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segunda-feira, 27 de abril de 2009

NESTA SEMANA NO BRASIL

PANDEMIA DE GRIPE

O mundo à beira de uma pandemia de gripe aviária? A história do século XX foi marcada por grandes pandemias de gripe. A espanhola entre 1918 e 1919 desenvolveu-se em três ondas, começa nos EUA e rapidamente atinge a Europa, quando entre o outono e o inverno tem a face mais virulenta das três ondas. Estima-se uma taxa de letalidade entre 6 a 8%, calcula-se que atingiu metade da população mundial, tendo matado entre 20 a 40 milhões de pessoas. No Brasil morreu o próprio presidente da república Rodrigues Alves. A outra pandemia marcante foi a chamada gripe asiática que começou em 1957 no norte da China e em dez meses era mundial e estima-se que matou um milhão de pessoas. Em 1968 ocorreu a gripe de Hong Kong que se espalhou pelo mundo todo.

Não sem razão o mundo poderia experimentar, começando na América do Norte, uma nova pandemia de gripe. No México já atinge centenas de pessoas nos centros urbanos e já matou 104 pessoas até o dia de hoje. Existem casos nos EUA, na Espanha e Israel. A velocidade com a qual a pandemia poderá se espalhar será bem superior aos demais anos, pois agora as viagens internacionais são mais velozes e mais freqüentes. Já existem dois casos suspeitos de brasileiros oriundos do México. O atual vírus causador é da mesma matriz das grandes pandemias citadas: o da asiática era do subtipo H2N2 e este é do subtipo H1N1. O mais importante é a enorme adaptação do atual vírus a várias espécies: segundo o CDC (Centro de Controle de Doenças americano) se trata de uma mistura jamais vista que ataca simultaneamente suínos, aves e humanos.

SOCIEDADE , CONGRESSO E MÍDIA NACIONAL

Passagens aéreas, o Congresso Nacional, a mídia e os brasileiros. Com nossas famílias espalhadas por este continente chamado Brasil, passagens aéreas para visitá-los seriam o ideal nos tempos atuais. Viagem rápida e confortável. Ir ao exterior visitar as belezas do mundo, também é do agrado. Qualquer brasileiro gostaria. Bom, desse modo, a relação entre passagem aérea e os brasileiros está bem construída e argumentada.

O Congresso Nacional com passagem aérea, também. Os deputados e senadores vivem distantes de suas casas representando o sistema parlamentar do país. O que não encontra qualquer relação moral e ética é o uso de passagens como barganha, troca, favor, privilégio e safadeza com o dinheiro público. Um garotão como aquele deputado federal do RN é bem o tipo de gente que esta classe média irresponsável tem criado e revistas como a Caras, por exemplo, têm estimulado. Então a safadeza e o senso de privilégio a expensa do povo não tem relação. Agora, finalmente, aos líderes, ao “alto clero” que tanto espezinha o “baixo” nas páginas da mídia: onde se encontra um grande discurso contra esta safadeza? Por que os grandes líderes do Congresso não deram um basta nesta farra? Por que o estilo de reação foi de um “rapazinho” de Sobral, cheio do não me toques, dizendo: ministério público é o caralho?

Agora mídia e Congresso Nacional têm inteira relação. O papel da imprensa é informar sobre os fatos relevantes da sociedade e este das passagens do Congresso o é. Agora o modo, a intensidade e a boca viciada do cachimbo da imprensa é mera intimidação com o Congresso Nacional. Os esquemas concentrados em famílias, as concessões que ocorrem em tenebrosas transações fazem dos grupos empresariais da mídia nacional inteiramente suspeitos de intimidação ao poder concedente. No mesmo modo que sociedade se escandaliza com deputados e senadores, também cabe com o vampiresco comportamento do golpismo da mídia nacional.

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