
O prefeito Manoel Santana (PT) e o secretário de Esporte e Juventude de Juazeiro, Aurélio Matias, participaram na noite da última sexta-feira, 23, de uma reunião no Gabinete do prefeito com o arquiteto Roberto Bezerra. O objetivo foi discutir o projeto arquitetônico para reforma e ampliação do estádio Romeirão. Sem falar ainda em números, pois o arquiteto fará agora um levantamento de custos, foi apresentado um projeto inicial com mudanças estruturais que deixarão o estádio de acordo com o especificado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Estatuto do Torcedor, permitindo a realização dos jogos da Série B do Campeonato Brasileiro, que será disputado pelo Icasa. O prefeito disse que pretende discutir a reforma e ampliação do estádio junto ao governador Cid Gomes e ao Ministério dos Esportes. Tão logo o projeto seja concluído será apresentado à imprensa, dirigentes de futebol, torcedores e autoridades juazeirenses.
imagem: blog da jornalista Ana Maria Duarte
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domingo, 25 de outubro de 2009
REFORMA NO ROMEIRÃO
Aurora, um presente da Igreja.
Primeiro predio de Aurora, (1831-2009)
Luiz Domingos de Luna*Desfraldando com um facão rabo de Galo, com a batina Moída pelo tempo, nos araçás ainda úmidos na boca quente, os sabiás pulavam de galo em galho, a aurora boreal a registrar o momento, Na manhã de 1825, O cedro, as carnaúbas, os marmeleiros, na brisa da paisagem, a cruz deslocada aos pioneiros, dos irmãos lazaristas, aos missionários, a primeira cabana é erigida, na verdade uma capela, ou mais precisamente, um oratório de um padre, um penitente.
A Contemplar a seara da Messe aos olhares atentos de seus irmãos, seus amigos, familiares e parentes. A Chama de uma lágrima floresce na face daquela fisionomia sofrida e retorna a terra que feliz fica ao ver aquela forte figura cadavérica entregar os pontos, do pensar para o alto, e fazer a ligação entre o humano e o divino.
Sob as palhas do oratório, na prensa de uma cabana, com o cheiro forte da celulose, parava a ciclose e começava missa, batizados e casamentos. A Igreja entrando nas matas, virgens, nuas, e ecológicas ao som do maestro natural de Crato a rumar sertão adentro o ouvir ainda, do Rio Salgado, potável nas águas, a riqueza de uma região em andamento.
O Padre a ouvir a cantilena, de uma sobrinha não contente, haja preces, e mais preces ao casamento, da primeira devota do Menino Deus - Maria Leite dos Santos, no choro da estola aos pés do padre Antonio Leite de Oliveira, a súplica de uma irmã da fé, nascia, naquele momento, pois, em lágrimas rogava e pedia que se um esposo encontrasse, em um tempo ou a um só templo um oratório ergueria.
Do Aracati ao Crato, um tropeiro conduzia, uma condução de burros, todos paramentados na estrada que trazia, nos juazeiros do Cariri, uma nova estrada surgia, na fatiga da poeira da estrada, na orla de um rio parava, o príncipe dos sonhos de Maria.
Quando um burro se afogava, Francisco Xavier de Sousa, gritava, som que penetrou nos suave auvidos de Maria, acudira com precisão, mais no calor da emoção, enquanto o burro saia, o olhar penetrava, o véu ao chão caira, força de uma seta, talvez fosse uma reta, o coração dos dois jovens em calor se ebuliram.
Numa casa de taipa, uma tapera, uns fachos aos jogos e folguedos, o jovem gritava e aplaudia, eram gritos de derrota e de vitória que o jogo lhe trazia, na verdade uma grande paixão, que nasceu no rio e na mesa de Maria.
O Padre que conhecia a história e as preces de Maria, lembrou de seu juramento, já foi falando em casamento, que foi um contentamento para os dois que admirados lhe ouviam.
Assim nasce o oratório do Menino Deus, todo ornamentado, simples e bem cuidado pelo amor de Maria.
De Francisco Xavier da estrada o seu estado, um lindo sobrado, pensava, as posses de sua esposa a obra construía em 1831, A Fazenda logradouro seu oásis possuía. Da fazenda para a venda uma nova história nascia, pois no grito de Paulinho Nogueira, na soleira do sobrado o nome Aurora surgia. A Velha história se esconde, pois a cratense Aurora Leite Teixeira dá um basta à hipocrisia, revelando o seu romance com o coronel que na rua da vala nascia, um amor que não podia, assim veio para a venda, ergueu também uma capela, criando uma contenda, nasceu logo uma desavença entre sobrinha e tia.
O Padre sabiamente, delimitou bem ligeiro, a área de atuação, destas duas heroínas uma ficou o nome a outro o padroeiro.
O Tempo jogado no espaço a esperar um luzeiro, em novembro de 2009 José Cícero é o obreiro, na secretaria de cultura, num passo firme e certeiro, ao consultar o estado, que foi muito hospitaleiro, finalmente na linha do tempo pisado, o sobrado é tombado, ao povo da Terra do Menino Deus é repassado e ao povo de Aurora agraciado com o seu primeiro prédio feito em alvenaria.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora – CE.
SIDNEY ROCHA LANÇA LIVRO EM JUAZEIRO

No próximo sábado, dia 31 de outubro, a partir das 18h, na Solaris Vídeo (Manoel Barros), rua Padre Cícero, 1227, fone: 3512-4900, o escritor caririense Sidney Rocha estará lançando a sua festejada obra “Matriuska”, livro de contos que vem despertando interesse especial da crítica e do público pelo Brasil afora.
Será uma boa oportunidade para encontrar o (s) amigo (s) e conhecer de perto (quem ainda não o conheça), autor e obra,
o que pode ser visitado, também, em www.matriuska.com.br
Na ocasião, será exibido um curta metragem baseado nos contos.do livro.
O livro (“Matriuska”) será comercializado no Cariri pela Solaris Vídeo, à rua Padre Cícero, 1227, em Juazeiro do Norte, que apóia o evento juntamente com a FS Informática.
Por Joilson Kariri Rodrigues
Assim Xico Bizerra se apresenta:
Mensagens para uma vida melhor - ZIBIA GASPARETTO

Autora de enorme sucesso, a médium Zibia Gasparetto estreia coluna semanal em O DIA
Rio - Uma das campeãs de venda de livros do Brasil e uma das maiores escritoras espíritas do mundo, Zibia Gasparetto agora vai conversar diretamente com os leitores de O DIA. A autora, que já tem 33 livros publicados, assinará uma coluna semanal no jornal, sempre aos domingos, para compartilhar suas ideias e ensinar muito do que aprendeu em 61 anos de mediunidade.
Em 61 anos de mediunidade, Zibia escreveu mais de 30 livros e dezenas de artigos
Sua estreia está marcada para a próxima semana, no emblemático dia 1º de novembro — Dia de Todos os Santos e véspera de Finados. “Aprendi muito nessa relação com os espíritos e posso dizer que sou uma pessoa feliz. Faço questão de divulgar isso, mostrar para as pessoas que há esperança”, diz Zibia, que em dezembro lança seu 34º livro, ditado pelo espírito Lucius.
Para a nova colunista de O DIA, a humanidade passa por um momento difícil, mas existe solução. “Os valores do mundo estão invertidos. As pessoas agem a partir de premissas falsas. Quero mostrar que temos responsabilidades, precisamos melhorar nós mesmos para, em seguida, ajudar o mundo a seguir em outra direção”, aponta Zibia.
QUERIDA PELOS ARTISTAS
Frequentadora habitual de rankings de livros mais vendidos no Brasil, Zibia Gasparetto acumula leitores ilustres, como o autor de novelas Walcyr Carrasco, as atrizes Giovanna Antonelli, Cleo Pires e Juliana Paes, e o ator Marcello Antony. “Conheço a Zibia e gosto muito de seus livros. É uma autora sensível, cujas tramas são surpreendentes”, elogia Walcyr Carrasco, autor de obras como ‘O Profeta’ e ‘Alma Gêmea’.
A lista de fãs não inclui exclusivamente seguidores da doutrina espírita, caso de Giovanna Antonelli. “Tenho fé, que é mais importante que qualquer religião. Respeito e acredito em todas”, revela. “Sou uma admiradora da Zibia. Meu primeiro contato com ela foi com o livro ‘O Matuto’ e fiquei apaixonada pela forma como escreve. Ela é uma pessoa especial”, lembra a atriz.
Juliana Paes, que fala abertamente sobre a crença espírita, já apontou ‘Laços Eternos’ como sua leitura preferida. Em entrevista ao programa ‘Altas Horas’, da Globo, Cleo Pires, também praticante da religião, declarou sua admiração por Zibia: “Assim que comecei a frequentar o centro espírita e a me identificar com as leis do espiritismo, ganhei ‘Ninguém É de Ninguém’, e adorei. Devorei o livro. Ele fala diretamente ao coração”, conta Cleo.
Zibia Gasparetto escreveu mais de 30 livros, a maioria deles ditada pelo espírito Lucius e três pelo jornalista Silveira Sampaio, já morto. Desde 1994, ela figura frequentemente entre os autores mais vendidos do País. Dois de seus livros foram adaptados para o teatro: ‘Laços Eternos’ e ‘O Amor Venceu’, seu romance de estreia, de 1960.
O DIA: Que mensagem o leitor de O DIA vai encontrar em sua coluna?
Zibia: Sempre uma mensagem positiva, de união. Quero ensinar como a vida funciona, quais são as leis cósmicas que regem o Universo e como elas afetam o ser humano. Falar sobre o comportamento construtivo.
Como é isso?
Vivemos um momento difícil. As pessoas estão muito afastadas umas das outras. Precisamos entender que somos responsáveis por tudo o que acontece conosco e com o mundo. Precisamos melhorar nós mesmos para, então, multiplicar essa postura. Esse é um tipo de comportamento construtivo.
Como a senhora comentou, o momento é difícil. Como estimular essas mudanças?
Realmente todos se sentem impotentes diante da vida. É comum se perguntar ‘o que fazer?’, ‘como fazer?’ A resposta está dentro de cada um de nós. O caminho de regeneração passa pelo controle emocional. A partir dessa mensagem, aprendemos a sair do desânimo e a ter uma reação melhor a tudo de ruim que nos cerca.
Mas a senhora acha que essa missão é fácil?
O povo brasileiro é muito espiritualizado. Tenho certeza de que a mensagem que passarei nas colunas será compreendida tão facilmente quanto a mensagem que passo nos livros. É importante mostrar que Deus é amor e não um carrasco. Ele quer o bem de todos. A ideia básica das leis cósmicas é ensinar, não punir. O Homem tem, dentro de si, a essência divina. Por isso é tão importante fazer o bem e cuidar do próximo.
E a questão do carma?
Na minha visão, o carma é relativo. Se, durante o trajeto, a pessoa evoluir através da inteligência, ela pode evitar o mal no futuro. Por isso é tão importante adotar o comportamento construtivo. Ser uma pessoa melhor agora certamente contribui para que, lá na frente, as coisas ruins não aconteçam.
Desde sua primeira experiência espírita, já se passaram 61 anos. Que balanço a senhora faz da sua vida?
Assumi a missão de divulgar a mensagem de união desde o início. Estudei a filosofia espírita, abri minha casa para praticar o Evangelho. Publiquei 33 livros e grande quantidade de artigos. Aprendi muito nessa relação com os espíritos e sou feliz. Principalmente porque eu sou a primeira a praticar tudo aquilo em que acredito. Esse caminho é realmente especial.
Pensamento para o Dia 25/10/2009

“Onde houver um vazio em qualquer coração, o amor flui para ele e alegra-se por poder preenchê-lo. Ele nunca se contém e é oferecido em abundância, sem logro ou mentira. Ele não usa o manto da falsidade, da bajulação ou do temor. As gavinhas do amor aspiram a agarrar-se somente a Deus. Elas percebem que Deus reside, em Seu esplendor, em cada coração. Encontrar esse assento de Deus é a verdadeira devoção.”
Sathya Sai Baba
Entrevista com José Alencar - UMA LIÇÃO DE VIDA PARA TODOS NÓS.
Para reflexão!!!!
"A humildade não está na pobreza, não está na indigência, na penúria, na necessidade, na nudez e nem na fome".
Chico Xavier.
Entrevista do Vice presidente José Alencar (Texto da Internet).
Na semana passada, o vice-presidente da República, José Alencar, de 77 anos, deu início a mais uma batalha contra o câncer. É o 11º tratamento ao qual se
submete:
>
> *Desde quando o senhor sabe que, do ponto de vista médico, sua doença é
> incurável?
> Os médicos chegaram a essa conclusão há uns dois anos e logo me contaram. E
> não poderia ser diferente, pois sempre pedi para estar plenamente informado.
> A informação me tranquiliza. Ela me dá armas para lutar. Sinto a obrigação
> de ser absolutamente transparente quando me refiro à doença em público ?
> ninguém tem nada a ver com o câncer do José Alencar, mas com o câncer do
> vice-presidente, sim. Um homem público com cargo eletivo não se pertence.
>
> *O senhor costuma usar o futebol como metáfora para explicar a sua luta
> contra a doença. Certa vez, disse que estava ganhando de 1 a 0. De outra,
> que estava empatado. E, agora, qual é o placar?
> Olha, depois de todas as cirurgias pelas quais passei nos últimos anos,
> agora me sinto debilitado para viver o momento mais prazeroso de uma
> partida: vibrar quando faço um gol. Não tenho mais forças para subir no
> alambrado e festejar.
>
> *Como a doença alterou a sua rotina?
> Mineiro costuma avaliar uma determinada situação dizendo que "o trem está
> bom ou ruim". O trem está ficando feio para o meu lado. Minha vida começou a
> mudar nos últimos meses. Ando cansado.
> O tratamento que eu fiz nos Estados
> Unidos me deu essa canseira. Ando um pouco e já me canso. Outro fato que
> mudou drasticamente minha rotina foi a colostomia* (desvio do intestino para
> uma saída aberta na lateral da barriga, onde são colocadas bolsas
> plásticas), herança da última cirurgia, em julho. Faço o máximo de esforço
> para trabalhar normalmente. O trabalho me dá a sensação de cumprir com meu
> dever. Mas, às vezes, preciso de ajuda. Tenho a minha mulher, Mariza, e a
> Jaciara* (enfermeira da Presidência da República)* para me auxiliarem com a
> colostomia. Quando, por algum motivo, elas não podem me acompanhar, recorro
> a outros dois enfermeiros, o Márcio e o Dirceu. Sou atendido por eles no
> próprio gabinete. Se estou em uma reunião, por exemplo, digo que vou ao
> banheiro, chamo um deles e o que tem de ser feito é feito e pronto. Sem
> drama nenhum.
>
> *O senhor não passa por momentos de angústia?
> Você deveria me perguntar se eu sei o que é angústia. Eu lhe responderia o
> seguinte: desconheço esse sentimento. Nunca tive isso. Desde pequeno sou
> assim, e não é a doença que vai mudar isso..
>
> *O agravamento da doença lhe trouxe algum tipo de reflexão?
> A doença me ensinou a ser mais humilde. Especialmente, depois da colostomia.
> A todo momento, peço a Deus para me conceder a graça da humildade. E Ele tem
> sido generoso comigo. Eu precisava disso em minha vida.
> Sempre fui um atrevido. Se não o fosse, não teria construído o que construí
> e não teria entrado na política.
>
> *É penoso para o senhor praticar a humildade?
> Não, porque a humildade se desenvolve naturalmente no sofrimento. Sou
> obrigado a me adaptar a uma realidade em que dependo de outras pessoas para
> executar tarefas básicas. Pouco adianta eu ficar nervoso com determinadas
> limitações. Uma das lições da humildade foi perceber que existem pessoas
> muito mais elevadas do que eu, como os profissionais de saúde que cuidam de
> mim. Isso vale tanto para os médicos Paulo Hoff, Roberto Kalil, Raul Cutait
> e Miguel Srougi quanto para os enfermeiros e auxiliares de enfermagem
> anônimos que me assistem. Cheguei à conclusão de que o que eu faço
> profissionalmente tem menos importância do que o que eles fazem. Isso porque
> meu trabalho quase não tem efeito direto sobre o próximo. Pensando bem, o
> sofrimento é enriquecedor.
>
> *Essa sua consideração não seria uma forma de se preparar para a morte?
> Provavelmente, sim. Quando eu era menino, tinha uma professora que repetia a
> seguinte oração: "Livrai-nos da morte repentina". O que significa isso?
> Significa que a morte consciente é melhor do que a repentina. Ela nos dá a
> oportunidade de refletir.
>
> *O senhor tem medo da morte?
> Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos.
> A morte para mim hoje seria um prêmio. Tornei-me uma pessoa muito melhor.
> Isso não significa que tenha desistido de lutar pela vida. A luta é um
> princípio cristão, inclusive. Vivo dia após dia de forma plena. Até porque
> nem o melhor médico do mundo é capaz de prever o dia da morte de seu
> paciente..
> Isso cabe a Deus, exclusivamente.
>
>
> *Se recebesse a notícia de que foi curado, o que faria primeiro?
> Abraçaria minha esposa , Mariza e diria: "Muito obrigado por ter cuidado tão
> bem de mim".
Definida programação para comemorar os 40 anos da estátua de Padre Cícero
Naquele prédio da Rua da Conceição nasceu a beata Maria de Araújo, protagonista dos fatos extraordinários de Juazeiro quando a hóstia se transformou em sangue na sua boca por repetidas vezes. Autoridades locais e dirigentes dos Correios no Ceará farão aposição de uma placa na agência numa homenagem à religiosa. A iniciativa integra um projeto da Setur que vai identificar um total de 22 prédios ainda existentes e que ostentam relações históricas com o município.
No dia 1º de novembro, data dos 40 anos da estátua de Padre Cícero, haverá uma solenidade a partir das 8 horas, na Colina do Horto, e ao lado do monumento. Junto com a fixação de uma comemorativa às quatro décadas, a Prefeitura de Juazeiro prestará uma homenagem ao médico Mauro Sampaio que foi o construtor da estátua quando prefeito da cidade. No mesmo instante será lançado o projeto de tombamento e revitalização do Horto, bem como da “Árvore do Centenário” com a coleta de sementes de Juá.
O dia 1º de novembro é, também, consagrado ao romeiro e estes serão igualmente homenageados com show em praça pública que marca ainda o encerramento da programação pelos 40 anos do monumento de Padre Cícero. Na Praça dos Romeiros, em frente à Basílica de Nossa Senhora das Dores, a partir das 20h30min, se revezarão no palco os “Cantores de Padre Cícero”, Luiz Fidélis, Jota Farias e Fábio Carneirinho. Antes das apresentações, haverá um show pirotécnico.
Fonte: Demontier Tenório - Blog do Juazeiro (via Blog do Crato)
E por falar em nome de rua...
Desde 1989 uma rua de Crato era denominada oficialmente de “Francisco Osório Ribeiro da Silva”. Ali existia uma única placa – assinalando a denominação – a qual, ao longo de vinte anos, foi se desgastando até que foi retirada.
Pois bem, um vereador cratense passou pela rua e não viu nenhuma placa. Não deu outra. De imediato, apresentou projeto denominando a artéria (já denominada) em homenagem a outra pessoa. Projeto aprovado apressou-se em colocar a placa com a nova denominação.
Um irmão de Francisco Osório – o ex-bancário Paulo Leonardo ( ver foto acima) – viu a alteração. Foi aos arquivos da Câmara Municipal e localizou a lei de 1989. Mandou confeccionar nova placa desta feita citando a lei e a data da promulgação do projeto que denominou a rua de Francisco Osório Ribeiro da Silva.
Decisão acertadíssima. É o que deveria ser feito com a Rua Imperatriz Leopoldina que teve seu nome mudado para Rua Orestes Costa. Interessante que o Sr. Orestes Costa já tem 3 ruas em Crato em sua homenagem. Um recorde mundial!
Essas mudanças de nomes das nossas ruas sempre atenderam a interesses menores dos vereadores e foram feitas sem ouvir a população.
Recentemente, a Câmara de Vereadores de Independência – município localizado no Sertão dos Inhamuns do Ceará – aprovou um projeto de lei, dispondo sobre a identificação de ruas, praças, monumentos, obras e edificações públicas daquela cidade. Esse projeto de lei exige – para qualquer mudança na denominação de ruas e praças – um pedido antecipado, contendo lista com assinaturas de pelo menos cinco por cento do eleitorado.
Idêntica providência deveria ser adotada pelos vereadores de Crato.
Texto: Armando Lopes Rafael
sábado, 24 de outubro de 2009
Falta um nome de rua no Juazeiro
Por José Jézer de Oliveira (*)
O momento dos preparativos sugere a oportunidade de reconhecer-se um fato, há quase um século mantido nos trevosos porões da história do Juazeiro, que fala dos primeiros passos empreendidos no sentido da emancipação política da terra do padre Cícero. É, por isso mesmo, o momento próprio para se corrigir uma injustiça, igualmente centenária, da qual é vítima um ilustre e hoje desconhecido filho da terra, o major Joaquim Bezerra de Menezes. A ele, efetivamente, deve-se a iniciativa do movimento que resultou na autonomia política do Juazeiro, então distrito do Crato. Figura das mais respeitáveis da sociedade juazeirense, o major Bezerra era tido na época como o fazendeiro mais rico da região e aquele que primeiro introduziu no Cariri a máquina de beneficiar algodão. Em meados de 1907 protagonizou ele o episódio mais expressivo da história do Juazeiro. À frente de um punhado de ilustres filhos da terra, desfraldou a bandeira da campanha emancipacionista, por conta do que atraiu sobre si a ira do todo poderoso chefe político do Crato, coronel Antonio Luís Alves Pequeno, visceralmente contrário à idéia de desvincular o Juazeiro do Crato, tamanho seria o prejuízo que isso acarretaria aos cofres da municipalidade decorrente da cessação de remessa dos recursos provenientes de impostos.
A história da autonomia política do Juazeiro teve começo no dia 16 de junho daquele ano, quando um volante espalhado pelo povoado convocava a população para “uma reunião cívica, sem cor política, em casa do prestimoso cavalheiro major Joaquim Bezerra de Menezes, devendo tratar-se do engrandecimento desta florescente cidade”. Em outro trecho, dizia o boletim: “É chegado o momento de pugnarmos com alta energia e valor pela nossa elevação social, elevando Joazeiro à categoria de município, aumentando assim a importância de toda a zona do Cariri que bem merece os vossos serviços para chegar ao grao de prosperidade de que é digno”. A idéia, até então nunca aventada, foi bem acolhida pela população. Aparentemente, porém, não sensibilizou aquele que era a pessoa mais importante e de maior prestígio do distrito: o padre Cícero, que não demonstrou qualquer interesse pela iniciativa dos filhos do Juazeiro. Inclusive, não há notícia de que tenha prestigiado com sua presença qualquer das reuniões promovidas em casa do major Bezerra, de quem era amigo e compadre. Optou por manter-se numa posição de neutralidade, tida, para alguns, como uma maneira sutil, ou velada, de boicote ao movimento emancipacionista.
Surpreendentemente, porém, em meados de 1911, decorridos, portanto, quase quatro anos do início da campanha, que se arrastava a passo de cágado devido à forte resistência da parte das autoridades governamentais do Estado, o Patriarca, já sob a indiscutível tutela política do médico Floro Bartolomeu da Costa, decide apoiar a luta em favor do Juazeiro, fato esse que marcou definitivamente o seu ingresso na política, para a qual até então não demonstrara qualquer pendor. O padre não só aderiu à campanha como passou a comandá-la, já agora contando com o beneplácito do coronel Antonio Luís Alves Pequeno. A partir daí, o movimento deslanchou, adquirindo novo e decisivo impulso.
Jogado para escanteio, bem como a maioria dos seus companheiros, cuidou o major Bezerra de ganhar tempo, dirigindo-se a Fortaleza, na tentativa de obter sua nomeação para prefeito do Juazeiro, esperando contar, para tanto, com o prestígio do seu cunhado Raimundo Gomes de Matos, famoso advogado em Fortaleza, casado com uma sobrinha do comendador Antonio Nogueira Accioly, presidente do Estado. Todavia, uma carta do padre Cícero a Accioly mudaria para sempre o rumo da história. Na carta, o padre dizia que o major “acha-se completamente incompatibilizado com o povo, contra o qual sempre assumia atitude definidamente hostil”. E acrescentava: “Faço semelhante ponderação muito refletidamente porque sou amigo dele e não quero vê-lo passar pelo desgosto de conhecer uma verdade que talvez ele ainda não pudesse, ou não quisesse perceber”.
Na verdade, a incompatibilidade a que alude o padre Cícero não se restringia exclusivamente ao major Joaquim Bezerra. Ela se estendia a outros filhos ilustres da terra, os ricos fazendeiros produtores de algodão, que, é verdade, se sentiam incomodados com a presença da romeirada que tomou conta do até então pacato povoado, a contar do instante em que se espalhou a notícia acerca dos supostos milagres ali ocorridos, entre 1889 e 1891, envolvendo o padre Cícero e a beata Maria de Araújo. O fenômeno migratório provocou verdadeiro reboliço no Juazeiro. Era gente chegando toda hora, procedente de várias partes do território nordestino, a maioria movida sem dúvida por puro sentimento de religiosidade. Ocorre que à leva de peregrinos, pessoas simples e trabalhadoras, juntavam-se vadios, ladrões, bandidos, assassinos em busca de homizio seguro e outros tantos representantes da escória humana. Muitos, atraídos também pela exuberância da paisagem caririense, decidiam ali fixar moradia. Em pouco tempo, o número de adventícios superava, em muito, a população formada por filhos da terra. Aqueles recebiam do Patriarca a prestimosa e paternal atenção, como sendo o povo a que o padre se referia em sua carta ao presidente do Ceará e que não contava, efetivamente, com a simpatia dos ricos fazendeiros. Entre os forasteiros, uma personagem misteriosa se destacava: o médico baiano Floro Bartolomeu da Costa, um aventureiro inescrupuloso, astucioso e ambicioso, que chegou a Juazeiro em 1908. Fez-se amigo e, em seguida, médico particular do padre Cícero, que o acolheu sob o seu próprio teto, de onde passou a explorar em provento próprio a boa fé e a ingenuidade do sacerdote, a fim de satisfazer a sua incontida e megalômana ânsia de poder. Em pouco tempo, encarapitado na política do Juazeiro, astuciosamente passou a exercer absoluto domínio sobre o Patriarca, à sombra de quem se tornou o caudilho de maior força e poder no Norte e Nordeste do País. A primeira coisa que procurou fazer foi afastar o sacerdote dos seus velhos e leais amigos, entre eles o major Joaquim Bezerra.
A carta que o padre Cícero endereçou ao comendador Accioly, de certo sob inspiração do Dr. Floro, que se fez mentor político do Patriarca, era datada de junho de 1911, portanto dias antes da promulgação da lei concedendo autonomia política ao Juazeiro. Teve ela o condão de sepultar de vez o acalentado sonho do major de vir a ser o primeiro prefeito da cidade, por cuja emancipação tanto se empenhara, e o de garantir ao missivista o posto cobiçado pelo fazendeiro. Este, ao retornar do seu périplo pela Capital, rompeu com o Padre, que se dizia seu amigo, procurou desfazer-se de suas propriedades, urbanas e rurais, mudou-se para o Crato, a apenas três léguas de distância, e nunca mais voltou à terra natal. Levou consigo a mulher Raimunda Gomes de Matos Bezerra de Menezes (Mundoca) e os oito filhos do casal: Idelzuite, Hercílio, Claudiana (Santa), Lauro, Maria (Mocinha), Vicente (Senhorzinho), Rosa e José (Zezinho).
A partir desse episódio, a despeito de todo o empenho de Joaquim Bezerra pela concretização do justo ideal de autonomia política do Juazeiro, o seu nome passou como que por um calculado processo de anatematização, por conta do sectarismo, ou facciosismo, presente no espírito de muitos que se deram ao trabalho de escrevinhar, sem a devida isenção, a história política da progressista cidade. A maior ofensa, todavia, consiste no esforço oficial de, negligenciando a verdade histórica, procurar omitir, ou reduzir a nada, a importância do papel do major como precursor do movimento que elevou o povoado à categoria de vila, ou mesmo o de atribuir-se a outrem o papel pioneiro por ele desempenhado. Não se pode negar ao Patriarca o mérito de obter, pela força do seu prestígio, a concretização do sonho de autonomia do Juazeiro. Tal, porém, não desmerece o trabalho desenvolvido pelo major e seus companheiros, cujos nomes jazem na vala comum do esquecimento.
(*) Jornalista e ex-presidente da Casa do Ceará
Obs.: artigo publicado no jornal “Ceará em Brasília”, órgão oficial da Casa do Ceará em Brasília, em sua edição de outubro de 2009.
Enviado por Renato Casimiro
DNIT explica paralisação de obras em rodovias
O superintendente estadual do DNIT, Guedes Neto, distribuiu nota à imprensa no último dia 21, informando os motivos para a paralisação em obras de várias rodovias no Estado do Ceará. Inclusive a CVE-096, que liga as cidades de Barbalha e Jardim por cima da serra do Araripe. Diz o superintendente em nota oficial que “após árduo trabalho de elaboração de licitações para projetos, com tudo seguindo os prazos e normas legais que definem um processo licitatório, iniciamos as obras que atualmente representam restauração de 905,25 Km de rodovias no Ceará.Infelizmente, essas obras estão agora paralisadas devido à falta de material betuminoso fornecido pela Petrobrás, que não está atendendo a demanda agora iniciada. São obras com contratos assinados e recursos garantidos que, conforme o relato, estão paralisadas, o que é lamentável”. Um exemplo ao que se refere o superintendente é a obra de restauração na CE-096, que liga as cidades de Barbalha e Jardim, há muito tempo esperada pelos caririenses.
Fonte: Cetama (via Jornal do Cariri)
Coluna Cariri - por Tarso Araújo
O Cariri é vocacionado para as árvores exóticas. Nesta época do ano, apesar da ausência de chuvas, a natureza no sul do Ceará se veste de muitas cores. Os ipês & amarelo e roxo & dão uma tonalidade diferente à paisagem. Já em novembro começa a florescer os flamboyants. Estes, em tempos passados eram conhecidos no Cariri pelo nome de "Sombrião". Ao florescer, o flamboyant anuncia a proximidade do Natal. Pena que as nossas prefeituras não possuam departamentos paisagísticos para encher nossas ruas, praças e parques de árvores como o ipê e o flamboyant. Que em determinada época do ano se transformam em flores.
GEOPARK
O geotope de Juazeiro do Norte será relocalizado no aprazível local denominado "Santo Sepulcro", situado na colina do Horto. Trata-se de um dos locais mais visitados pelos romeiros do Padre Cícero, bem melhor que o local anteriormente selecionado para o geotope juazeirense, de difícil acesso e mal localizado. Eis aí uma prova de que a Secretaria das Cidades do Ceará levou a sério a denúncia feita pelo consultor da Unesco, Gero Hillmer, sobre a atual situação dos geotopes que compõe o Geopark Araripe.
CENTENÁRIO EM ARARIPE
Na próxima terça-feira, dia 27, a cidade de Araripe assistirá ao encerramento dos festejos de centenário de nascimento de Raimundo Elesbão de Oliveira, que foi Tabelião e Escrivão, Oficial do Registro Civil e prefeito do município, eleito em 1971. Raimundo Elesbão nasceu na zona rural de Araripe. Foi professor primário e era um autodidata. Intelectual, foi sócio correspondente do Instituto Cultural do Cariri. As comemorações do centenário tiveram início no último dia 23 com o lançamento de um livro de poesias de Elesbão, editado por um neto dele: o empresário Tadeu Alencar, proprietário da Cevema.
ESCRITORES DO CARIRI
Os professores da Urca, Francisco Assis Cunha e Willian Brito estão de parabéns. O livro didático-infantil escrito por ambos, Viagem ao Cretáceo, foi editado pela Editora Bagaço, de Recife. No formato 22 x 22 cm, com páginas ilustradas e coloridas pelo pintor Luís Karimai, o livro é uma viagem em busca do conhecimento de um tempo distante, quando os dinossauros habitavam o vale do Cariri. Uma história que une passado, presente e futuro, com uma visão de respeito à natureza e defesa do equilíbrio ecológico. Francisco Cunha realizou vários projetos quando ocupou uma pró-reitoria da Urca. Dois deles: a mostra de ovinos e caprinos conhecida como "Berro Cariri", e percorreu os "Caminhos do Beato Zé Lourenço", nos moldes da caminhada de Santiago de Compostela.
CENTENÁRIO DA DIOCESE
PADRE MARCELO NO CARIRI
O conhecido cantor e sacerdote padre Marcelo Rossi virá ao Cariri pela primeira vez. Ele estará na região no próximo dia 28, a convite da TV Verdes Mares-Cariri, afiliada à Rede Globo. Padre Marcelo Rossi fará show no Parque de Eventos Padre Cícero, em Juazeiro do Norte.
CURTAS
> Será realizada no próximo mês de dezembro a 5ª versão do "Berro Cariri", a maior mostra de caprinos e ovinos do sul-cearense. A feira foi criada em 2005 pela Urca e hoje foi encampada pelo Governo do Estado.
> O Pólo Calçadista da Região Metropolitana do Cariri & situado nas cidades de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha & conta com 250 empresas, gera 12 mil empregos diretos e produz 8 milhões de pares de calçados por mês. A informação é do Sebrae-Ceará.
> Dom Fernando Panico, bispo diocesano de Crato e presidente em exercício da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Cnbb, esteve em Brasília esta semana tratando de assuntos da comissão que dirige.
> O ex-governador e intelectual Lúcio Alcântara foi empossado ontem no Instituto Cultural do Cariri, na cadeira Waldemar de Alcântara. A saudação ao novo sócio foi feita pelo médico-escritor Napoleão Tavares Neves.
> Renato Casimiro e Daniel Walker estão debruçados na produção de um livro sobre a cronologia da emancipação política de Juazeiro do Norte. A obra resgatará a evolução da Terra do Padre Cícero através de fotografias.
Inauguração da Verdes Mares Cariri com Padre Marcelo Rossi
A inauguração da TV Verdes Mares Cariri contará com a presença do Padre Marcelo Rossi. Será a primeira vinda do reconhecido padre a Juazeiro do Norte e região. A festa ainda com vários detalhes em aberto (como por exemplo o local, que possivelmente acontecerá no Parque de Eventos Padre Cícero) é destaque do Jornal do Cariri e está programada segundo o mesmo para o próximo dia 28 de Outubro. A TV iniciou suas atividades em carater experimental no último dia 1° de outubro e conta com 04 equipes de reportagens que exibem suas matérias em parte do CETV 1ª Edição. Outros espaços destinados há programação local pela Rede Globo, como: Bom Dia Ceará, CETV 2ª Edição, Globo Esporte Local e Nordeste Rural são editados na emissora homônima da capital. Esperamos que em breve haja aumento do espaço para a programação local gerada no Cariri e as cidades cobertas tenham uma melhor cobertura. Sugerimos a substituição do Quadro "Meu bairro na TV" por outro que contemple os 66 municípios cobertos pela nova emissora. A diminuta cobertura jornalística atual diverge da expectativa criada pela ampla campanha publicitária deflagada pelo Sistema Verdes Mares dias antes do inicio das atividades de TV Verdes Mares Cariri e abre um nicho de mercado exclusivo a ser ocupado pela Tv Verde Vale, que aos trancos, barrancos e muitas críticas têm uma programação predominatemente local e valorizada por muita gente. O próprio Sistema Verdes Mares teve ciência disto ao lançar a Tv Diário em Fortaleza. Mas enquanto na capital Diário e Verdes Mares são empresas do mesmo grupo, em Juazeiro: Verde Vale e Verdes Mares Cariri são concorrentes!
Fonte: O Povo Online
Festival Cariri da Canção: Grande Final
Fortaleza-CE
Fortaleza-CE
Juazeiro do Norte-CE
Lavras da Mangabeira-CE
Crato-CE
Fortaleza-CE
Fortaleza-CE
Juazeiro do Norte-CE
Crato-CE
Fortaleza-CE
Festival Cariri da Canção será encerrado hoje em Crato, com show de Chico Cézar
Fonte: Assessoria de Imprensa
Governo Municipal do Crato
Fone/Fax - (88) 3521.7069
Inauguração da Verdes Mares Cariri com Padre Marcelo Rossi
A inauguração da TV Verdes Mares Cariri contará com a presença do Padre Marcelo Rossi. Será a primeira vinda do reconhecido padre a Juazeiro do Norte e região. A festa ainda com vários detalhes em aberto (como por exemplo o local, que possivelmente acontecerá no Parque de Eventos Padre Cícero) é destaque do Jornal do Cariri e está programada segundo o mesmo para o próximo dia 28 de Outubro. A TV iniciou suas atividades em carater experimental no último dia 1° de outubro e conta com 04 equipes de reportagens que exibem suas matérias em parte do CETV 1ª Edição. Outros espaços destinados há programação local pela Rede Globo, como: Bom Dia Ceará, CETV 2ª Edição, Globo Esporte Local e Nordeste Rural são editados na emissora homônima da capital. Esperamos que em breve haja aumento do espaço para a programação local gerada no Cariri e as cidades cobertas tenham uma melhor cobertura. Sugerimos a substituição do Quadro "Meu bairro na TV" por outro que contemple os 66 municípios cobertos pela nova emissora. A diminuta cobertura jornalística atual diverge da expectativa criada pela ampla campanha publicitária deflagada pelo Sistema Verdes Mares dias antes do inicio das atividades de TV Verdes Mares Cariri e abre um nicho de mercado exclusivo a ser ocupado pela Tv Verde Vale, que aos trancos, barrancos e muitas críticas têm uma programação predominatemente local e valorizada por muita gente. O próprio Sistema Verdes Mares teve ciência disto ao lançar a Tv Diário em Fortaleza. Mas enquanto na capital Diário e Verdes Mares são empresas do mesmo grupo, em Juazeiro: Verde Vale e Verdes Mares Cariri são concorrentes!Fonte: Juanews (via Blog do Crato)
Hairton Carvalho faz palestra no Plenária do Rotary Club de Crato sobre a TV Verdes Mares Cariri
O Rotariano Hairton Carvalho, gerente da TV Cariri, foi o palestrante da Ordem do Dia na reunião do Rotary Club de Crato realizada no dia 22 de outubro de 2009. Com muita competência e domínio do tema, ele fez esclarecedora explanação, inclusive apresentou estatística e imagens, sobre o alcance e a repercussão para a integração e o desenvolvimento da Região coberta pela mais nova afiliada da Rede Globo de Televisão que chegou ao Sul do Ceará com o nome “Televisão Verdes Mares Cariri”. Essa emissora pertence ao grupo da Televisão Verdes Mares de Fortaleza.
Festival acadêmico homenageia Patativa
De 9 a 13 de novembro, a UFC volta a ser palco de uma das mais intensas programações artístico-culturais do Estado. Será realizado o II Festival UFC de Cultura, que este ano homenageia Patativa do Assaré.
Com o tema "Ecos Nordeste, Cultura e Desenvolvimento", o evento promete repetir o sucesso de sua primeira edição, ocorrida em maio do ano passado. A programação completa está disponível no site oficial do Festival.
Durante cinco dias, música, cinema, literatura, fotografia, artes plásticas, teatro e artesanato – do popular ao erudito – estarão juntos nos três campi de Fortaleza, em três turnos. A proposta é aproveitar o ambiente universitário para mostrar um pouco do Ceará e do Nordeste aos próprios cearenses, mantendo vivos tradição, folclore e traços característicos de nossa gente.
Além disso, pretende-se lançar um olhar sobre o Nordeste urbano, inserido no contexto nacional e internacional, com os desafios das grandes metrópoles.
O poeta Patativa, homenageado do evento, será lembrado em uma mostra no Museu de Arte da UFC (MAUC), com fotografias de Tiago Santana, xilogravuras de João Pedro e curadoria e textos do pesquisador Gilmar de Carvalho. Além disso, será lançado o livro "100 anos de Patativa", uma coletânea de artigos acadêmicos sobre a vida e a obra de nosso mais importante poeta popular.
Os shows musicais são outro destaque do Festival. Já confirmaram presença atrações de renome nacional, como Mundo Livre S/A, Spok Frevo Orquestra, Ítalo e Reno, Orquestra Eleazar de Carvalho, Daniel Gonzaga e Lucas Santana. Isso sem contar com apresentações de grupos regionais, como Groovytown, Samba de Rosas, Batuqueiros da Caravana Cultural, Poesia Remix, Banda Cabaçal Fulô da Aurora, Ibadã e Tambor das Marias, dentre vários outros.
Aberta ao público, toda a programação do Festival tem por objetivo resgatar a história e as artes tradicionais do Nordeste, além de dar visibilidade à produção contemporânea e, principalmente, proporcionar a integração entre a Universidade e a sociedade – um dos maiores desafios da UFC.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional da UFC (via Jornal do Cariri)
Notícias do Cariri
Padre Cícero é matéria de capa da revista Aventuras na HistóriaA edição de novembro da revista Aventuras na História, da editora Abril, tem como matéria de capa a reportagem do jornalista Lira Neto. O título é 'Absolvição de Padre Cícero' e trata sobre o processo em tramitação na Santa Sé.
Cabeleireiros, manicures, camelôs, ambulantes, costureiros e sapateiros serão focalizados pela palestra "Empreendedorismo individual" que iniciou na última quarta (21). A idéia é que esses trabalhadores aprendam a lucrar através do planejamento e investimento.
As aulas acontecem no plenário da Câmara Municipal de Vereadores de Barbalha a partir das 19 horas.
Do dia 29 de outubro a 2 de novembro acontecerá na terra de padre Cícero mais uma romaria. A peregrinação de finados terá o tema: Padre Cícero e São Francisco, Caminhos de paz e justiça para Cristo. A programação inclui além das missas e confissões, procissões diárias que sairão da capela do Socorro em direção à Basílica.No dia 1° de novembro Juazeiro homenageia os peregrinos. No dia consagrado ao romeiro haverá um show artístico na praça dos romeiros.
Nesse sábado (24) acontecerá mais uma reunião do Núcleo de Música da Rede Independente de Cultura Cariri. O evento é uma organização do CUCA Cariri e a banda Sol Na Macambira. Onde: Lar assistencial Francisco de Assis- LAFA, Rua Abel Sobreira (próx. a Gigi) , bairro Pirajá, Juazeiro do Norte-CE.
Quando: Dia 24 de outubro, a partir das 16h
Mais informações: (88)8821-2644 e (88)88048881 ou casadamacambira@hotmail.com.
Fonte: Jornal do Cariri
Oito cidades do Ceará terão mais recursos do FPM em 2010
Além dele, 13 municípios cearenses tiveram queda no número de habitantes, conforme a pesquisa realizada anualmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referente a 2009. Mas só Lavras da Mangabeira pode perder recursos do FPM. “A Prefeitura já foi avisada. O município está na fronteira das cotas do FPM”, afirma Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). A cidade pode perder parte dos recursos por causa de 41 habitantes a menos.
Isso porque, em 2008, a população era de 30.612, o que deixava o município dentro do coeficiente 1,6 (de 30.565 a 37.356 habitantes). Já em 2009, o IBGE estimou 30.524 pessoas, fazendo com que Lavras da Mangabeira caísse para o coeficiente 1,4 (de 23.773 a 30.564 habitantes). O FPM é composto de 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A distribuição dos recursos aos municípios é feita de acordo com o número de habitantes.
A partir dos dados do IBGE, são fixadas faixas populacionais, cabendo a cada uma delas um coeficiente individual. O mínimo é de 0,6, para municípios com até 10.188 habitantes, e o máximo é 4,0, para aqueles acima de 156 mil. O município de Camocim, por exemplo, passou do coeficiente 2,2 para o 2,4. Um aumento de 149 habitantes garantiu cerca de R$ 2 milhões a mais ano que vem. “Faz diferença. É uma possibilidade de investimento. Queremos aplicar na educação”, afirma Ricardo Ferro, secretário da gestão administrativa de Camocim.
Do outro lado do ranking, a população que mais diminuiu foi a de Guaramiranga, uma queda de 3,71%. De acordo com o prefeito Luis Viana, o problema é geográfico. “Temos algumas localidades na zona rural que são consideradas do município de Mulungu, pelo IBGE, mas são nossas. Já pedimos a recontagem”. A cidade não chegou a perder recursos do FPM, mas, segundo ele, perdeu uma campanha de vacinação de idosos por causa da redução este ano. “E corremos o risco de perder uma equipe do PSF (Programa Saúde da Família). Hoje temos três”.






