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Imagino
Foto: Heládio Duarte
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Imagino
Excelente este artigo do JORNAL DO CARIRI.
Li-o, com emoção, consciente de mais um resgate da verdade histórica.
Nestes tempos medíocres de hoje como faz falta a figura de um estadista do porte de Dom Pedro II.
a figura ciclópica dela demandaria muitas análises. Fiquemos apenas no item: liberdade de imprensa...
Quando fez sua primeira viagem ao exterior (em 1871, com 46 anos de idade e 31 anos como Imperador) Dom Pedro II deixou uma série de recomendações à Princesa Isabel (que o substituiria à frente do Poder Moderador) Era os “Conselhos à regente” nos quais deu a seguinte ênfase:
- “A imprensa se combate com a imprensa”.
Já naquele tempo havia os eternos sectários que chamavam a imprensa de “golpista”. E isso, porque a imprensa ridicularizava o aspecto físico do Imperador. Chamado de Rei Caju, por causa do queixo saliente, ou de Pedro Banana, em razão da sonolência provocada pelo diabetes, o imperador era criticado tanto por jornais monarquistas quanto republicanos, em que grassava a militância pela mudança de regime. Dom Pedro II não se deixava abalar:
- "Os ataques ao imperador não devem ser considerados pessoais"
E deixava a imprensa livre para criticar, dentro do pensamento de Santo Agostinho:
- “Prefiro os que me criticam porque me corrigem aos que me elogiam porque me corrompem”
Outra declaração de Dom Pedro II:
- "A nossa principal necessidade política é a liberdade de eleição; sem esta e a de imprensa não há sistema constitucional na realidade, e o ministério que transgride ou consente na transgressão desse princípio é o maior inimigo do estado e da monarquia".
Bom lembrar que um mês e meio depois do golpe militar de 15 de novembro de 1889, que impôs o regime republicano ao Brasil, o Marechal Deodoro da Fonseca implantou a censura à imprensa, que havia sido tão importante para o movimento republicano.
Parece que – mesmo nos dias atuais – Deodoro continua inspirando muita gente...
A ex-ministra do
O
Os
E o
Acontece
A excelente biografia de D. Pedro II, escrita por José Murilo de Carvalho, deixa uma imagem especialmente generosa do imperador. Como diria o biógrafo, ele teria sido o mais republicano de nossos líderes, apesar de monarca. Chego a duvidar do acerto dessa metáfora, quando observo que, no Segundo Reinado, conforme o próprio autor, nunca houve tanta liberdade de imprensa no Brasil. A complacência do imperador com os órgãos jornalísticos era tamanha que nem mesmo sua majestática pessoa era poupada de críticas agudas, charges desrespeitosas e matérias destrutivas. A maior parte, diga-se, sem lastro na verdade. Como se podia atacar livremente a vítima, que não reagiria sob hipótese alguma, os jornais davam passagem à fúria persecutória. D. Pedro II considerava o abuso na liberdade de imprensa um preço baixíssimo a pagar em nome de conservar no Brasil os valores da Civilização.
Com a República, as relações com a imprensa mudaram radicalmente. Até a década de 1960, a melhor forma de silenciar jornais e jornalistas incômodos era o “empastelamento” e o exílio, respectivamente, ao exemplo da destruição da redação de “O Globo” e o degredo de Júlio de Mesquita, do “Estado de São Paulo”, nos anos 1930-1950. Até o Governo Sarney, a censura foi outro mecanismo eficaz de calar a verdade jornalística. Sonetos de Luís Vaz de Camões eram estampados nas páginas dos grandes veículos, como protesto à supressão de matérias inteiras pelos censores oficiais. Com a redemocratização, especialmente após a Constituição de 1988, os inimigos da liberdade de imprensa ficaram órfãos. Desapareceram os agentes por intermédio dos quais impediam a atuação independente dos jornalistas, a turba dos “empasteladores” e os famigerados agentes de censura.
Nos últimos 5 anos, a impaciência dos inimigos da imprensa livre chegou a níveis extremos. Era necessário sujar as mãos e amordaçar ou esganar aqueles irresponsáveis que, com suas palavras, escritas ou faladas, punham abaixo edifícios inteiros de corrupção e peculato, espantando quadrilheiros como pequenos mamíferos roedores que abandonam os navios ao primeiro sinal de naufrágio. Descobriu-se um meio: a intimidação judiciária.
No Reino Unido, a pátria da liberdade de imprensa, são comuns – e até corriqueiros – os processos contra os tablóides ingleses, que muita vez violam a intimidade e a vida privada de alguns súditos britânicos. O processo judicial é um meio democrático de se resolver essas desavenças e de conter os abusos da imprensa. No Brasil, porém, descobriu-se que o ingresso maciço de ações contra um jornalista ou órgão de imprensa é uma força intimidatória das mais eficientes. Ajuízam-se dezenas de ações, em foros diferentes, com alegações estapafúrdias e pedindo-se indenizações vultosas. A esperança do autor da ação é que, ante o volume e a diversidade de comarcas por onde tramitam os processos, haja uma perda de prazo e, com isso, o jornalista seja condenado, mesmo que tenha o melhor Direito. O frio calculismo desses estrategistas também se manifesta quanto à percepção do elevado custo financeiro do acompanhamento de tantas ações. Honorários advocatícios, diárias, deslocamento para diferentes comarcas ou termos judiciários. Eles contabilizam o tempo que se perde na reunião de provas, na construção de linhas de defesa e o desagradável molestar de amigos e conhecidos para que figurem como testemunhas.
No Brasil, chegou-se a um paradoxo. Exercer livremente o dever constitucional de informar tornou-se algo perigoso, como nas oito primeiras décadas do século XX. O Poder Judiciário, especialmente o Supremo Tribunal Federal, após a Constituição de 1988, tem-se revelado um fiel defensor das liberdades de expressão e de pensamento. A sociedade brasileira, contudo, deve compreender que os inimigos da imprensa livre são a vanguarda do exército da intolerância, do obscurantismo e do autoritarismo.
Otavio Luiz Rodrigues Jr., professor universitário em Brasília (IDP) e Fortaleza (FA7), doutor em Direito Civil pela Universidade de São Paulo, membro da Asociación Iberoamericana de Derecho Romano, Oviedo, Espanha.
Artigo publicado na edição de ontem, 13 de maio de 2008, do Jornal do Cariri
O veredicto depois da tortura: a morte!
“Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros.” (Che Guevara)
1975:
Intolerantes, truculentos e tiranos, os militares torturaram e assassinaram o jornalista Vladimir Herzog. Ele havia cometido o “crime” de ser comunista e lutar pela dignidade de brasileiros e brasileiras, insurgindo-se contra a ditadura militar. Naqueles tempos cruéis não havia liberdade de pensamento, ideológica e de expressão. Ninguém podia ousar se contrapor ao regime lesa-pátria dos generais. Veredicto: a morte.
1988:
É promulgada a nova Constituição da República Federativa do Brasil, resultante de heróicas lutas pela ampliação das liberdades democráticas.
A Carta, em seu artigo 5º, inciso IX, determina que “é livre a expressão de atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.
Mais à frente, no artigo 220, é clara no impedimento a qualquer restrição à manifestação do pensamento, à criação, à expressão e à informação, “sob qualquer forma”. Também proclama que nenhuma lei pode criar embaraços “à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social (...)” e veda “toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”.
2008:
O radialista e colunista cearense Tarso Araújo é processado judicialmente por agente de órgão público, em virtude de, no exercício do que lhe assegura a Constituição Brasileira, ter escrito algo do desagrado daquela autoridade.
Seria uma tentativa de intimidação? Um combativo e honesto militante da imprensa sendo alvo de ação impetrada por um promotor de justiça pode ser um grave sinal de cerceamento da “plena liberdade de informação jornalística”, na medida em que gera o entendimento de que criticar integrantes dos poderes constituídos, neste caso o judiciário, é a senha para a execração sumária pelo braço forte da lei. Qual será o veredicto, depois da tortura? A cadeia? A condenação ao silêncio? A palavra deverá ser contida e, no engasgo do choque, engolida e calada para sempre? O que será feito de outros tantos radialistas e jornalistas, e intelectuais, e líderes políticos e comunitários, que ousam desafiar os poderosos? Serão eles inimigos da lei?
E nessa negação de direitos verifica-se a manifestação de um especialista em danos morais, arvorado numa verdadeira pirotecnia jurídica, dizendo-se “estupefato” com a indignação de importantes setores da imprensa local diante do ato “nauseabundo” contra o radialista. Não creio que a sociedade, cônscia de seus direitos e do custo político e humano para conquistá-los, permita que esse duo se transforme em um grande coro e fira a democracia num de seus pontos mais valiosos: a liberdade de expressão.
O momento da vida brasileira é de fortalecimento do respeito e da convivência pacífica de contrários, da efervescência ideológica e cultural, da ampliação dos mecanismos de informação e formação, da democratização das riquezas materiais, da justiça social, da dessacralização dos poderes, da humanização dos deuses, especialmente os “de carne e osso”, não importando o altar de onde exerçam seus mandatos.
Antonio Carlos Ferreira Araújo (Cacá Araújo)
Especialista em Gestão Educacional, Folclorista e Dramaturgo
Endereço eletrônico: cacaraujo66@yahoo.com.br
Hoje o dia será de muita movimentação na avenida 13 de Maio. Juntamente com a festa de aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora de Fátima, haverá a inauguração da imagem de cerca de 15 metros erguida na praça Pio IX, em frente à igreja. A bênção será dada pelo bispo auxiliar de Fortaleza, dom José Luiz Ferreira Salles, que entregará o novo monumento à cidade juntamente com a prefeita Luizianne Lins. O governador Cid Gomes também deve estar presente na solenidade. Marcos Leonel, cujo nome artístico já foi Marcos Lobisomem, colocou no ar um blog superinteressante, que publica poemas, crônicas, críticas e o escambau: http://marcosleonel.blogspot.com/.
Suas crônicas, a despeito do estilo literário muito qualificado, recobram histórias que, apesar de serem rigorosamente verdadeiras, estariam hoje esquecidas por terem sido protagonizadas no ambiente underground regional , como esta abaixo narrada. (Carlos Rafael).
BANDAS QUE TOCARAM E QUE TOCAM
AMIGOS INTOCÁVEIS
Essa é uma das inúmeras variações da Nacacunda. Sendo que essa é muito próxima da formação original, que contava com Rafael nos vocais; Rubinho no baixo; eu na guitarra; e João Eimar na bateria. Essa formação conta com uma modificação feita às pressas, especificamente para esse dia: que foi a colocação de Rubinho no baixo, posto que já estava sendo ocupado por Igor Arraes. Essa formação também tem a presença de Roger na bateria. Com a curiosidade especial voltada para a própria bateria, feita artesanalmente por Régis, com o material que se podia pagar no momento.
Esse foi um dia instigante, pitoresco, inusitado e completamente hilariante. A Região estava recebendo a visita de Regina Casé, para uma produção cearense de um programa que ela tinha na Globo, enfocando a cultura, os costumes e o povo das mais diversas regiões do país. A produção estava à procura de uma banda que ilustrasse a produção musical pop. Em visita ao sebo Alan Poe, (hoje Solaris) alguém entrou em contato com Manuel Barros ele indicou a nossa banda.
Ficou agendado então algumas tomadas com a banda para, talvez, serem aproveitadas no programa. Primeiro alguém sugeriu a locação em cima do teto do Panorama Hotel. Nos deslocamos para lá com toda a tralha e nada rendeu, pois o teto tinha uma cobertura de telhas de amianto, que cobriam um depósito, depois do último andar. Manuel então deu a idéia de que as tomadas poderiam ser feitas em uma chácara que ele morava. A locação e a boca de cena é essa da foto. A aparelhagem é cômica: uma única caixa, com todos os instrumentos ligados em uma mesa de seis canais, das piores do mercado. A produção achou massa, pois era apelativo, aquela coisa de lutar contra as dificuldades, de sermos do sertão e tal. A câmera que se vê na foto era de última geração, um verdadeiro contraste com tudo aquilo.
Existia uma platéia numerosa por trás da câmera. Todos na esperança de ver e paparicar Regina Casé, é claro. Tocamos exaustivamente a mesma música, A Crua, uma música esquisita, de minha autoria, na linha da fusão com rock e música regional das bandas pernambucanas do momento e outras como Raimundos. A letra da música provocou a curiosidade da produção: “oh meu Jesus, oh meu Jesus / me dê uma luz, me dê uma luz / e um prato de cuscuz / é a fome, é a fome / essa cruz a vida inteira...” Mas essa música chegou a causar vergonha entre alguns presentes nesse dia inesquecível. Algumas pessoas afirmaram que ela era ridícula e que aqui no Cariri ninguém passava fome. A banda não estava nem aí, fomos nos divertir e tirar onda com a cara do povo, se rolasse alguma ponta no programa seria lucro
Depois de muita onda Regina Casé apareceu. Muito besta, muito arrogante. Completamente diferente daquela imagem que ela passa, de ser muito popular e muito dada. Muito pelo contrário, nem com os donos da casa ela falou, quanto mais com o resto. Por um lado foi bom, pois no meio da galera tinha um povo dispensado demais, que estava ali só para aparecer. Depois André Mileto, o produtor principal ficou se desculpando. Ele não gostou muito quando a gente afirmou que não tinha interesse mesmo de conhecê-la, pois ela era feinha demais, mas se fosse a Malu Mader a coisa não ia ficar assim não.
Não rolou nada. Ninguém pegou ninguém. Quebrei um pedal compressor. Roger perdeu a carteira, depois encontrada dentro da caixa. Ainda hoje Igor tem bronca nossa, pois a gente não conseguiu entrar em contato com ele, pois ele morava, e ainda mora, em terras distantes demais e naquele tempo não existia celular, nem moto-táxi, duas invenções fundamentais para quem passa por esse processo de distanciamento da civilização.
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Meu comentário:
Carlos Rafael disse...
Marcos, It´s all true!
Lembro bem deste dia, mas não conhecia todos os detalhes, pois fui convocado em cima da hora para a gravação.
Nossa aparição no Brasil Legal (era esse o nome do programa de Regina Casé, na Rede Globo), não rolou. Só deu Alemberg Quindins do começo ao fim.
Essa música, Carne Crua, foi depois classificada para a eliminatória Norte Nordeste do Festival Skol Rock, que reunia bandas inéditas de todo o país.
De representantes do Ceará, somente nós e O Surto, que depois tocou na última edição do Rock´N´Rio.
A nossa apresentação aconteceu na primeira noite, no Centro de Convenções de Pernambuco, entre Recife e Olinda.
A letra era mais ou menos assim:
Oh meu Jesus, meu Jesus
Me dê uma luz, me dê uma luz
E um prato de cuscuz
Desses de mêi de feira
É a fome, é a fome
E essa cruz a vida inteira
Quero saber da sua parte
Como é que desata o nó
Do catabi, da catacumba
Não dê adeus se for s’imbora
Nem todo cipó enrola
Nem tudo que geme chora
Oh meu Jesus, meu Jesus
Me dê uma luz, me dê uma luz
E um cobertor de urêia
De cabeleira bem macia
Boca da noite é muita feia
Quando rasga inté rudia
Quero saber da sua parte
O que resta pro nordeste
Se o rebuliço continua
Se virar primo da sorte
Depender de caba da peste
Eu como inté carne crua
Bons tempos!

Emissoras de rádio de todas as regiões do Ceará, reunidas, no dia 8 de maio, em assembléia, no auditório do Senac Fortaleza, aprovaram o Estatuto da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias - Ceará (Abraço-Ce). Também elegeram a sua primeira diretoria executiva, composta por Marcelo Inácio de Sousa (coordenador executivo - Fortaleza), Sérgio Lira (secretário - Fortaleza), Jonathan Soares (financeiro - Fortaleza), Geraldo Sales (comunicação - Juazeiro do Norte), Ismar Capistrano (formação - Quixadpa), Valdeci Martins (organização e mobilização - Fortaleza), Elder Aguiar (jurídico - Moraújo) e Edílson Coelho Filho (coordenação das regionais - Camocim). A diretoria estadual ainda é composta de três suplentes da Executiva, oito coordenações regionais - com número igual de suplências -, conselhos Fiscal e de Ética, cada um com três titulares e três suplentes. O coordenador executivo da Abraço Nacional, José Sóter, acompanhou todo o processo.
Na oportunidade, o projeto "Propaganda Social" foi pré-lançado. A iniciativa reúne campanhas educativas para inserção nos intervalos radiofônicos produzidas por alunos dos cursos de Comunicação Social das faculdades Católica do Ceará e Nordeste (Fanor). "A idéia é incentivar as rádios comunitárias a investir em educação não-formal, abordando temas como saúde, meio ambiente, cidadania e criança e adolescente", explica o criador da iniciativa, professor de rádio dessas instituições, Ismar Capistrano. O objetivo produzir semestralmente o Cd para distribuição em todas as rádios do Ceará com propagandas elaboradas tambem pelos radialistas das emissoras comunitárias. Para isso, deverá ser ministrado, pela Abraço-Ce em parceria com a Fa7 e Senac, a partir de junho um curso de formação de comunicadores populares. "Essa é uma grande reivindicação das rádios comunitárias", afirma Élder Aguiar, da Rádio Teodorico de Moraújo.
Entre outras metas emergenciais, a Abraço-Ce precisa cumprir uma forte rotina de reconstrução da entidade no Estado. Um planejamento para os próximos dois anos será desencadeado em caráter de urgência, a fim de dar suporte às iniciativas de interiorização e de fortalecimento político na capital. A primeira reunião da diretoria marcada para o próximo dia 19 de maio no Instituto Teológico e Pastoral (ITEP, Seminário da Prainha) tratará o assunto. "Para percorrer este caminho árduo, nos da Abraço-Ce conta com a imprescindível ajuda dos companheiros e companheiras que já fazem da Abraço Nacional e das estaduais e de todas as entidades mantenedoras de rádios comunitárias no Ceará", afirmou Marcelo Inácio, coordenador executivo.
No período de 05 a 09 do corrente mês acotneceu o II ENCONTRO DA ENGENHARIA CIVIL E DA PRODUÇÃO NA REGIÃO DO CARIRI. A programação do encontro contempla a realização de palestras, mesa-redonda e mini-cursos.
O evento foi organizado pela Coordenação do Curso de Engenharia Civil da UFC, Campus Cariri, em parceria com a URCA, o CEFET/JN e o CENTEC/JN. Pela Universidade Regional do Cariri estão participando o Centro de Ciências e Tecnologia e os Departamentos de Construção Civil e Engenharia de Produção.
O Prof. Plácido Cidade Nuvens participou da cerimônia de abertura e na oportunidade ressaltou a importância do encontro para a integração científica e cultural entre as Instituições de Ensino do Cariri. No Campus Crajubar ocorreu o mini-curso "Introdução ao Planejamento e Controle de Projetos e Empreendimentos", ministrado pelo Prof. M.Sc. Dimas de Castro e Silva Neto, do Departamento de Construção Civil.
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O Dia das Mães tem a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todo Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio. Em Portugal, o Dia das Mães é celebrado no primeiro domingo de Maio. Já no Brasil, é celebrado no segundo domingo de Maio, conforme decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas. Em Israel o dia da mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o dia da família em Fevereiro.
Será que o prefeito Samuel Araripe sabe o que está ocorrendo?
São muitos os condutores de veículos que andam reclamando do retorno da indústria da multa. E justo este ano, quando teremos eleições municipais! Agora, na pouca movimentada Avenida Maildes de Siqueira, em Crato, instalaram placas proibindo fazer retorno, em dois lugares. Em alguns dias até postam um agente do trânsito que passa o tempo preenchendo dezenas de autos de infração. E as dezenas de contribuintes ao receberem a notificação ainda lêem “Pontuação 7: gravíssima”.
Onde anda o bom senso do Demutran? Bom lembrar que, no início do ano, o prefeito Samuel aprovou lei anistiando as centenas de multas, o que lhe grangeou simpatia por parte dos proprietários de veículos, que são muitos. Mas, agora, vem de novo o Demutran recomeçar as antipáticas medidas inóquas. Até parece que estão querendo prejudicar a boa imagem do prefeito...

Preparar um almoço – ou jantar – gostoso no Dia das Mães e convidar sua mãe para degustar suas “especialidades” é uma idéia original e ela vai adorar para comemorar seu dia de forma mais especial. Se você não tem muita intimidade com a cozinha, mas gostou da idéia, a Josapar – líder em arroz com a marca Tio João – oferece duas linhas de produtos semiprontos, Cozinha & Sabor e Cozinha Fácil para que você acerte no tempero e consistência. Para incrementar ainda mais, a empresa oferece duas receitas fáceis e deliciosas: Arroz Cremoso de Funghi com Camarão e Limão Siciliano e, para sobremesa, Mousse de Goiaba Sem Lactose, tornando o Dia das Mães de 2008 simplesmente inesquecível.
Solução para quem pretende preparar um prato delicioso sem muito esforço e surpreender toda a família, a linha semipronta Cozinha & Sabor Tio João disponibiliza produtos elaborados com ingredientes nobres, nutritivos e saborosos, em cinco sabores - Risoto à Valligiana, Risoto Milanês, Risoto à Parmigiana, Arroz com Galinha e Arroz de Carreteiro -, que podem ser preparados no fogão ou no microondas e ficam prontos em apenas 15 minutos. E, o que é melhor, dispensa acompanhamentos, ou seja, você prepara uma refeição completa, elaborada de maneira fácil, prática e deixa a mãe satisfeita em todos os sentidos.
Para os filhos que se aventuram no fogão, a linha Cozinha Fácil Tio João oferece cinco excelentes acompanhamentos que dão um toque especial em carnes vermelhas, aves, peixes e frutos do mar: Arroz à Grega, Arroz com Funghi, Arroz com Brócolis, Arroz com Ervas Finas e o Arroz com Curry.
SupraSoy – além de gostoso é muito nutritivo.
Para as mães, não importa a idade do filho, o importante é que a alimentação seja saudável e nutritiva. A Josapar está investindo em produtos de soja e lança a inovadora linha SoyPlus que une as proteínas da soja com as do leite, resultando numa bebida saborosa e nutritiva. São três sabores de dar água na boca: Morango, Chocolate e Creme com Biscoitos.
Neste segmento, a empresa já tem um sucesso no público intolerante à lactose, a linha SupraSoy, que apresenta aumentando de consumo inclusive por parte daqueles que não tem restrição ao leite de vaca justamente por oferecer sabor diferenciado. Elaborada com proteína isolada de soja (portanto, sem lactose nem colesterol), com alto teor de isoflavonas, excelente equilíbrio de ômega 3 e 6, livre de gordura trans e conservantes, e enriquecida com vitaminas (A, B2, B5, B6, B12, D e E) e minerais (cálcio, zinco, sódio, ferro, fósforo, iodo, magnésio e potássio), entre outros nutrientes essenciais para a saúde, a linha SupraSoy está disponível nos sabores Sem Lactose: Light, Banana, Fibras, Iogurte, Light com Fibras, Chocolate e Light Chocolate. Além de ser delicioso quando consumido como bebida – puro ou batido com frutas –, o SupraSoy dá um toque especial nas mais diversas receitas. Experimente o Mousse de Goiaba Sem Lactose.
ARROZ CREMOSO DE FUNGHI COM LIMÃO SICILIANO
Ingredientes
Camarão:
- 3 colheres (sopa) de azeite (30 g)
- 300 g de camarão tipo médio limpo
- sal a gosto
- pimenta-do-reino moída na hora
Arroz:
- 3 colheres (chá) de sal
- 1 embalagem de Cozinha Fácil Tio João - Arroz com Funghi (250 g)
- 1 embalagem de cream cheese (150 g)
- raspas de um limão siciliano
- 1/2 colher (sopa) de suco de limão siciliano
- 6 talos de cebolinha lavados e picados
Preparo
Camarão: aqueça bem uma frigideira em fogo alto. Junte o azeite e os camarões e frite-os por cerca de 5 minutos até ficarem rosados. Tempere com sal e pimenta e reserve-os.
Arroz: ferva 1 litro e meio de água junto com o sal. Coloque os saquinhos de arroz na água fervente e cozinhe em fogo baixo por 20 minutos, deixando a panela semitampada. Com o auxílio de um garfo, retire os saquinhos pela alça, reserve 1/4 de xícara (chá) da água do cozimento desprezando o resto.
Abra os saquinhos e volte o arroz à panela. Acrescente a água reservada e o restante dos ingredientes, incluindo os camarões. Mexa bem e sirva em seguida.
Rendimento: 5 porções
Tempo de Preparo: 20 minutos
MOUSSE DE GOIABA
Ingredientes
Para a mousse:
- 4 goiabas vermelhas médias sem casca e sementes (500 g)
- 12 g de gelatina em pó sem sabor
- 1 colher (sopa) de suco de Limão
- 1 xícara (chá) de SUPRASOY SEM LACTOSE (156 g)
- 3 claras
- 9 colheres (sopa) de açúcar
Para a calda:
- a polpa de 2 goiabas
- 4 colheres (sopa) de açúcar
Preparo:
Prepare a mousse : coloque no liquidificador as polpas de goiaba e 2 xícaras (chá) de água (400 ml), bata e passe pela peneira, reserve.
Dissolva a gelatina em banho-maria, com 5 colheres (sopa) de água, adicione o suco de goiaba, o suco do limão, o Suprasoy Sem Lactose e misture bem, reserve.
Bata as claras em neve com o açúcar e misture delicadamente ao suco reservado. Coloque em taças e leve a geladeira por 3 horas.
Enquanto isso, prepare a calda: coloque as polpas de goiaba no liquidificador e bata. Passe o suco por uma peneira, adicione o açúcar, 1 xícara (chá) de água (200 ml), coloque numa panela pequena e leve ao fogo médio até levantar fervura. Deixe esfriar e sirva acompanhando a mousse.
Rendimento: 8 a 10 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos
Encontram-se em fase de conclusão as obras referentes à primeira
etapa do Campus Avançado da UFC em Juazeiro do Norte. O prefeito Raimundo Macedo informou que ainda não há data definida para a inauguração estando na dependência da agenda do presidente Lula. Obedecendo a modernos padrões de arquitetura, foram gastos nessa primeira etapa recursos da ordem de R$ 1,8 milhão. Além do pórtico ode entrada, ela conta com dois blocos, sendo um com seis salas de aula, administração, e biblioteca com 2.800 livros. O outro terá quatro laboratórios, incluindo o de informática com 40 computadores. O prefeito lembra que a área foi doada pelo município compreendendo uma faixa total de 200 mil metros quadrados. Além disso, fez a avenida de acesso com canteiros centrais e levou energia, telefone e água. Para as próximas horas, Raimundão promete determinar a limpeza do mato e a recuperação do calçamento danificado pelo rigor do inverno. A construção da segunda etapa do Campus da UFC já foi iniciada e segue em ritmo acelerado.
O prefeito municipal de Mauriti, Izac Gomes, assinará, amanhã, ordem de serviço para construção do estádio de futebol do município. A solenidade será realizada no bairro Dão Bosco, com a presença de várias autoridades municipais, desportistas e da comunidade em geral. O evento terá início às 16h30. Antes, às 14 horas, o prefeito fará a abertura do campeonato de futebol, promovido pela Liga Desportiva de Mauriti, com a participação de diversos times.

CAFÉ ESTAÇÃO!
Hoje!!!!!!!!!!!
10 de Maio! Muito Rock e Blues com Holy Wood e Los The Os
A partir das 22h
Não Perca!
Café Estação
Tapiocaria Cultura e Outras Delícias
Centro Cultural do Araripe- Largo da RRFSA- Crato- Ceará