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domingo, 15 de junho de 2008
NOTICIAS DO DOMINGO
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Acerca das "reservas indígenas" - por Armando Lopes Rafael
Sei que vou mexer, outra vez, num vespeiro...
Ao contrário de certas visões idílicas e falseadas de hoje, historiadores do porte de um Varnahagen ou de um Pe. Serafim Leite nos mostra, em suas obras, a face real dos primitivos índios brasileiros.
Nas ocas onde moravam, apesar do pouco espaço, viviam esparramados de cem a duzentos índios, em meio a um odor nauseabundo, pois eles eram tão preguiçosos que nem se levantavam das pútridas redes, onde dormiam, para satisfazer suas necessidades naturais.
Em muitas tribos, além do canibalismo, eram comuns o homossexualismo, o alcoolismo e o infanticídio. Uma criança que nascesse com defeito físico era de pronto assassinada. Às vezes matavam até recém-nascidos do sexo feminino, quando entendiam que a população de mulheres já estava no número ideal. Afinal a mulher não servia para a luta com as tribos rivais.
Hoje só se dá ênfase ao caráter exploratório dos portugueses, sugando as riquezas da colônia. É verdade que isso também aconteceu. Mas, diferente dos Estados Unidos – que dizimaram impiedosamente populações indígenas no seu território – os portugueses foram responsáveis pela ação missionária e civilizatória dos índios no Brasil. Muitos portugueses se casaram com índias dando início a numerosas famílias que ainda hoje possuem descendentes espalhados pelo Brasil.
Hoje, diferente do início da colonização portuguesa, o governo federal vem criando reservas indígenas (algumas maiores do que alguns países europeus) trancafiando ali os poucos milhares de índios aculturados existentes no Brasil. E tudo sob o argumento da preservação da “cultura indígena" e incentivando o retorno deles à barbárie de uma vida nômade, longe do progresso e das conquistas científicas dos tempos atuais.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
EM MATÉRIA DE SAÚDE A CAMPANHA AMERICANA É MAIS CORRETA QUE A CAMPANHA DOS LIBERAIS TERCEIRO MUNDISTA DO BRASIL
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quarta-feira, 11 de junho de 2008
A bandeira do Ceará - por Armando Lopes Rafael
Bandeira do Ceará
Bandeira do Brasil ImpérioVale o registro: a bandeira do Brasil Império foi criada por inspiração do Imperador Dom Pedro I. Este escolheu o verde (cor da Casa Real dos Bragança) e o amarelo (cor da Casa dos Habsburgo, da Imperatriz Leopoldina). Coube ao pintor Debret fazer o desenho da bela bandeira verde-ouro, que continua a ser o nosso maior símbolo, apesar das modificações citadas acima.
Dos atuais pavilhões dos estados brasileiros, o único a lembrar a Bandeira da Monarquia é o do Ceará. Ela surgiu assim: o comerciante fortalezense João Tibúrcio Albano tinha por hábito – no início do século passado – hastear, nas datas importantes, a bandeira do Maranhão, terra da sua esposa. Como cearense João Tibúrcio Albano ficava frustrado, pois seu torrão natal ainda não possuía um pavilhão. Um dia teve a idéia de adaptar às armas do Ceará numa bandeira brasileira. Para isso, mudou a cor da esfera. Saiu a azul com estrelas substituída pela esfera de cor branca. Consta no Anuário do Ceará: “por muito tempo a bandeira idealizada por João Tibúrcio Albano serviu de modelo a muitas outras que tremularam nas sacadas dos nossos educandários. Só em 1922 o Presidente Justiniano de Serpa assinava decreto instituindo o pavilhão cearense, determinando fosse este formado do retângulo verde e o losango amarelo da bandeira nacional, tendo ao centro um circulo branco em meio do qual deveria situar-se o escudo do Ceará”. Em 1967 o Governador Plácido Castelo assinou a Lei 8.889 que definia a composição da bandeira do Ceará.
A história do Estado tem desses fatos interessantes! A exemplo da Consagração do Ceará ao Coração de Jesus, feita por iniciativa do nosso primeiro bispo, Dom Luiz Antônio dos Santos, com anuência das mais altas autoridades civis e militares da província, em 15 de setembro de 1878. Talvez por isso, apesar da insânia e violência dos dias atuais, o Ceará – terra de gente religiosa e pacífica – continua a trilhar os caminhos da civilização cristã.
terça-feira, 10 de junho de 2008
"De
VIDA E MORTE DO JORNALISMO
Robert Fisk,
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E o
Fisk lembra
11 de junho: Centenário de Nascimento do vidente de Fátima
1908 – 11 de junho – 2008Centenário de Nascimento do pastorinho Francisco Marto
Comemora-se neste a 11 de Junho de 2008, o centenário do nascimento do beato Francisco Marto. O vidente das Aparições de Fátima ficou conhecido por ser aquele que gostava mais de rezar a “Jesus escondido”.
Francisco Marto nasceu no dia 11 de Junho de 1908, em Aljustrel, paróquia de Fátima. Era filho de Manuel Pedro Marto e de Olímpia de Jesus, irmão de Jacinta Marto (1910-1920) e primo de Lúcia de Jesus (1907-2005). Foi a estes que apareceu um Anjo, na Primavera, Verão e Outono de 1916, na Loca do Cabeço e no Poço da Casa da Lúcia, e Nossa Senhora do Rosário, a 13 de Maio, Junho, Julho, Setembro e Outubro de 1917, na Cova da Iria, e a 19 de Agosto de 1917, no sítio dos Valinhos.
Francisco Marto adoeceu a 23 de Dezembro de 1918, de gripe pneumônica, e veio a falecer a 4 de Abril de 1919. O seu processo de beatificação foi iniciado no dia 30 de Abril de 1952, juntamente com o da sua irmã Jacinta. Mas só foi enviado para a Congregação para a Causa dos Santos, a 3 de Agosto de 1979. Foi aberto, a 20 de Dezembro desse ano.
Quem vê a barba do vizinho arder...
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Esqueceram a miscigenação - por Armando Lopes Rafael
Certa mídia e setores acadêmicos voltam a bater no velho chavão: os portugueses foram responsáveis pelo genocídio dos índios! Afirmam, à exaustão, que à época do descobrimento existiam entre 5 a 7 milhões de silvícolas no Brasil. Por que não falam também da grande miscigenação ocorrida entre os colonizadores lusos e as raças indígenas que aqui viviam? Dificilmente se encontra hoje um brasileiro com características só européias. Todos nós carregamos nas veias um percentual de sangue indígena e africano. Muitos portugueses, alguns até fidalgos, se consorciaram com índias de tribos amigas. O casamento, na Igreja Católica, de Diogo Álvares ( o "Caramuru") e a índia Paraguassu é o exemplo clássico do português e da índia que deram origem a inúmeras e importantes famílias brasileiras. Do casal citado, por exemplo, descendem, aqui no Cariri, os Bezerra de Menezes, os Pinheiro e os Esmeraldo, dentre outras famílias...
Fatos da história do Brasil
Antes de falar dessa epopéia cearense faço um rápido retrospecto sobre o instituto da escravatura. Uma das primeiras preocupações do historiador deve ser a análise do fato histórico a partir da mentalidade da população, ao tempo que esse feito ocorreu. É fácil lançar libelos contra figuras e casos da nossa história quando se julga acontecimentos de cem ou duzentos anos atrás, pela ótica do hoje.
No 2o Reinado vivia num Estado de Direito Democrático. A imprensa era livre.
Parcela da sociedade brasileira de então também entendia que a escravidão se constituía numa gritante injustiça. No Ceará, consoante tradição corrente, os escravos não sofriam a opressão e a impiedade, como gemiam seus irmãos de raça nos cativeiros de outras províncias. Talvez por não existir aqui uma elite econômica (como ocorria em Pernambuco, Bahia, Minas, Rio de Janeiro, São Paulo). O escravo no Ceará, com raras exceções, era quase gente da família. Esses negros compartilhavam, mesmo sendo escravos, os acontecimentos alegres e tristes das famílias dos seus senhores. Mesmo assim no último quartel do século XIX já se registravam no Ceará campanhas contra a escravidão. Não tiveram, os cearenses, igual paciência e prudência do Imperador e da Princesa Isabel no trato desse assunto.
Sociedades antiescravistas foram surgindo com a adesão de pessoas de todas as categorias sociais da província. Uma delas, a Sociedade Perseverança e Porvir tinha entre seus membros Antônio Soares Teixeira Júnior, Francisco Araújo, Antônio Martins, Manoel Albano Filho, José Amaral, José Teodorico da Costa, Antônio Cruz Saldanha, Alfredo Salgado, Joaquim José de Oliveira e José Barros da Silva. Em 1880 foi fundada a Sociedade Libertadora Cearense com 225 sócios. Nessa sociedade militavam João Cordeiro, Frederico Borges, Antônio Bezerra, Almino Tavares Afonso, Isaac Amaral e José Marrocos.
Em janeiro de 1881 o jangadeiro Francisco José do Nascimento afirmou que no porto do Ceará não embarcariam mais escravos. Por esse gesto passou à história como o "Dragão do Mar". Essa determinação foi cumprida. Em agosto daquele ano os jangadeiros impediram o embarque, no vapor Espírito Santo, de duas escravas, apesar da presença do Chefe de Polícia, Dr. Torquato Viana, que tentava coagir os humildes homens do mar a obedecer à lei. O fato é que no tumulto "polícia versus jangadeiros", o abolicionista José Carlos Silva Jataí desapareceu com as duas negras, livrando-as do embarque.
sábado, 7 de junho de 2008
E AGORA JOSÉ?
A
Acontece
E
Nisso
Nação envergonhada - por Themístocles de Castro e Silva
Vejam como é o Brasil no reinado de Lula. O governo demitiu uma ministra de Estado porque usou indevidamente o dinheiro público, através do tal Cartão Corporativo. sexta-feira, 6 de junho de 2008
Jornal O POVO: açudes estão cheios no Ceará...
Cogerh: açudes atingem maior acúmulo de água desde 2004
Daniela Nogueira, da Redação
O recorde foi quebrado. Segundo a Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh), o volume total dos 129 reservatórios que monitora chegou a 85,57%. Até ontem, ainda havia 45 açudes sangrando
06/06/2008 00:48
O Ceará atingiu, na manhã de ontem, o maior acúmulo de água em seus reservatórios desde 2004. A capacidade máxima nos açudes monitorados pela Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh) chegou a cerca de 15 bilhões e 247 milhões de metros cúbicos (m³). Em percentual, o volume atingiu 85,57% da capacidade total dos locais. Em 2004, o recorde foi batido com 85,55%. A diferença é que, atualmente, a Cogerh monitora 129 açudes no Estado. Há quatro anos, o órgão fazia a verificação de 123.





