pública, dizendo que o Crato não progride porque nós os cratenses, não queremos lutar e ficamos calados.sem termos coragem de brigar, de entramos em guerra, defendendo os interesses do Crato?
E agora, o que devemos fazer? Não somente esperamos pelas próximas eleições municipais que apareça um homem forte e que tenha coragem de dizer que o Crato é para os cratenses, deixem o Crato em paz, não venham mais buscar votos a fim de prejudicar a cidade.
Crato - Ce, 19 de maio de 2010
São os paises emergentes! Estúpido! - por José do Vale Pinheiro Feitosa
Não erraria muito, mas erraria de algum modo. Este acordo diz de coisas bem diferentes do que simplesmente discutir sanções ou a via diplomática, embora ambas as medidas sejam essenciais na história. Compreendem-se duas questões históricas essenciais neste acordo.
A primeira é que desde a Guerra do Iraque/Afeganistão, inclusive a vulnerabilidade do território americano pela derrubada das torres gêmeas de N. York, ocorre uma profunda mudança no modelo do capitalismo internacional. Isso, tomando como foco de visão, os Estado Nacionais. Até então e desde o século XIX, vivia-se a fase imperial do sistema. Uma fase em que pólos de dinamismo do capitalismo eram hegemônicos em relação ao restante dos povos, mais atrasados e sobre intensa pressão por mudança em suas culturas, inclusive milenares.
Quando os doutores do Neoliberalismo compreenderam a globalização pelo sistema financeiro internacional e vaticinaram sua necessidade, não viam que ali se encontrava um dos sinais da quebra de hegemonias e de impérios. As grandes economias, remanescentes da hegemonia bipolar da guerra fria, estavam presas da ciranda desenfreada dos capitais globalizados.
A Rússia, de profundas reformas liberais, o Brasil, o México, Argentina e vários países do Sudeste Asiático, por serem mais frágeis, se afogaram em crises. Literalmente quebraram e sacrificaram seus povos. Depois foi o Império principal, agora a Europa. Então, surgem movimentações ousadas das diversas nações emergentes querendo um multilateralismo de fato.
O acordo Brasil – Turquia – Irã representa nova forma de compreender as nações numa globalização não tão hegemônica e unipolar. Agora, se tentam alternativas mais negociadas, em que diversas visões poderão entrar em cena, quando as assembléias e grandes reuniões para discutir divergências serão mais freqüentes e necessárias.
A segunda questão se encontra no próprio objeto do acordo. A Energia Nuclear ou toda e qualquer energia que venha do estudo das partículas. O futuro será por aí e a multilateralidade é incompatível com uma propriedade privada de meia dúzia de impérios. O mundo vai a busca de energia e massa para garantir esta civilização técnico-científica.
O acordo não se resumirá à questão da sanção ou não sanção. Os países com direito a veto no Conselho de Segurança da ONU, controlando a energia nuclear, se manifestam favoravelmente a um esboço norte americano de sanções. Brasil, Turquia e Irã agem numa esfera maior do que o problema do uso desta energia pelo Irã. Na prática atacam o ensaio dos privilegiados em criar um “banco central” para controlar toda a manipulação científica e técnica da energia nuclear.
Agora vem a contradição. Nesta interdependência global, com o capitalismo numa grande crise, como os “grandes” se imporão aos demais? Como a China se expandirá entre emergentes? A Rússia retornará ao seu protagonismo? França com a forca do Euro no seu pescoço?
Então, antes que as torcidas briguem, examinem que, além do “jogo” que vêm na política, vem a política como o sangue circulante mantendo o conjunto das células vivas.
Para a geração de Marcus Cunha - por José do Vale Pinheiro Feitosa
Nada é imutável. Apenas que aquilo que se move o faz simultaneamente em si e em relação aos medidores de cada um. Marcus Cunha foi punido quando ainda jovem por um discurso de orador de quarta série de ginásio, que mexeu nos brios dos censores mais realistas que a ditadura de então.
Naquele modo de pensar, de agir e influir, se tornou o líder do projeto de transformação política mais ousado que a cidade do Crato já teve. Foi candidato a prefeito, por um partido que não pertencia ao olimpo dos deuses de um tempo não muito atrás. Arrastou consigo os sonhos dos jovens, que mesmo hoje de cabelos brancos, sabem o que aquela candidatura significou.
Quem pulou do barco, quem se bandeou quando deveria ter ficado, até hoje tem um signo na sua história que o tornará eternamente flexível aos poderosos que amanhecem, mas não costumam anoitecer. Os jovens de então, com suas certezas e cansaços de hoje, podem ter refletir, que aquela mesma matéria de então, corre em suas veias. A vida que se levanta como inclusão social, contemplando a racionalidade da fragilidade do mundo.
Dr. Marcus Cunha não é uma fotografia na parede. Os que ousaram naquela vez carregam a angústia de não poderem se deitar para dormir, sem antes pensar nas transformações que precisam ocorrer para que muito do que é trama se torne efeito. Afinal, retornando ao fio da meada, muito do que é festa, recepção, que carrega as vestimentas de um passado que há muito se encontra em estado final, encontra-se por um triz na farsa da indolência de uma história pronta para ter outros narradores.
As fotografias podem se multiplicar. As festas, os abraços, as bravatas, as palavras de ordem. Podem lotar um salão de festas, abrir o riso farto para a imagem, isso é apenas o que é: um ato político. Que hoje acontece como necessidade em si do ato, mas sem que nada lhe dinamize em acontecimento e futuro.
A geração de Marcus Cunha, aquela que foi para as ruas do Crato com sua candidatura a prefeito, se encontra num tipo de bem aventurança essencial. Têm a necessidade de não se calar e nem deixar que a construção de outro poder público e político deixe de ocorrer.
terça-feira, 18 de maio de 2010
POR QUE OS SERES HUMANOS VACILAM? A FORÇA FORTE AMOR QUE CONHECI EM 1988

A resposta para essa pergunta requer certas premissas para fundamentar o argumento e a visão do homem e do mundo. Eu tenho a convicção do fundo da minha alma que a causa (minha premissa básica) estão nas forças da natureza. Então, segundo os cientistas modernos, existem pelo menos quatro forças básicas fundamentais (as outras (terremoto, tsunami, tornado, explosão solar etc.) se originam dessas quatro) até o momento presente que são: gravidade, eletromagnética, fraca (interior do núcleo atômico) e a forte (no interior do núcleo atômico). De todas elas a mais espetacular, segundo os físicos quânticos, é a força forte que faz a união ou junção no interior de cada núcleo atômico. Ela é muito superior à gravidade e a eletromagnética. E sem ela nem a gravidade e nem eletromagnética conseguiriam formar uma estrutura compacta dos objetos que conhecemos – o mundo ou realidade simplesmente se desintegraria!
Nesse contexto, todo ser humano é constituído de átomos e, portanto, apresenta em sua natureza (interna e externa) os efeitos dessas forças agindo com o mesmo poder cósmico das estrelas, planetas e galáxias. A realidade micro do átomo não é diferente da realidade macro dos planetas, estrelas e galáxias. As quatro forças da natureza agem de forma complementar entre si buscando um equilíbrio cósmico. A unidade de tudo em todos é a resposta da natureza em seu processo de equilíbrio e re-equilíbrio.
Nesse sentido, quando criamos realidades partidas ou divididas (sem a devida ética greca-cristã e respeito pelos demais) em raças, religiões, ideologias, ciências, classes, crenças, estados, nações, cores etc. estamos em verdade agindo no sentido contrário (e por isso oscilamos ou vacilamos constantemente entre ser e não-ser) anti-holístico das forças fracas, eletromagnéticas, gravitacionais e fortes super poderosas nos mundos interno e externo. Os esforços das multidões desinformadas a respeito das leis que regem os universos micro e macro; homem e natureza; concreto e sutil; interior e exterior etc., acabam forçando o ser humano lutar contra si mesmo no intuito de querer vencer o que é invencível (a integração da força forte), e por isso sofrem e adoecem por causa da força chamada ignorância de si das leis cósmicas.
Assim sendo, podemos resumir dizendo que as leis criadoras do universo estão dentro e fora de nós. E só não vê quem não tem ou não sabe utilizar sua sensibilidade (não confundir com emocionalidade) com inteligência racional e supra-racional (intuitiva).
Em quase todos os dias procuro agradecer (mesmo lutando contra dois canceres) a Deus pelo presente que Ele me deu em 1988: a vivência (experiência interior se manifestando no meu corpo externo também) da força forte chamada AMOR CÓSMICO (no centro do meu peito) num êxtase deslumbrante – incapaz de ser imaginado por qualquer ser humano comum, sem foco em si mesmo!
Por isso mesmo: “Amai-vos uns aos outros”. E não é por acaso que na etimologia da palavra “JUSTIÇA” a expressão ou prefixo “JUS” em sânscrito significa união, junção. Os antigos já sabiam disso, por isso criaram conceitos e significados que nos remetiam ou indicavam a necessidade da vivência da força forte AMOR (p.ex.: Philo-sophia = Philo (gostar, amar) Sophia (conhecimento, sabedoria), Re-Ligare (conectar, juntar, unir) etc.).
Eu sou testemunha (porque vivenciei!) da força forte agindo em meu peito em 1988. Acredite se quiser: o AMOR é a força forte criadora do universo e do homem!
Bernardo Melgaço da Silva
Pesquisador do Núcleo de Estudos sobre Ciência, Espiritualidade e Filosofia – NECEF/URCA
Pensamento para o Dia 18/05/2010

“O benefício que podemos obter de qualquer coisa é proporcional à fé que nela colocamos. Da adoração às formas de Deus, às peregrinações a lugares santos, proferir hinos (mantras) ou recorrer aos médicos, obteremos benefícios apenas de acordo com a medida de nossa fé. Quando alguém profere um discurso, quanto mais fé tivermos no indivíduo como um estudioso e perito, mais clara e diretamente podemos trazer o assunto até nossos corações e compreendê-lo profundamente. Para o crescimento da fé e da promoção da clara compreensão, o requisito mais importante é a pureza do coração.”
Sathya Sai Baba
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“A avareza é como o comportamento de um cão. Ela deve ser transformada. A raiva é o primeiro inimigo de todo aspirante espiritual. E a mentira é ainda mais repugnante! Através da mentira, todos os poderes vitais são destruídos! O furto arruína a vida, ela torna a vida humana mais barata que um salgado. Alimento moderado, sono moderado, amor e firmeza – esses ajudarão na manutenção da saúde do corpo e da mente. Seja você quem for, independentemente da sua condição, se você não der espaço ao medo e ao desânimo, se você se lembrar do Senhor com fé inabalável e sem segundas intenções, todo o sofrimento e tristeza desaparecerão de você!”
Sathya Sai Baba