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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Centro Cultural BNB Cariri – Programação Diária


Dia 12 de dezembro, sábado

- Atividades Infantis - CRIANÇA E ARTE

14h Bibliotequinha Virtual. Instrutor: Gilvan de Sousa

O objetivo é despertar o interesse das crianças pela internet, mediante a realização de atividades educativas e jogos. 240min.

14h Teatro Infantil: Animartistas, com a Cia. de Teatro Anjos da Alegria (Crato - CE)

Narra a história de quatro animais muito diferentes entre si, mas que buscam um só ideal para suas vidas: escapar da opressão de seus donos. O jumento, a galinha, o gato e o cão representam, poeticamente, cada qual com sua personalidade, o sonho comum a todo ser humano: derrotar toda a forma de tirania. Livre. 50min.

15h30 Contação de Histórias: Uma História puxa Outra, com Bete Pacheco (Juazeiro do Norte-CE)

Contar histórias é uma arte antiga, passada de geração a geração. Ouvindo histórias, desenvolvemos o gosto pela leitura, ampliamos nosso vocabulário e educamos nossa atenção, estimulando nossa imaginação de forma bem divertida. 60min.


17h Sessão Curumim: Não é Mágica: Vulcões.

Sucesso absoluto entre os jovens do mundo inteiro, tem como principal ambiente um caminhão-laboratório que viaja pelo mundo desvendando os mistérios da natureza comFred, cientista e pedagogo, Jaime, jornalista, e Manu, uma investigadora curiosa não apenas em aprender, mas entender o mecanismo que move o planeta Terra. Nesta aventura, eles aprendem e entendem o que provoca os tsunamis, como os vulcões se formam e se multiplicam pelo planeta, como acontece uma erupção e o que sai dos vulcões e a revelação de que o vulcão mais antigo do mundo está na Amazônia. França, 2006. Animação com massinha. Cor. Dublado. Livre. 78min.

- Especiais - Cinema - ARTE RETIRANTE

Local: Distrito do Lameiro (Crato)

19h Curumim: T'Choupi. 70min.

- Artes Cênicas- ATO COMPACTO

19h30 Entre e Saia Para as Entre-Salas, com a Cia. Etra de Dança Contemporânea (Fortaleza-CE).

Um espetáculo de dança-instalação que pretende mostrar o cotidiano de uma casa e as diversas relações entre pessoas e objetos. A pretensão é transformar a perspectiva do lugar em ser, não apenas uma passagem, mas algo que fuja dos padrões convencionais que delimitam a dança nos palcos, deixando o público livre para criar sua relação com o espaço, os objetos, o inesperado e as incertezas. Direção: Edvan Monteiro. Classificação Indicativa: 12 anos. 40min.

Fonte: Centro Cultural BNB Cariri (Rua São Pedro, 337, Juazeiro do Norte)

Houve um Natal - Por Emerson Monteiro

Não sei precisar com exatidão a época, se aos meus 11 ou 12 anos, quando, na noite de Natal, recebi três livros, presentes de Papai Noel, que vieram no meio da madrugada embrulhados em papéis coloridos, embaixo da rede. Eram parte de uma série para a juventude, da Editora Melhoramentos, exemplares de encadernação azul, ilustrados com o primor de belos desenhos. Dos títulos, lembro bem, “Por mares nunca dantes navegados”, uma adaptação de “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de Camões; “Vinte mil léguas submarinas”, de Júlio Verne; e “As aventuras de Robin Hood”, da lenda inglesa dos tempos heróicos da Inglaterra.
Com tais obras, vivi momentos deliciosos, na casa onde morava com meus pais, no Bairro Pinto Madeira, em Crato. O bangalô, construído ainda na década de 40 por “Seu” Pergentino Silva, denominava-se Vila Daïro; possuía andar térreo e um segundo pavimento rodeado e encimado por lajões de cimento armado. Nessa casa, passei, com a família, 12 anos inesquecíveis. Ao centro de ampla área, cercava-se de mangueiras, sirigueleiras, pinheiras, goiabeiras, etc., e dispunha, em sua fachada principal, da sombra frondosa de enorme timbaúba, que nos agraciava com generosa folhagem e canto dos mais variados pássaros.
No andar superior, quase todo deserto, habitávamos eu e meu irmão mais velho, Everardo, às vezes sequenciados pelos irmãos de minha mãe, Nairton, Neimann e Nirson, que se demoravam algum tempo a estudar em Crato. Ali permanecíamos quase todo o dia, depois das aulas, a ler e escutar rádio.
A propósito desses presentes e de outros que, às vezes, retornam às minhas recordações dos Natais, quando ouço críticas à figura de Papai Noel, que deixaria para tantas mentalidades, durante a fase natalina, em segundo plano a pessoa de Jesus, o Mestre Divino, indago comigo mesmo o que há de errado de alguém existir como o bom velhinho que distribui lembranças, a simbolizar a alegria e a felicidade. Multidões esquecidas no decorrer de todo o ano, quando, por ocasião do Natal, acontece de merecer das suas mãos alguns brindes, em alusão ao aniversário de Jesus.
Quero crer, por isso, na dupla figuração do ícone Papai Noel, que, além de movimentar as vendas nos finais de ano, pela satisfação que pode ocasionar, seja também o espírito da bondade em ação, mais parecido com o sentimento de doação e fraternidade que percorre o mundo nesta doce temporada da humanidade cristã.

FÉ E CIÊNCIA - O Deus de Einstein

(http://www.amebrasil.org.br/portal/?q=node/20)

Como o maior de todos os gênios lidava com as questões metafísicas da humanidade. E o que o seu conceito pessoal do Todo-Poderoso pode ensinar à tropa de choque dos cientistas-ateus do século 21.

Marcelo Damato
Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Galileu de novembro/2007.

Em meados dos anos 1930, o diplomata e mecenas alemão conde Harry Kessler (1868-1937) chegou para o já renomado Albert Einstein e lançou: "Professor, ouvi dizer que você é profundamente religioso". Sem se alterar, o cientista respondeu: "Sim, você pode dizer isso. Tente penetrar, com os nossos meios limitados, os segredos da natureza. Você vai descobrir que, por trás de todas as concatenações discerníveis, há algo sutil, intangível e inexplicável. A veneração a essa força que está além de tudo o que podemos compreender é a minha religião. Até certo ponto, de fato, eu sou religioso".

Apesar de um tanto escorregadia, a resposta - e outras declarações ao longo da sua vida - não dá muita margem a dúvidas: Einstein acreditava em Deus. Embora seja bem menos complicada de entender do que a Teoria da Relatividade, a idéia que o cientista desenvolveu do Todo-poderoso é cheia de sutilezas e meios-tons. Isso fez com que, assim como suas descobertas científicas, seus conceitos religiosos gerassem controvérsias e discussões que chegam acessíssimas aos dias de hoje.

Fonte: Revista Galileu

O INÍCIO, O MEIO E O FIM PENDULAR: O IMANENTE, O MUTANTE E O TRANSCENDENTE


“Tudo está em constante mudança” assim diz o mestre indiano Sathya Sai Baba. “Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” foi o que disse o cientista Lavoisier. “O homem é uma ponte entre o animal e o supra-humano” afirmou Nietzsche. Tudo indica, segundo os sábios de todos os tempos, que a vida passa por um processo pendular metamorfósico de nascimento, crescimento e renascimento em direção a uma outra etapa de vida. Ou seja, nada morre, mas tudo se transforma e se transmuta segundo forças, naturezas, princípios e leis que governam o universo e a vida nele inserido. Consciente ou inconscientemente está o ser humano de um lado para o outro procurando compreender o pêndulo da vida metamorfósica que oscila entre um pólo e outro da realidade imanente e da realidade transcendente.

Então, o que está na base desse processo de mudança? Alguns afirmarão segundo suas crenças a visão do fenômeno que está mais próximo de sua compreensão, experiência objetiva ou vivência subjetiva e interior. A vida humana é análoga a um negativo de um filme que precisa ser revelado por cada um para mostrar a verdadeira imagem do ser numa visão clara e consciente do mundo. Nesse contexto, ser e mundo são partes de um mesmo processo de criação. O que está fora encontra-se dentro também. O que vemos somos também. A vida, então, nos cobra: “decifra-me ou eu te devoro”. É preciso reconhecer os princípios, impulsos e forças que agem na fonte da consciência. O pêndulo da vida oscila entre o pensamento e o sentimento que geramos ou apreendemos do mundo a nossa volta. Somos indutores e induzidos; partes e o todo; causa e efeito; verdade e ilusão; amor e ódio; paz e violência; céu e inferno; desejo animal e Amor Sagrado.

O objetivo da vida humana está de um lado entre a necessidade de satisfazer o pão e o prazer, e do outro a liberdade de revelar e sentir a felicidade do Amor. Normalmente optamos em satisfazer a necessidade do pão-prazer em primeiro lugar para depois empregar nossas energias em conquistar a felicidade do Amor que liberta o ser. Essa última façanha depende de uma série de fatores sociais, culturais, psicológicos e ontológicos interligados. No princípio somos uma criança extremamente vulnerável, em seguida somos um indivíduo adolescente envolvido e participante da cultura do seu meio social, e por último somos um idoso (consciente ou inconsciente) de sua jornada mais importante na Terra: ser pessoa transcendente e amorosa.

Em cada etapa somos conduzidos pelo amadurecimento das forças internas da psique e/ou do caráter (Self). A vida não nos permite uma parada para descanso. O descanso só é possível pelo exercício da meditação ou contemplação de si mesmo. Em outras palavras, somente conseguimos reduzir a velocidade do pêndulo da vida metamorfósica quando nos abstraímos e percebemos que somos o próprio pêndulo em movimento ininterrupto. Esse pêndulo nunca pára! Daí a necessidade da reclusão e do silêncio. A paz é conseqüência de um movimento suave do ser entre seus pólos de consciência (imanente e transcendente). Os outros valores vem a reboque dessa conquista: a tolerância, a felicidade, o equilíbrio interior, a calma, a compaixão, a doçura do ser etc.

A conquista maior passa a ser o controle do movimento do pêndulo da vida em si mesmo. A fé, a vontade, a sensibilidade e a disciplina implacável são as forças que permitem freiar parcialmente o pêndulo da vida. O autocontrole é fundamental para se atingir a meta do Nirvana, Samadhi ou Bem-Aventurança. Esse pontos ou marcos representam o topo da sabedoria do ser sobre si mesmo. E quem alcança esse nível de consciência consegue compreender (muito além da razão) o sentido da vida e o mistério do ser. E assim, vislumbra uma etapa de consciência onde não precisa mais valorizar o sofrimento, a perda e o medo de morrer. Esse pêndulo humano deixou de ser apenas e unilateralmente Ego-Indíviduo e se tornou também Self-Pessoa. Em síntese, o pêndulo da vida humana entra finalmente num ritmo vibracional suave, leve e agradável: a verdadeira sintonia e harmonia de movimento com o cosmo e o seu Criador. A sabedoria dos santos, místicos e iogues tem muito a nos ensinar – a abordagem quântica também!

Cariri sediará o XII Encontro Estadual de História - Por Océlio Teixeira

Prof. Altemar apresenta projeto do
encontro ao Departamento de História

Ontem, dia 10, esteve visitando o Cariri o Professor Altemar da Costa Muniz, presidente da Associação Nacional de História - Secção Ceará(ANPUH - CE). O referido professor veio participar de uma reunião com o Departamento de História da URCA para discutir a realização do XII ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA.

O Prof. Altemar é mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará e doutor em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente, é professor assistente da Universidade Estadual do Ceará e coordena o Curso de História da Faculdade de Educação, Ciências e Letras do Sertão Central(FECLESC).

Nós conversamos com o professor Altemar e ele nos deu mais detalhes sobre sua vinda ao Cariri.

Océlio - Prof. Altemar, quais os objetivos da sua reunião com o Departamento de História da URCA?

A Associação Nacional de História - ANPUH-CE, juntamente com os colegas do Curso de História da URCA estão finalizando a programação do XII Encontro Estadual de História, que ocorrerá dos dias 21 a 25 de junho de 2010, e que percorrerá seis cidades do Cariri (Crato, Juazeiro, Barbalha, Santana do Cariri, Nova Olinda e Assaré). Será a segunda vez que o Encontro Estadual de História vem pro Crato. A primeira foi no ano de 2000.

Neste ano de 2010, a temática escolhida foi “HISTÓRIA: POLÍTICAS PÚBLICAS E PRÁTICAS CULTURAIS”. Temos a finalidade de ao fim do evento respondermos aos seguintes questionamentos: quais são as políticas públicas do estado do Ceará para a área da história? Nós conhecemos essas políticas? O que estamos fazendo para que essas políticas existam e sejam verdadeiramente efetivadas? Consideramos que a discussão em torno dessas questões são essenciais para a valorização do trabalho do profissional de história, quer no âmbito da pesquisa, quer no âmbito do ensino.

Océlio - Como está sendo pensada a estrutura do Encontro?

Prof. Altemar - Queremos descentralizar os eventos do Encontro entre as várias cidades do entorno do Crato. Pretendemos que não só os alunos e professores das universidades participem, mas que os docentes de ensino fundamental e médio venham nos dar suas valiosas contribuições nas áreas de experiências didáticas e de produção de conhecimento em sala de aula. Queremos tirar o ranço academicista da ANPUH e para tanto precisamos aglutinar os historiadores que atuam nas escolas públicas e privadas do Estado.

Océlio - Quais as expectativas da ANPUH-CE quanto ao Encontro?

Prof. Altermar - Acreditamos que o evento no Cariri será um marco na história de nossa entidade. Pela qualidade da proposta; pelo engajamento da URCA, tanto de sua administração superior, quanto dos professores e alunos; quanto pelo envolvimento de vários setores sociais, ong’s e entidades que serão envolvidas na montagem e realização do Encontro Estadual. O Cariri mais uma vez demonstrará que é uma região encantadora e apaixonante.

Foto: Océlio

Juntos para sempre - por Magali de Figueiredo Esmeraldo

Sempre que estou fazendo minhas orações, entrando em sintonia com Deus, procuro agradecer pelos trinta e sete anos de casada com Carlos Eduardo Esmeraldo. Tenho certeza que foi Deus que o colocou no meu caminho, para juntos vivermos o nosso grande amor. Depois de quatro anos de namoro, tempo necessário para nos conhecer melhor e terminar nossos estudos, nos apresentamos diante de Deus para fazer nossos votos de fidelidade e amor eterno.

Prometer viver a dois para sempre é uma responsabilidade de cada um dos cônjuges. Metade para cada um deles. Se cada casal se lembrasse como é bonita a celebração do matrimônio cristão, quando se promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando e respeitando um ao outro todos os dias de suas vidas, o esforço seria grande para não deixar a união abençoada por Deus terminar. O amor que nos leva ao altar, deve ser regado a todo instante, como uma plantinha que precisa de água e sol. Experimente deixar essa plantinha sem água e sol, ela morrerá logo. Assim é o amor, se não for adubado com carinhos, beijos, atenções, doações mútuas e gentilezas, a tendência desse amor é morrer. Quando o casal nunca deixa de namorar, o amor cresce cada vez mais. A vida a dois com harmonia e doação faz o casal crescer juntos, um aprendendo com o outro.

O sucesso da vida a dois é sair do egoísmo e se doar um ao outro com a preocupação de fazê-lo feliz. Quando se casa, deve-se entender que se vai casar, não para ser feliz, mas para fazer o outro feliz e em troca receber a felicidade. O pensamento deve ser: essa união é para sempre! Assim os casais não irão desistir na primeira dificuldade.

Hoje em dia, vemos muitos casais que se separam por incompatibilidade de gênios. Entretanto sabemos que, quando existe amor as diferenças serão superadas quando se aceita o outro com seus defeitos e qualidades. O amor e a felicidade do casal se refletem nos filhos, pois o amor gera amor. Nas cartas de São Paulo aos Coríntios (13,4-8), está escrito: “O amor é paciente, o amor é prestativo; não é invejoso, não se ostenta, não se incha de orgulho. Nada faz de inconveniente, não procura seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais passará”. Entendemos aqui, que todos devemos aspirar o amor. Nas cartas de João (1 Jo 4,8) está escrito que “Deus é amor”. Em João (3,16), Jesus é o enviado do amor. Deus nos amou tanto que mandou seu filho, para que todo aquele que nele acredita não morra, mas tenha a vida eterna. O centro do Evangelho é o mandamento do amor. (cf. Mt 12, 28-34), pois o amor é fonte de qualquer comportamento verdadeiramente humano. Através do amor, as pessoas podem criar gestos capazes de resolver situações difíceis. Observando o que diz São Paulo sobre o amor, podemos entender que o amor é a força de Deus e a força da pessoa aliada a Ele. Quando São Paulo diz o amor jamais passará ou acabará, é porque o amor é eterno e ultrapassa o tempo e o espaço. Portanto, é a vida do próprio Deus, da qual participamos.

Toda a felicidade do casal ao longo da vida, não cai do céu, deve ser conquistada. E a felicidade dos filhos dependerá dos pais que têm a obrigação de construir um lar feliz para receber os filhos. O papa João Paulo II dizia que “o futuro da humanidade passa pela família”. Dessas palavras podemos entender a responsabilidade dos pais em colocar pessoas equilibradas no mundo. E assim ajudar na construção de uma sociedade mais humana e fraterna, onde exista paz e amor. Se cada casal pudesse construir uma família feliz, teríamos uma sociedade com menos violência.

Viver bem e em harmonia é salutar para a vida a dois e, a felicidade conquistada leva o casal a viver juntos para sempre. A vida passa rápido. Então é importante que os casais que estão bem, continuem segurando na mão de Deus. E procurem viver cada vez melhor, não deixando que os apelos do mundo destruam a felicidade conquistada. Já os casais em crise, abram os seus corações e deixem a graça de Deus entrar em suas vidas. No projeto de Deus está incluindo a felicidade da família.

No início eu destaquei o agradecimento a Deus pelos trinta e sete anos de casados, porque eu e Carlos, de comum acordo, construímos toda essa harmonia e felicidade até aqui, segurando na mão de Deus, pois não somos nada sem a força do amor de Deus. A mensagem de Jesus Cristo, sempre nos guiou para agirmos de maneira correta no dia-a-dia da vida. E além do agradecimento a Deus, vou sempre pedir para que Ele nos dê forças para nunca nos afastarmos da sua Palavra e que o nosso amor cresça cada vez mais. E assim continuarmos juntos até o fim das nossas vidas.

Por Magali de Figueiredo Esmeraldo

Pensamento para o Dia 11/12/2009



“Tudo está em constante mudança no mundo. Esse mundo sempre em mudança está baseado no Divino imutável. Somente quando a base Divina (Adhara) for compreendida que se poderá conseguir bem-aventurança a partir da experiência do que está baseado nele. Em qualquer ação que o ser humano faz e independentemente dos caminhos que persegue, ele deve ter consciência do Divino. A principal fonte de bem-aventurança (Ananda) é a dedicação a Deus, nada mais pode dar essa alegria verdadeira e duradoura. Torne-se consciente de seu parentesco com o Senhor. Tal parentesco não é uma mera fantasia ou uma teoria falsa. Ele tem descido à Terra por eras, desde o início do próprio tempo. Isso persistirá até o fim dos tempos.”
Sathya Sai Baba

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“Se o homem pensa, fala e age ao longo de caminhos virtuosos, sua consciência estará limpa e ele terá paz. Quem subjuga seu egoísmo, conquista seus desejos egoístas, destrói seus sentimentos e impulsos bestiais, e abandona a tendência natural de considerar o corpo como o verdadeiro eu, certamente está no caminho do Dharma (Retidão). Ele reconhece que o objetivo do Dharma é a fusão das ondas no mar, a fusão de si próprio no Eu Superior.”
Sathya Sai Baba

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Centro Cultural BNB Cariri – Programação Diária

Dia 10 de dezembro (quinta-feira)

- 14h PROGRAMA DE RÁDIO: Compositores do Brasil, com Zé Nilton Figueiredo.

Programa de Rádio semanal que traz a obra de um compositor de música brasileira. O programa faz parte de uma parceria entre o Banco do Nordeste e a Rádio Educadora do Cariri, que inclui um programação diária diversificada de segunda a sexta-feira de 14 às 15 horas.

Rádio Educadora do Cariri AM 1020. 60min.

- 15h ARTES CÊNICAS - OFICINA DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA: Auto Expressão Através dos Jogos Dramáticos, com Fátima Morimitsu, Ivete Alexandre e Cícero Pimentel (Juazeiro do Norte - CE).

O Gosto pela arte cênica na infância é marcado pelas brincadeiras e dramatizações que naturalmente surgem nas atividades infantis seja na escola ou em casa. Os jogos dramáticos possibilitarão uma interação da criança com técnicas de expressão corporal voz e noções de figurino e adereços com materiais recicláveis. 240min.

- 15h LITERATURA/BIBLIOTECA - BIBLIOTECA VIRTUAL

O curso tem como objetivo apresentar e discutir diversas possibilidades de utilização dos recursos e serviços básicos da Internet, tais como: navegação, busca e correio eletrônico. 12 horas/aula.

- 18h NOÇÕES BÁSICAS DE UTILIZAÇÃO DA INTERNET. 180min.

- 19h30m ARTES CÊNICAS - ATO COMPACTO: Entre e Saia Para as Entre-Salas, com a Cia. Etra de Dança Contemporânea (Fortaleza-CE)

Um espetáculo de dança-instalação que pretende mostrar o cotidiano de uma casa e as diversas relações entre pessoas e objetos. A pretensão é transformar a perspectiva do lugar em ser, não apenas uma passagem, mas algo que fuja dos padrões convencionais que delimitam a dança nos palcos, deixando o público livre para criar sua relação com o espaço, os objetos, o inesperado e as incertezas. Direção: Edvan Monteiro. Classificação Indicativa: 12 anos. 40min.

Fonte: Centro Cultural BNB Cariri (Rua São Pedro, 337, Juazeiro do Norte)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Cor nas palavras.

No ocre que toma o verde da folha
O sal da lágrima que doura o grão de areia
O verde brilhante do beija-flor que a beija
Bem no cume do rosa,
Rota na cor de chumbo do asfalto
Que alto, outro chumbo do céu nublado
Me atira uma chuva torrencial
Fonte de prismas do tiro
Quase solar que vaza a gota d’água
Arco íris em pleno céu de março
Fuma o homem o maço do cigarro
Que negro deixa teu pulmão
Puro charme do trago do lábio carnudo
Da boca de batom carmim da moça
Que roçam em mim os olhos verdes claros
É claro que este olhar não é de festim.
Rubras minhas faces que da romã
Furtou a cor.

Imagem: Desine Cardoso

É festa no sertão ou um certo Seu Zezé - Por Carlos Rafael Dias


Como definir o sertão? Ou melhor, como deixar de definir o sertão, quem o conhece, bem ou superficialmente? O sertão que passa do morto-cinza ao verde-vida como passe de mágica, logo quando as primeiras chuvas tocam-lhe o chão.

Luiz Gonzaga é um mestre nas descrições do “sertão das muié séra e dos homi trabaiadô". Sertão, ah sertão! Não lhe faltará porta-vozes à altura de sua beleza, dos seus mistérios e, também, da sua dor. Dor profunda, mas superável na alegria e na festa cotidiana celebrada em cada alpendre ou em cada latada, sob a bruxuleante luz do candeeiro ou do intenso holofote da lua cheia. Sertão de Catulo da Paixão Cearense que cantou os versos peremptórios: "não há, oh gente, oh não luar como esse do sertão". Sertão dos versos inigualáveis, belos e eternos de Patativa do Assaré. Sertão Alegre de Leonardo Mota, cronista maior da poesia e da linguagem dos rincões nordestinos. Sertão de coisas alegres e profundas, além da dor já falada. Coisas do Sertão, do saudoso “Seu Elóia”, assim como o sertanejo do Vale do Cariri chamava o Mestre Eloi Teles de Morais – comunicador de rádio, poeta, folclorista, homem de bem, de coração generoso e alma pura.

Quando Seu Eloi partiu para o sertão celestial, o sertão terreno quedou-se triste. O Forró da Casa Grande nunca mais alegrou os finais da tarde sertaneja. As aves canoras e aquela bela valsinha, tocada por um quarteto de cordas, e que faziam o fundo musical para o recital das Coisas do Meu Sertão– emudeceram por um instante. Ficou, pois, uma lacuna, mas esse vazio começa a ser preenchido como o milagre do inverno que molha o chão e tinge de verde a paisagem outrora cinzenta do sertão.

É festa no sertão de novo e a alegria volta aos finais das tardes mágicas e início das noites misteriosas que, agora, voltam a fluir nas ondas do rádio caririense.
Diariamente, das 16:30 as 18 horas, pelas ondas da Rádio Educadora do Cariri, a mesma emissora que irradiou a voz de Seu Eloi na segunda fase de sua gloriosa carreira (a primeira foi na Rádio Araripe, pioneira emissora de rádio da hinterlândia cearense), está sendo veiculado o programa Festa no Sertão, sob a apresentação de um certo Seu Zezé.

O Seu Zezé, em questão, é o mais novo comunicador de rádio do Cariri. Uma personagem diferenciada, que chama a atenção dos ouvintes apreciadores das genuínas coisas do sertão; acostumados que foram pelo jeito telúrico dos grandes sertanistas, a exemplo de Eloi Teles, de cantar o sertão e o sertanejo.

Seu Zezé é uma personagem criada por José Iderval da Silva, que também é operador de áudio da Rádio Educadora, tendo iniciado a profissão, inclusive, ao lado de Seu Eloi, nos programas Coisas do Meu Sertão e Forró da Casa Grande.

O programa Festa no Sertão completou seu primeiro aniversário no dia 6 de outubro passado e já caiu definitivamente no gosto do ouvinte que, de imediato, reconheceu a semelhança de estilo existente entre Seu Zezé e Seu Eloi. Não somente no repertório musical calcado no cancioneiro popular nordestino, mas, principalmente, na maneira envolvente de se comunicar com o público a partir dos mais puros valores sertanejos.

É festa no sertão e alegria no rádio.

Centrro Cultural BNB Cariri - Programação Diária


Dia 9 de dezembro (quarta-feira)

PROGRAMA DE RÁDIO

14h Blues (com Michel Macedo)

Programa de Rádio semanal especializado no tradicional ritmo norte-americano que conquistou o mundo. O programa faz parte de uma parceria entre o Banco do Nordeste e a Rádio Educadora do Cariri, que inclui um programação diária diversificada de segunda a sexta-feira de 14 às 15 horas. Confira.

Rádio Educadora do Cariri AM 1020. 60min.

ESPECIAIS - CINEMA - ARTE RETIRANTE

14h Sessão Curumim: As Aventuras de Azur e Asmar.

Os meninos Azur e Asmar foram criados juntos pela mesma mulher, Jenane. Eles cresceram como se fossem irmãos, até serem separados. Amar cresceu ouvindo as histórias da mãe sobre a lendária Fada dos Djins e, quando se torna adulto, decide partir à sua procura, contando com a ajuda do andarilho Crapoux. É quando Azur e Asmar se reencontram, agora não mais como irmãos, mas como rivais na busca da Fada. Animação. Cor. Dublado. Livre. 2006. 109min.

Local: SESC Crato.

16h Sessão Curumim: Não é Mágica: Vulcões. 78min.

Sucesso absoluto entre os jovens do mundo inteiro, tem como principal ambiente um caminhão-laboratório que viaja pelo mundo desvendando os mistérios da natureza comFred, cientista e pedagogo, Jaime, jornalista, e Manu, uma investigadora curiosa não apenas em aprender, mas entender o mecanismo que move o planeta Terra. Nesta aventura, eles aprendem e entendem o que provoca os tsunamis, como os vulcões se formam e se multiplicam pelo planeta, como acontece uma erupção e o que sai dos vulcões e a revelação de que o vulcão mais antigo do mundo está na Amazônia. França, 2006. Animação com massinha. Cor. Dublado. Livre. 78min.

Local: Caririaçu .

ARTES CÊNICAS - OFICINA DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA

15h Oficina Auto Expressão Através dos Jogos Dramáticos.

Oficina - Autoexpressão Através dos Jogos Dramáticos, com Fátima Morimitsu, Ivete Alexandre e Cícero Pimentel (Juazeiro do Norte - CE)

O Gosto pela arte cênica na infância é marcado pelas brincadeiras e dramatizações que naturalmente surgem nas atividades infantis seja na escola ou em casa. Os jogos dramáticos possibilitará uma interação da criança com técnicas de expressão corporal voz e noções de figurino e adereços com materiais recicláveis. 240min.

Literatura/Biblioteca - BIBLIOTECA VIRTUAL
O curso tem como objetivo apresentar e discutir diversas possibilidades de utilização dos recursos e serviços básicos da Internet, tais como: navegação, busca e correio eletrônico. Inscrições: 02 a 05 de dezembro na Biblioteca Virtual. Vagas: 24. 12 horas/aula.

18h Noções Básicas de Utilização da Internet. 180min.

CINEMA - FEST CINE ARUANDA

19H Exibição de Curtas-Metragens

Mostra Diretores de Santa Maria - RS

Faltam 5 minutos

A volta do Inter de Santa Maria à Primeira Divisão do Campeonato Gaúcho a partir da emoção dos cinco narradores e dos cinco comentaristas das rádios AM de Santa Maria que transmitiram o histórico jogo de Inter-SM e Pelotas. Dir. Luiz Alberto Cassol. Doc. 2007. 20min.

Local: Sítio Carrapato, Distrito do Lameiro. Jaraguáfilmes. Fone 88 9619 1898 / 9619.1897

Fonte: Centro Cultural BNB Cariri (Rua São Pedro, 337, Juazeiro do Norte)

O ESPECTRO DA CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM COPENHAGUE – 2009

Ontem um texto do Jornal The Guardian eviscerou muito cedo o que mais se temia nesta Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague. Expôs a verdade dos Estados Nacionais neste debate que se entenda está no seguinte nível. O próprio título da Convenção já parte de uma convicção: existem Mudanças Climáticas. Então o debate se encontra exatamente em saber-se o verdadeiro papel da produção, distribuição e consumo no sistema capitalista que já é praticamente global. Em seguida é sair de uma sinuca de bico, jogado pelas nações mais ricas, do qual se diz: como criar uma regulação global sobre isso sem modificar o sistema capitalista?

Para eles existe uma única saída para a sinuca: os mais pobres podem poluir menos enquanto os mais ricos continuam mantendo os seus privilégios. A saída é que preserva o sistema capitalista. Que inegavelmente tem se caracterizado desde o século XIX como o sistema que cria privilegiados e tenta congelar esta divisão. Qual a questão básica?

Acontece que um sistema de privilegiados tem uma espécie de força gravitacional que puxa todos os corpos em sua direção. Tendo o privilégio por matriz é de se entender, por exemplo, que a resposta que se busca na Convenção de Copenhague já encontrava posta no mínimo com a crise do petróleo de 1973. Ali está o coração disso tudo: a civilização do petróleo, seu perfil de produção e consumo.

Quem não se lembra que naquela época os carrões americanos, consumidores de gasolina passaram por crítica severa. Quem não recorda os japoneses surgindo como aqueles que tinham uma proposta para o consumo reduzido. Qualquer um sabe do Brasil deixando de produzir carboidrato para as pessoas com finalidade de produzir álcool para a classe média andar nos produtos da indústria automobilística. Depois veio o papo que poluía menos, o álcool, pois não era o discurso do Proálcool o uso foi quem evidenciou.

Estamos em pleno verão dos “carrões”. Como dizem os cearenses das “bichonas”, que até foi mote de campanha nas eleições a governador. Depois da vitória toda a polícia voltada para os bairros privilegiados é motorizada com as “bichonas”. Consumidoras de combustíveis por quilômetros quadrados, agressoras do meio ambiente com suas práticas de Jim da Selva (ih! Isto é velho!), mas tem um nome contemporâneo e também é inglês: OF ROAD.

Aviso: não perdi o fio da meada. A Convenção do Clima na verdade é outro tema. É discutir como o sistema globalizado irá dividir o poder na produção e consumo mundial. Os pançudos do norte já disseram no The Guardian: seremos nós e os outros esperem 50 anos. Na verdade a história continuará indomada, pois não depende apenas da vontade do privilegiado em permanecer privilegiado. Por baixo dele uma calota inteira de gelo se derrete.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Família divulga carta deixada por Leila Lopes

(http://br.noticias.yahoo.com/s/08122009/48/entretenimento-familia-divulga-carta-deixada-leila.html)
1 hora, 44 minutos atrás
Por Redação Yahoo! Brasil

Na noite desta segunda-feira (7), a família de Leila Lopes, encontrada morta em seu apartamento no último dia 3, divulgou a carta deixada pela atriz. Nela, Leila diz que não queria mais viver e que estava cansada. "Não chorem, não sofram, eu estou absolutamente feliz! Era tudo o que eu queria: ter paz eterna com meu Deus e, se possível, com minha mãe."

Na noite em a atriz foi encontrada, a polícia afirmou que havia embalagens vazias de antidepressivos no apartamento. Leia abaixo, na íntegra, a carta deixada pela atriz:

"Não chorem, não sofram, eu estou ABSOLUTAMENTE FELIZ! Era tudo o que eu queria: ter paz eterna com meu Deus e, se possível, com minha mãe. Eu não me suicidei, eu parti para junto de Deus. Fiquem cientes que não bebo e não uso drogas, eu decidi que já fiz tudo que podia fazer nessa vida. Tive uma vida linda, conheci o mundo, vivi em cidades maravilhosas, tive uma família digna e conceituada em Esteio, brilhei na minha carreira, ganhei muito dinheiro e ajudei muita gente com ele. Realmente não soube administrá-lo e fui ludibriada por pessoas de má fé várias vezes, mas sempre renasci como uma fênix que sou e sempre fiquei bem de novo. Aliás, eu nunca me importei com o ter. Bom, tem muito mais sobre a minha vida, isso é só para verem como não sou covarde não, fui uma guerreira, mas cansei. É preciso coragem para deixar esta vida. Saibam todos que tiverem conhecimento desse documento que não estou desistindo da vida, estou em busca de Deus. Não é por falta de dinheiro, pois com o que tenho posso morar aqui, em Floripa ou no Sul. Mas acontece que eu não quero mais morar em lugar nenhum. Eu não quero envelhecer e sofrer. Eu vi minha mãe sofrer até a morte e não quero isso para mim. Eu quero paz! Estou cansada, cansada de cabeça! Não agüento mais pensar, pagar contas, resolver problemas... Vocês dirão: Todos vivem! Mas eu decidi que posso parar com isso, ser feliz, porque sei que Deus me perdoará e me aceitará como uma filha bondosa e generosa que sempre fui.

Aos meus fãs verdadeiros; aos jornalistas imparciais; ao Walter Negrão e sua esposa Orphilia; a LBV; ao Eduardo Gomes; ao prefeito de Itu, Herculano Neto e toda a sua equipe e ao meu amigo Zé meu muito obrigado. Às emissoras que trabalhei, obrigada. E aos colegas maravilhosos, muita luz! A todos os sites dignos que acompanharam a minha vida, SUCESSO! Ego, Esther Rocha, Thiago, Odair Del Pozzo, Felipe Campos, não se sintam esquecidos. Não posso citar nomes de amigas, pois aí seria um livro, mas Sueli você é a irmã que eu não tive. Márcia, seja sempre feliz amiga. Magrid, obrigada por tudo! Andréia, do TV Fama, beijo amiga. Tadeu (di Pietro) cadê você??? Desculpe a quem eu esqueci, a vida foi muito mais maravilhosa do que sofrida para mim. Obrigado Jesus, Nossa Senhora e meu Deus, perdoem-me e recebem-me como a filha honesta e bondosa que sempre procurei ser! Fiquem com Deus, todos! Leila Lopes.
Se existe sentimento maior que o amor, eu desconheço!"

Carreira
Após um longo período de ostracismo na carreira, Leila Lopes, 40 anos, retomou a fama em 2008, quando entrou para o elenco da produtora de filmes pornográficos Brasileirinhas. Ela estrelou o filme "Pecados e Tentações", lançado em junho daquele ano, ao lado do ator pornô Carlos Bazuka. Leila interpreta uma mulher que seduz um seminarista.

A atriz, que nasceu em 1969 na cidade de São Leopoldo (RS), fez sua primeira novela de destaque em 1990: "Pantanal", da rede Manchete. Mas tornou-se conhecida do público na pela da professorinha Lu no folhetim "Renascer", da Globo, em 1993. Leila também integrou o elenco de "O Rei do Gado", da mesma emissora, em 1996, e fez um ensaio fotográfico para a edição de março de 1997 da Revista Playboy.

"Acredito que vou pro Céu"
Antes de retomar a carreira na produtora Brasileirinhas, Leila voltou a ser notícia em 2007, quando um vídeo de uma entrevista dela para um canal evangélico virou hit na internet, com o título "O Limite da Morte".

Na conversa, a atriz descreve, de maneira confusa, um grave acidente de carro no qual se envolveu em dezembro de 1999, quando viajava com sua empresária. Disse ainda acreditar que, se morresse, iria para o Céu. O vídeo "lançou" os bordões "Berenice, segura. Nós vamos bater" e "nada mais me lembro".

As tias high-tech e as manchetes do dia - por José do Vale Pinheiro Feitosa

Rosa, Maria e Raimunda viram o sol ligar o lume do dia como todo dia fazem. Tia Rosa olha para o sol vermelho nascendo por trás do Serrote do Cachimbo e pensa nas cores que predominaram na internet desde domingo. Um sol bem futebolístico, até uma bola é. Tia Maria franze o cenho de preocupação com o açude baixando o nível da água. Tia Raimunda chama as duas para lerem os jornais digitais no amanhecer desta terça feira.

E a manchete principal é: “Temporal provoca morte, interdita a Marginal Tietê e paralisa São Paulo”. Em ato quase automático, Maria volta a olhar para o seu açude minguando enquanto os paulistanos xingam a natureza cruel igual fazem aos governos do estado que não dão vazão às águas nas ruas. Rosa comenta: água não é mole não. Engana com aquela malemolência toda, mas carrega uma força por dentro capaz de mudar tudo no seu caminho.

A próxima manchete fez Raimunda puxar um riso irônico de canto de boca: “Obama recorre à saúde para controlar emissões.” Maria atenta, viu a crítica da irmã pela vírgula ferina nos lábios. Levantou a cabeça perguntando em silêncio à irmã o motivo para tal sorriso e Raimunda, fugindo ao seu habitual recato, expôs seu espírito gaiato de cearense, a maior parte das vezes escondido e explicou: por isso é que Buiu tinha razão quando dizia que era melhor um peido estrondando do que uma tripa dando nó. E Obama quer controlar as emissões com a saúde, nada mais na contramão da brincadeira de tia Raimunda.

Passaram com tédio na outra manchete que falava na morte de mais de 100 em ataques dentro de Bagdá. Tia Rosa explicou-se: esta manchete já é velha. Vem dando há mais de seis anos. E foram descendo, ou subindo, depende de quem descreve, a página do jornal até chegarem à manchete: “Madonna pensa em adotar mais uma criança”. As três empacaram na manchete. Não sabiam traduzir a frase.

Tia Raimunda diante da mudez das três expressa o sentimento coletivo: se ela pensa ninguém poderia estar sabendo. Como o jornal diz que ela pensa? O jornal já está adivinhando pensamento? Rosa balança a cabeça e estalando os lábios em desagrado diz: é que ela não pensa, ela disse ao jornalista. Mas então o jornalista está mentindo, se achando Deus, comentou tia Maria.

Mas meninas não é só isso não, continuou Raimunda. Esta Madona está virando uma mandona, parece uma creche. Aí tia Rosa pegando o espírito gozador agora para si, diz: e vai botar estes filhos adotados todinhos para morar naquele castelo lá da França onde aquele jogador de Futebol Ronaldo casou a uma modelo chamada Cacareli. Maria corrigiu o nome da modelo: não é Cacareli não, é Cigoreli! Errado as duas o certo é Cicarelli. – falou Tia Raimunda e acertou em cheio.

Nisto o café cheirou desde a cozinha em que ebulia e as três pararam a sessão de jornais na internet. O dia prometia muito calor no sertão do Potengi.

Pensamento para o Dia 08/12/2009


“Valores morais e espirituais precisam ser honrados com a mesma intensidade, ou mesmo mais, que os valores econômicos e materiais. A vida deve ser uma mistura harmoniosa desses valores, com ênfase na força moral. A honra de uma nação depende de sua moralidade. Uma nação sem moralidade está predestinada ao desastre. A moralidade deve ser cultivada no coração nutrindo-o com amor. Somente então podemos ter segurança, justiça, lei e ordem. Se o amor entre as pessoas diminui, as nações se enfraquecerão e a humanidade perecerá.”
Sathya Sai Baba

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“A gratidão é uma virtude suprema. A ingratidão é um pecado grave. Não há perdão para a pessoa ingrata. Um homem sem essa virtude suprema de gratidão é pior que um animal cruel. Tendo recebido sua riqueza, educação e habilidades da sociedade, se ele não serve à causa da sociedade, sua riqueza, educação e habilidades são apenas puro desperdício. O homem é uma criatura da sociedade e deve tudo à sociedade. Se você deseja salvaguardar o seu futuro, você deve ser grato àqueles que o ajudaram em seus tempos difíceis e permitiram-lhe atender suas necessidades pessoais.”
Sathya Sai Baba

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“O segredo da paz está em servir e amar todos os seres. A melhor forma de serviço é o de promover o crescimento dos sábios e buscadores, que são os praticantes da vida superior. Não fale depreciativamente dos servos de Deus; não obstrua a caridade do generoso; não desencoraje o estudo das escrituras, mesmo que você não possa promover nenhum deles.”

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

URCA de Luto pelo falecimento do Professor Antônio Esmeraldo

O corpo do professor será velado durante o dia de hoje, no Salão Principal da Universidade, no hall da biblioteca. Reitoria decreta luto oficial e suspende atvidades acadêmicas e administrativas. Veja a Portaria:
O Reitor da Fundação Universidade Regional do Cariri (URCA), Professor Plácido Cidade Nuvens, no uso das atribuições legais e com fundamento no que dispõe o artigo 15 do Estatuto da Universidade Regional do Cariri, aprovado pelo Decreto nº 18.136, de 16 de setembro de 1986,

Considerando a infausta ocorrência do falecimento do Sr. ANTÔNIO JOSÉ ESMERALDO, Professor do Departamento de Pedagogia da URCA e expressando inteira solidariedade à família,

Resolve:

Art 1º SUSPENDER as atividades Acadêmicas Administrativas e DECRETAR luto oficial por um dia, hasteando as bandeiras a meio mastro e enviar mensagens de condolências à família do docente, cujo falecimento ocorreu em 6 de dezembro de 2009.

Art 2º Esta portaria entrará em vigor na presente data, revogadas as disposições e, contrário.

COMUNIQUE-SE, REGISTRE-SE E CUMPRA-SE

Reitoria da URCA, em Crato, 07 de dezembro de 209.

Plácido Cidade Nuvens
Reitor
Fonte: Site da URCA

O Vôo da águia

Luiz Domingos de Luna*
I
No tapete da vida sitiante
Restrito a orla vegetal
Sem riqueza material
O sonho no horizonte
II
No tabuleiro do jogo existencial
Cada movimento estudado
Um universo, criado
A onda em movimento espiral
III
Cruza do sonho à luz
Aurora boreal a confirmar
O Vôo da águia a voar
Uma paisagem reluz
IV
O Cariri dá rosto feliz
Aurora levanta a voz
Ceará nascente e foz
Tempo senhor juiz
V

A águia canta no ar
O Tempo ao templo parado
A vida some em segundos
A águia não pode mais voar
VI
Na curva da estrada
O choque do pavio
Como um navio
Vida emparedada
VII
Vida transfigurada
No além do mistério
Existe um critério
Águia de luz
Em outro universo
Seu brilho no verso
No caminho de luz!

+ Poesia feita ao maior empresário de Aurora- Tarcísio Gonçalves -falecimento dia 04 de dezembro,2009.
(*) Colaborador Blog Cariri Agora !

Centro Cultural BNB Cariri – Programação Diária


Dia 7 de dezembro (segunda-feira)

14h PROGRAMA DE RÁDIO

MPB (com Roberto Marques)

Programa de Rádio semanal que divulga a música brasileira de qualidade e alternativa. O programa faz parte de uma parceria entre o Banco do Nordeste e a Rádio Educadora do Cariri, que inclui um programação diária diversificada de segunda a sexta-feira de 14 às 15 horas. Confira.

Rádio Educadora do Cariri AM 1020. 60min.

19h ESPECIAIS - CINEMA - IMAGEM EM MOVIMENTO

Baile Perfumado. 93min.

Baile perfumado promove uma mistura curiosa de gêneros ao incorporar ficção ao retrato documental. No filme de Paulo Caldas e Lírio Ferreira, revivemos a saga do libanês Benjamin Abrahão, mascate responsável pelas únicas imagens de Virgulino Ferreira, o Lampião, quando este vivia em plena campanha no sertão nordestino, enfocando o aburguesamento do cangaço e a modernização do Sertão. Direção: Lírio Ferreira e Paulo Caldas, PE, 1998. Classificação: 14 anos. 93min.

Local: SESC-Crato (Rua André Cartaxo, 443, Centro).
ARTES VISUAIS

Exposições

Espaço Mestre Noza

Período: Permanente

O CCBNB homenageia Inocêncio da Costa, o Mestre Noza, com um espaço expositivo contendo 59 estatuetas de vários santos e um álbum com 15 gravuras, intitulado: "Via Sacra". Todas as obras expostas são do acervo particular do historiador Renato Casimiro.

Anjos Di - Freitas (Juazeiro do Norte - CE)

Período: 03 de novembro a 05 de janeiro de 2009

"Sacralização do espaço" é a palavra de ordem em Juazeiro do Norte. Alheio ao querer dos seus moradores e visitantes, a dimensão do sagrado, do devocional, com seu pertencimento simbólico de saberes universais e ancestrais, que é compartilhado por todos, nas ruas, casas, no modo de vida e de ser. A exposição busca trazer esta dimensão a um outro espaço, espaço que faça parte do cotidiano viver das pessoas, onde elas possam se reconhecer e ver a si mesmas, como agentes da construção desta grande instalação, constantemente construída, que é Juazeiro do Norte.

Recordações de uma Paisagem não Vista - Divino Sobral (Goiana-GO)

Curadoria: Daniela Labra

Período: 17 de outubro a 31 de dezembro de 2009

Recordações de uma paisagem não vista é um projeto inédito do artista goiano Divino Sobral, que dá seqüência à série de bordados em tecido que realiza desde 2000. Nestas obras, o artista cria narrativas bordadas em peças de vestuário e de uso doméstico envelhecidas manualmente, a partir de lembranças e impressões pessoais. Para este projeto em Juazeiro do Norte, Divino Sobral bordará estórias e lembranças de cearenses residentes em Goiânia, convidados a narrar memórias de tempos vividos em suas cidades de origem.

Além da Lata - Bené Pereira (Sousa-PB)

Período da Exposição: 28 de outubro a 31 de dezembro de 2009

Esculturas confeccionadas com materiais reciclados, como: lata, ferro, arame, tampinhas de metal, que demonstram, através de suas expressões, os vários sentimentos e atitudes humanas.

Local: CCBNB Cariri (Rua São Pedro, 337, Juazeiro do Norte)

Fonte: CCBNB

Crato amado, idolatrado!

Há aproximadamente 4 meses, mais precisamente na semana da Expocrato 2009, quando escrevi para esse jornal o artigo: “Parque de Exposições, Xodó dos Cratenses”, a proposta do Governo do Estado de mudar o local do Parque de Exposições do Crato era o assunto mais comentado e debatido em todos os lugares. Onde quer que houvesse duas ou mais pessoas reunidas, o assunto era o mesmo. O momento era de ebulição e a rejeição a idéia, por parte da população, foi enorme! Audiência pública, discursos inflamados dos dois lados, bate-bocas. Espíritos de “porco” à parte, o resultado foi positivo para a população do Crato.

Acredito, e essa é uma opinião pessoal, que o Crato tantas vezes colocado como irmão “pobre” de Juazeiro e coadjuvante no cenário político regional, teve no grito do seu povo, o alerta na defesa de suas tradições, o clamor ao respeito de sua opinião, optando pela permanência do local do evento (exposição) onde está! Postura que fez reviver os ideais e diligência herdados da heroína, de outrora, Dona Barbara de Alencar. O levante social fez o governante maior deste estado repensar seu ponto de vista, anunciando em seu discurso, em pleno palanque do picadeiro do parque, a formação de uma comissão que avaliaria e decidiria a melhor solução para o povo do Crato.

Foi preciso que um ícone da cidade fosse ameaçado para que sua população se unisse e saísse em defesa de seus interesses. Quem dera se todas as causas importantes fossem tão bem defendidas como essa. Causas como EDUCAÇAO, saúde, transporte, lazer e habitação, mas vamos deixar esse assunto para outro momento. O ponto é: passados quase 4 meses o assunto morreu! Não se fala mais nisso! Reforma geral ou construção de um novo parque? Não se decidi nada! A última notícia relacionada foi a construção de um muro limítrofe e nada mais.

O problema é ainda mais profundo. Qualquer que seja a decisão, já está atrasada! Se a solução for pela reforma, adequação do espaço, do parque as atuais demandas de público, estamos atrasados. Se a solução for pela construção de um parque num outro terreno distante do atual, também estamos atrasados. Pelo andar da carruagem, o maior evento da cidade, sucesso de público desde sua criação, terá em 2010 mais uma edição espremida no terço de terreno ocupado pela cinqüentenária estrutura.

A população precisa estar atenta ao andamento do assunto e cobrar uma definição da dita comissão. Do ponto de vista de engenharia, precisa cobrar a conclusão do estudo de viabilidade, projetos, licitação e a mesma atenção ao cumprimento do cronograma que o governo demonstra com outras obras como a do Hospital Regional Regional (Juazeiro do Norte), Trem do Cariri, CEASA (Barbalha) e mais recentemente o Centro de Convenções de Crato. Afinal, como foi amplamente divulgado, são 25 milhões de reais dos cofres do estado para construção de um parque moderno, no terreno do Parque Pedro Felício Cavalcante ou noutro qualquer.

“Abram dos olhos, meu povo!”
O Crato precisa continuar sendo: ”...amado, idolatrado!”

domingo, 6 de dezembro de 2009

E deu flamengo. - por José do Vale Pinheiro Feitosa

Ali pelas três da tarde o Rio começou a esvaziar suas ruas. Não tanto quanto uma copa do mundo, mas uma evidente vazão. A não ser as poças de gente ao redor dos bares, em praças.

Agora aqui no entorno do meu ouvido só escuto a festa do povo. Buzinas, tambores, gritos, cantos, fogos, até o céu permanece azul apesar de já estarmos com um intenso dourado no pôr do sol. O Rio viveu um dia especial de futebol: o Vasco voltou à primeirona, o Botafogo e o Fluminense não se rebaixaram.

Mas o grito que ecoa nos céus é o flamengo. Meu filho, de volta do marcanã, acaba de me telefonar ainda da estação do Largo do Machado: foi sofrido pai. Ouviu Carlos Esmeraldo, foi sofrido, o Grêmio não deu mole não. Não tinha motivo para dar mole. Claro que tinha motivo de derrubar esta potência de torcida em pleno Maracanã. Não quero exagerar, mas seria igual a um Uruguai (aliás são tudo daquela região mesmo) nos tirando a copa de 50 em pleno Maracanã.

E o melhor de tudo. Sabe pela cabeça de quem? De um caririzeiro. De um caririense. De um cabra humilde que, chorando, disse para as câmaras da globo: é algo especial, eu como jogador, eu como torcedor do flamengo viver este momento. Nesta horas eu queria ter a cabeça de um Ronaldo Angelim.