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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

AGENDA CULTURAL: SHOW: Dihelson Mendonça Trio - Em Fortaleza - Dia 27 de Agosto no Passeio Público



Um Show Imperdível ! - Avisem aos Amigos...


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Com:

Dihelson Mendonça: Piano
Luciano franco - Contrabaixo
David Krebs - Bateria

Participações especiais:

Bob Mesquita - Sax Tenor
João Senna - Sax Alto

Serviço

Local: Passeio Público
Data: Dia 27 de Agosto, Sábado
Horário: Meio-Dia
Entrada Franca

PROMOÇÃO:



Carta Aberta ao Povo do Cariri

Cariri, agosto de 2011.

Ao povo da Região do Cariri.

Por meio desta, queremos esclarecer a toda população os reais motivos da nossa paralisação, da nossa greve.

Servimo-nos de um dos versos de Patativa do Assaré, para falarmos da principal reivindicação: Que é o cumprimento da Lei do Piso e a não destruição da nossa carreira.

Se um dotô me perguntá
Se o verso sem rima presta,
Calado eu não vou ficá,
A minha resposta é esta:
— Sem a rima, a poesia
Perde arguma simpatia
E uma parte do primô;
Não merece munta parma,
É como o corpo sem arma
E o coração sem amô. (Patativa do Assaré)

Assim como o poeta mostra sua indignação,
Nós que somos professores com movimento e rumores,
Também mostramos a nossa.
Pois o governo do estado, com a sua rebeldia,
Rompeu a nossa poesia,
Desconstruiu nossos versos,
Pôs o Magistério pelo avesso.
Do piso ele fez o teto
E sem o menor afeto, pelos filhos de vocês,
Rasgou tudo que se fez na mesa de negociação,
Jogou tudo pelo chão;
E ditou sua vontade, toda cheia de maldade,
Se achando o dono da lei;
Qual carrasco do passado com o chicote na mão
Querendo que o professor trabalhe só por amor
E não por justo salário;
Isso não é hilário? Isso não é um terror?

“Não merece munta parma,
É como o corpo sem arma
E o coração sem amô”.


As professoras e professores em greve da rede estadual do Ceará reivindicam a aplicação do piso salarial nacional e a readequação do plano de carreira. A paralisação iniciada no dia 5 de agosto é motivada pela intransigência do governo de Cid Gomes (PSB) ao não aplicar a Lei do Piso com repercussão em toda a carreira. Pela tabela do governo 80% da categoria deixa de ser beneficiada. Pior ainda, com essa tabela, ele destrói o nosso atual Plano de Carreira, o qual teria que ser melhorado e não piorado ou extinto. A justificativa do governador é de que o Estado não tem recursos para cumprir a exigência da Lei do Piso. No entanto, a União disponibiliza recursos complementares para qualquer estado que prove não dispor de recursos suficientes para tal ação. O que não é o caso do Estado do Ceará. Por isso, cada vez fica mais clara a importância da luta organizada dos trabalhadores em educação das mais diversas camadas da população duramente atingidas por essas políticas.

A adesão da categoria é mais de 80%, principalmente no interior do estado. Não estamos de braços cruzados e sim ministrando Aulas Públicas em Praças, Manifestações e Articulações com outras Entidades e Professores para fortalecer o movimento.

Agradecemos as famílias e aos estudantes pelo apoio a nossa luta e deixamos bem claro que no momento que o governador abrir a mesa de negociação com o sindicato e seja esta, favorável a categoria retornaremos imediatamente as nossas escolas. Pois, este momento é desgastante e interfere no nosso real objetivo que é construir uma educação de qualidade.


O GOVERNADOR DIZ: “ PARE A GREVE PARA NEGOCIAR”. A NOSSA VOZ É: NEGOCIE GOVERNADOR PARA PARAR A GREVE.



• Professores(as) da Região do Cariri

Carta Aberta ao Povo do Cariri

Cariri, agosto de 2011.

Ao povo da Região do Cariri.

Por meio desta, queremos esclarecer a toda população os reais motivos da nossa paralisação, da nossa greve.

Servimo-nos de um dos versos de Patativa do Assaré, para falarmos da principal reivindicação: Que é o cumprimento da Lei do Piso e a não destruição da nossa carreira.

Se um dotô me perguntá
Se o verso sem rima presta,
Calado eu não vou ficá,
A minha resposta é esta:
— Sem a rima, a poesia
Perde arguma simpatia
E uma parte do primô;
Não merece munta parma,
É como o corpo sem arma
E o coração sem amô. (Patativa do Assaré)

Assim como o poeta mostra sua indignação,
Nós que somos professores com movimento e rumores,
Também mostramos a nossa.
Pois o governo do estado, com a sua rebeldia,
Rompeu a nossa poesia,
Desconstruiu nossos versos,
Pôs o Magistério pelo avesso.
Do piso ele fez o teto
E sem o menor afeto, pelos filhos de vocês,
Rasgou tudo que se fez na mesa de negociação,
Jogou tudo pelo chão;
E ditou sua vontade, toda cheia de maldade,
Se achando o dono da lei;
Qual carrasco do passado com o chicote na mão
Querendo que o professor trabalhe só por amor
E não por justo salário;
Isso não é hilário? Isso não é um terror?

“Não merece munta parma,
É como o corpo sem arma
E o coração sem amô”.


As professoras e professores em greve da rede estadual do Ceará reivindicam a aplicação do piso salarial nacional e a readequação do plano de carreira. A paralisação iniciada no dia 5 de agosto é motivada pela intransigência do governo de Cid Gomes (PSB) ao não aplicar a Lei do Piso com repercussão em toda a carreira. Pela tabela do governo 80% da categoria deixa de ser beneficiada. Pior ainda, com essa tabela, ele destrói o nosso atual Plano de Carreira, o qual teria que ser melhorado e não piorado ou extinto. A justificativa do governador é de que o Estado não tem recursos para cumprir a exigência da Lei do Piso. No entanto, a União disponibiliza recursos complementares para qualquer estado que prove não dispor de recursos suficientes para tal ação. O que não é o caso do Estado do Ceará. Por isso, cada vez fica mais clara a importância da luta organizada dos trabalhadores em educação das mais diversas camadas da população duramente atingidas por essas políticas.

A adesão da categoria é mais de 80%, principalmente no interior do estado. Não estamos de braços cruzados e sim ministrando Aulas Públicas em Praças, Manifestações e Articulações com outras Entidades e Professores para fortalecer o movimento.

Agradecemos as famílias e aos estudantes pelo apoio a nossa luta e deixamos bem claro que no momento que o governador abrir a mesa de negociação com o sindicato e seja esta, favorável a categoria retornaremos imediatamente as nossas escolas. Pois, este momento é desgastante e interfere no nosso real objetivo que é construir uma educação de qualidade.


O GOVERNADOR DIZ: “ PARE A GREVE PARA NEGOCIAR”. A NOSSA VOZ É: NEGOCIE GOVERNADOR PARA PARAR A GREVE.



• Professores(as) da Região do Cariri

Lavras da Mangabeira conta sua história - Emerson Monteiro


Numa iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Turismo, a Prefeitura de Lavras da Mangabeira iniciou, sábado, 20 de agosto de 2011, os trabalhos que visam aprofundar estudos relativos ao conhecimento da rica história daquele município.

Comuna das mais antigas do Ceará, elevada a vila em 20 de maio de 1816, Lavras detém um passado de expressivos acontecimentos, desde quando chegara o seu fundador, capitão-mor Xavier Ângelo, procedente da Paraíba do Norte, aos feitos legendários da matriarca Fideralina Augusto Lima, das primeiras mulheres que assinalaram a vida brasileira nos primórdios da colonização do interior, pela fibra de coragem e liderança altiva diante das agruras do semiárido nordestino.

Visando, pois, a preservação desses valores históricos que definem as origens de famílias e instituições, nas formações locais, a prefeita Edenilda Lopes de Oliveira Sousa (Dena) e Miriam Linhares de Sá e Sousa (Manta), secretária de Cultura do município, organizaram mesa redonda composta por membros da comunidade, autoridades e titulares da Academia Lavrense de Letras, visando debater fatos históricos que definem a estruturação de um futuro seminário sob o tema História de Lavras da Mangabeira – Valores, Cultura e Artes da Cidade, do Município e Região.

Ao término dos estudos, será elaborado vasto documento que consolidará os feitos dos povos do lugar considerados os pontos de vista religiosos, econômicos, políticos, educacionais, científicos e turísticos.

Esse primeiro evento ocorreu nas dependências da Escola Estadual de Educação Profissional Professor Gustavo Augusto Lima (ex-Colégio Agrícola de Lavras da Mangabeira), em solene reunião presidida pela professora Fátima Lemos, da Academia Lavrense, com a presença da chefe do Executivo, professora Edenilda Lopes, do deputado estadual Danniel Oliveira, educadores, representantes do Legislativo, autoridades civis e religiosas, profissionais liberais e de um bom público, os quais prestigiaram a realização.

Ao empreender essas pesquisas, os lavrenses demonstram sentimento cívico e exemplo pedagógico, aprimorando meios de desenvolver e educar as novas gerações numa louvável providência.