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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Discussão politica caracteriza o Festival Nacional de Teatro de Rua no Ceará

Teobaldo Silva - Coordenador do FESTMAR


A VIII edição do Festival Nacional de Teatro de Rua do Movimento de Agitação e Resistência da Cultura Popular  de Aracati no Ceará – Festmar que está sendo realizada no período de 05 a 08 de dezembro na cidade litorânea  Aracati tem como diferencial esse ano a defesa de 2% no orçamento do Município destinado para a cultura. Em diversas cidades do Ceará, os movimentos de culturas estão se articulando neste sentido, como é o caso da cidade do Crato. Outro ponto defendido no Festival é a criação de uma rede de grupos e coletivos de artistas da região nordeste com o caráter de contribuir no intercâmbio entre os artistas e o fortalecimento político e organizativo dos grupos.  

O Festmar vem se consolidando no Estado do Ceará. Esse ano reúne grupos de teatro dos Estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul.

O evento reúne 22 companhias e ocupam os espaços públicos da cidade como Praças e monumentos históricos do Patrimônio Artístico e Arquitetônico Nacional.

Para Teobaldo Silva, coordenador do Festmar, o evento surgiu em 1999, como um festival da cidade e posteriormente foi tendo uma abrangência nacional. Ele destaca que o evento ainda realizado com dificuldades financeiras. “Resistimos fazendo arte, pois acreditamos que ela é um instrumento político e desenvolvimentista importante para a população”, frisa Teobaldo.

Para Alexandre Lucas que integra o Programa Nacional de Cultura – PIA, uma rede de coletivos e artistas que trabalham com intervenções e performances,  é imprescindível a criação de canal de diálogo e mobilização política entre os artistas, como é a intenção do Festmar esse ano.     

O evento é apoiado financeiramente pelo Fundo Estadual da Cultura – FEC e conta com algumas parcerias locais, como  Casa da Cultura e uma empresa de contabilidade.                 

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

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SECULT não paga artistas no Ceará


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domingo, 2 de dezembro de 2012

Tudofel: Colégio Diocesano do Crato (epílogo)

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sábado, 1 de dezembro de 2012

Tudofel: Colégio Diocesano: a saga continua

Tudofel: Colégio Diocesano: a saga continua: Normalmente, quando atingia o curso científico, que hoje corresponde ao ensino médio, o cratense ia estudar na capital, em Fortalez...

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Tudofel: Colégio Diocesano, 8 "A"

Tudofel: Colégio Diocesano, 8 "A":   Em 1978 passei para a 8ª série "A", apesar do rigor metodológico e matemático do professor William. Fiquei na mesma turma de Vice...

Tudofel: Colégio Diocesano do Crato

Tudofel: Colégio Diocesano do Crato: O Colégio Diocesano era uma referência em educação básica do interior nordestino. Meio secular, tinha recentemente comemorado o marc...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

AURORA MITOLÓGICA!!!



Luiz Domingos de Luna*

Outro dia fui convidado por um famoso pintor para visitar a Arcádia numa região da Grécia Antiga, onde os poetas, dedicavam-se à poesia e ao pastoreio, vivendo em harmonia perfeita com a natureza.

Chegando lá, um campo florido cobria todo o horizonte, o pintor preparou logo o meu cavalete para fazer o planejamento visual em Aquarela de uma cidade a ser planejada e localizada no interior do cariri cearense.

Peguei o pincel e comecei a pintar uma batina, uma batina bem comprida, ao que o pintor interrompeu, - Não, uma batina não!!!  Por que não ? – Ora, uma batina irá lembrar o padre Antonio Leite de Oliveira o povo do lugar irá dizer que a cidade foi fundada por um padre, outro seguimento mais liberal que foi o Coronel Francisco Xavier de Souza, começará logo uma briga histórica entre um padre e um coronel e a história irá toda de água abaixo.

Peguei o pincel novamente e comecei a pintar uma capela bem linda, ao que o pintor interrompeu, - não uma capela não!!! Por que não ? – Ora, uma capela irá lembrar o preto Benedito José dos Santos, aí irão colocar o padroeiro como São Benedito, os discriminadores de plantão irão logo chiar e começará logo uma briga de discriminação racial.

Calmamente, peguei o pincel e comecei a pintar um litro, um litro belíssimo, ao que o pintor interrompeu, - não um litro não!!! Por que não ? – Ora, um litro irá lembrar uma venda, daí a pouco a venda terá uma proprietária, irão logo quer dar um nome a proprietária, nasce venda e passa para a dona da venda, depois irão tirar a venda e a cidade passa a ter o nome da dona da venda que nem mesmo nós, ainda sabemos.

Pacientemente peguei o pincel e comecei a pintar uma banda do sol, somente uma banda, mais uma banda lindíssima, ao que o pintor interrompeu não!!!! -Não, uma Banda do sol não!!! Por que não ? – Ora, uma banda irá lembrar aurora!!! A turma irá chiar logo dizendo: D. Aurora é a Dona da Venda!!! Os governistas dirão quem deu o nome foi à princesa Isabel que libertou os escravos e o nosso trabalho irá todo de água abaixo.

Novamente peguei o pincel e comecei a pintar um rio, na verdade um belíssimo rio, ao que o pintor interrompeu – Não, um rio não!!! Por que não ? Ora o povo da terra irá dizer que a localidade começou com um oratório e não com um rio, começará logo uma disputa entre Ciência e Religião, e até os pintores irão dizer que a cidade surgiu de uma Aquarela.

– E qual é o problema afinal ?

O problema é que os poetas irão insistir no rio, os religiosos num oratório, o povo em uma senhora chamado Aurora e a confusão tenderá a aumentar.
  
- E o que fazer perguntou o pintor ?

-Bem é melhor deixar o rio, pois se tudo der errado irá tudo de água abaixo, e a função do rio é levar mesmo tudo de água abaixo, a cidade fica com o rio, mas perde a sua história.

– Isso é bom quis saber o pintor ?

É melhor ficar com o rio e perder a história.  

-E se o rio ficar poluído, quis saber o pintor

– Bem, se o rio ficar poluído é porque a história já está poluída, afinal o rio é base para se medir a civilidade de um povo. – Como assim ?  Quis saber o pintor - a historia pode estar poluída e o rio não, porém quando o rio estiver poluído com certeza é porque a sua história já foi poluída.

(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra


Tudofel: Our sweet George

Tudofel: Our sweet George: Há exatos 11 anos era uma sexta-feira. Tinha acordado com uma baita ressaca e fiquei em casa, gravando umas fitas cassetes com uns d...

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Tudofel: Soy loco por ti, Bananeiras!

Tudofel: Soy loco por ti, Bananeiras!: A minha cidade do coração é Craterdam. Só que Cratedam não é uma cidade real. Ela é ideal. Das cidades reais, o Crato, minha cidade...

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Tudofel: A passagem do médico-revolucionário Hass Sobrinho ...

Tudofel: A passagem do médico-revolucionário Hass Sobrinho ...: Em novembro de 2008, juntamente com meu irmão Armando e meu cunhado Zé Bento, fiz uma viagem ao sudoeste do Maranhão e  à Araguaína, no T...

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Tudofel: As 'pérolas' da Rolling Stone

Tudofel: As 'pérolas' da Rolling Stone: Somente agora tive acesso à revista Rolling Stone de outubro, edição especial de seis anos de aniversário da versão em português. Cap...

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

MECENAS DA SÉTIMA ARTE EM AURORA – MARIA EDIANE DE LIMA.



Luiz Domingos de Luna*

Em 1997, sob o projetar de um raio luminoso do sol nascente, ecoou as margens do Rio Salgado o tinido do clarão da objetiva da nova visão empresarial em Aurora.

Nasceu assim, O Baratão Móveis, sob a batuta do maestro Tarcisio Gonçalves de Oliveira, a orquestra dos construtores da maior empresa de móveis e elétricos da cidade, pisando nas partituras harmoniosas e suaves, dando o tom poético, que unge a tinta que une o universo comercial de Aurora uma nova visão empresarial – Baratão Móveis, uma realidade a nova aurora que nasceu com beleza maestria e serenidade.

No ano 2004, na Arcádia florida de servir bem a sociedade aurorense, na postura despojada das estrelas que formam o universo feminino, assim o timão do Baratão Móveis é conduzido pelo brilho encantador de MARIA EDIANE DE LIMA, que numa profissão de fé, a continuidade da harmonia crescente, pois a perseverança a nova visão empresarial do casal que betumou a catedral do sonho de todos: “ter acesso ao possível e poder continuar a sonhar, pois no caminho do sonho, o Baratão, sempre uma possibilidade da realização plena abundante a todos”

No ano de 2012, sob o ímpeto da grandeza da alma feminina, reativa A Primeira Companhia de Teatro Amador Cultural – Luzes da Ribalta, Terminal de arte e cultura moderna- Sétima arte, a arte pura em projeção, com cenário único, criado como uma utopia pelo professor Luiz Domingos de Luna e de propriedade da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra em tempos idos, vividos e esquecidos na poeira de uma estrada de sonhos que tendem ao infinito e, ao chegar ao infinito , não contentes, se criam outros e mais outros em sonhos que não se acabam nunca- Pois viver é sonhar.

Ao fecho deste universo em expansão, entre a utopia e a realidade, a bailar também nos labirintos insondáveis do estar presente no Planeta Terra, na perecividade do tempo e na certeza de que somos passageiros desta nave espacial que é a Terra, MECENAS DA SÉTIMA ARTE EM AURORA – MARIA EDIANE DE LIMA, reacende o refletor do tempo espaço para mais uma apresentação do Luzes da Ribalta, que fez uma pausa no tempo, mas continuou presente a espreita de um público ávido pelo culto, pelo belo, pelo o ousado, pela arte projetada na tela da realidade presente e, como passaporte já assegurando para a história, pois viver, pressupõe servir ao meio social e fomentar na sua textura condições para que as futuras gerações possam também, sonhar e, Praza DEUS TRINO o sonho se transforme também em realidade.

( * ) Colaborador do Blog CARIRI AGORA












Tudofel: Janinha ou Joplin?

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Tudofel: A Turma do Parque

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

DISCRIMINAÇÃO NO PLANETA AQUARIUS



Luiz Domingos de Luna*

Outro dia , como de costume, estava no Planeta Terra muito triste, pois a solenidade que identifica um aquariano é o ritual do dia do professor, pois lá em Aquarius os professores são bem valorizados, ser professor em Aquarius é um sinal de nobreza, afinal quem humaniza e dá a civilidade ao universo em expansão maior são os professores.

O tempo corria no Planeta Terra, mas nada a causar preocupação, vez em Aquarius o tempo real não existe.

Tudo normal, de repente, um colega meu lá de Aquarius que vive aqui também no Planeta Terra, me convidou para passar o dia dos professores em Aquarius, como eu sou Aquariano e também professor, senti-me na obrigação de ir, como em Aquarius não tem emoção, mas sim, aqui no Planeta Terra, perguntei ao colega Aquariano -você tem o convite da plenária – resposta afirmativa. Como eu não tinha convite e estava com o chip terráqueo e aquariano disse ao colega de Aquarius. A Minha vontade é ir a plenária em Aquarius. 

O meu amigo leal de Aquarius disse: isso não é problema eu tenho meu desmaterializador de matéria e revisor de gravidade, se você quiser faço a sua desmaterialização por completo e coloco você na minha pasta pessoal e  em Aquarius eu faço a sua materialização,  você defende os seus direitos , vez lá não existir discriminação, pois  como é do seu conhecimento, temos os nossos direitos assegurados.

Três dias antes, na contagem do tempo humano, como havíamos combinado fui desmaterializado e fiquei a  esperar a nave espacial aquariana. Na verdade eu nem era um Aquariano nem um humano apenas um monte de íons encaixotado.

Enfim chegou a nave, pegou o meu irmão Aquariano  eu desmaterizado, fui junto na pasta do amigo aquariano que reside no Planeta Terra.

Lá em Aquarius, como combinado, fui materializado, ao entrar na plenária o guarda verificou o meu chip aquariano, tudo normal, porém a luz vermelha acendeu, o processador de ondas de cores veio imediatamente verificar a problemática no meu chip aquariano, ao colocar a minha senha no computador Central estava lá: Aquariano sim, Professor não!!! A tela girava em 3D e nisso o plenário foi ficando lotado; nisto apareceu o conferencista que ficou muito confuso com a mudança do tema da conferência, uma forma pedagógica de explicar aos humanos, os procedimentos de Aquarius, Quis saber o conferencista a voz do Computador Central – Aquariano sim – Professor não!!!  Enviou o vigilante, a verificar na plenária o porquê  da negativa do computador Central.

O Conferencista a me ver na porta do plenário, me convidou para entrar na plenária, o que o vigilante disse – Senhor, no chip dele está escrito Aquariano sim, professor não. Como em Aquarius a igualdade funciona plenamente o conferencista me convidou e perguntou: -Você é Aquariano respondi –sim – Você é professor respondi – sim!!! O conferencista disse meus queridos aquarianos, infelizmente o nosso sistema pela primeira vez falhou, vale lembrar que o nosso sistema é o mais bem aprimorado do universo em expansão – Pânico geral na platéia.

O imbróglio foi criado em Aquarius. 

O Conferencista convidou o processador de memória Aquariana, quando a carta de demissão era solicitada ao computador central. O Sábio de repente, não mais que de repente, antes da redação da carta de demissão do processador de memória- Gritou, peço a palavra   e me entrevistou – Você é Aquariano de nascimento, -respondi sim, -você concluiu  em qual de nossas universidades – trêmulo, respondi, minha formação acadêmica foi toda no  Planeta Terra.

Fora do Plenário Já!!!

O plenário chiou geral como o sábio expulsava um aquariano e professor, de uma plenária.
Ao que o sábio respondeu :
Enquanto no Planeta Terra o professor não for tratado com dignidade, com respeito e com seriedade as suas ações e com a sua vida, e, com reconhecimento pelas autoridades de que é ele que constrói as demais profissões.-Você não tem o direito de pisar neste solo de humanização universal.   
Ainda argumentei – Sábio isto não é uma discriminação ?

Discriminação é não reconhecer a função do professor no Planeta Terra.
Entendeu ?
-Não
Dúvida ?
Todas
-Mas é assim que as coisas funcionam

(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora - Ceará



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Tudofel: Seu Jefferson e o Sítio Fundão

Tudofel: Seu Jefferson e o Sítio Fundão: Quebradas era como a gente se referia a alguns locais que costumávamos frequentar em bando . A denominação por si é sugestiva, indic...